Vivemos
Vivemos em um mundo egoísta, a relutância do "bem" é presente, o indivíduo tende ao egoísmo. - Luan Pensador
"Vivemos num sistema que mata, existem várias formas de cometer o homicídio, diretamente e indiretamente."
A vida é curta de mais, vivemos na corda bamba entre a vida e a morte, deixar de viver um sentimento por menor que ele seja é burrice ou apenas medo de ser feliz.
Chegamos a um ponto da vida onde vivemos sem saber se é o melhor jeito de viver. A vida parece um filme que se repete diariamente com mudanças pouco significativas. É como se sua vida fosse você bater o cartão de ponto daquele trabalho rotineiro onde nada muda, onde nada evolui. Se você já se questionou a respeito eu fico feliz, afinal ainda tem algo dentro de você te alertando a buscar outro caminho para alterar esse triste quadro. Boa sorte nessa jornada!
Vivemos hoje, em todo o mundo, uma nova época de “caça às bruxas”
A "caça às bruxas" foi uma perseguição religiosa e social que começou no século XV e atingiu seu apogeu nos séculos XVI a XVIII principalmente na Alemanha, Escandinávia, Inglaterra, Escócia, Suíça e em menor escala na França, Península Ibérica, Itália e Império Habsburgo.
No século XX “caça-às-bruxas” ganhou expressão, mas sua verdadeira conotação se revela quando se refere a qualquer movimento político ou popular de perseguição arbitrária, com o objetivo de Poder, muitas vezes calcadas no medo e no preconceito que submetiam a maioria, no que hoje poderíamos chamar de Terrorismo.(baseada na Wikipédia).
Ninguém pode ignorar que o mundo está de ponta-cabeça, que a violência explodiu não só em conflitos bélicos como na execução sumária de grupos de pessoas indefesas, mercê das neuroses dos indivíduos.
O assunto é vasto mas o intuito é alertar da intolerância que em determinados momentos levam à crucifixão de indivíduos com muita projeção e outros sem nenhuma, em nome da defesa de direitos individuais de minorias, contra os preconceitos, contra a liberdade ou os abusos sexuais.
Milhares de mortes são notícias de uns poucos dias nos jornais, rádios, televisões e revistas, porque são da responsabilidade de todos nós, mas a condenação de um jornalista ou de um ator famoso são perenes, porque deram uma “cantada” mal dada ou usaram uma frase muito antiga agora criminalizada. “Coisa de pretos.”
Putas arrependidas, negros mal ajustados, veadinhos deslumbrados e jornalistas mal intencionados, fazem mais barulho que todas as bombas do Iraque, do infanticídio na Síria, dos assassinatos nos Estados Unidos e na Europa e das ameaças do ditador Kim Jong-un, da Coréia do Norte.
Breve não poderemos fazer um texto defendendo pretos pobres e putas ou seremos processados e execrados por defender afrodescendentes, menos favorecidos e das defensoras dos direitos das mulheres.
Quem sobreviver verá!
Vivemos em razão da felicidade. Os resultados de todas as buscas se resumem apenas em sonhos pessoais. Nossa sociedade é movida pelo egoísmo.
Muitas vezes vivemos preocupados com a opinião dos outros ao nosso respeito. Vivemos tanto tempo preocupado com a opinião de terceiros que esquecemos de viver para nós mesmo.
Muitas vezes vivemos confinados em um submundo fictício, que nós mesmo criamos. Pensamos ser esse submundo o nosso verdadeiro mundo e vivemos confinados nele, achando ser ele o nosso limite.
Mas quando olhamos para o horizonte, vemos que nosso mundo é muito mais além do que imaginamos. E percebemos que não existe limites para aquele que realmente quer viver algo novo e ser feliz.
Vivemos em um mundo tão real onde pessoas falsas usam Photoshop para esconder o seu lado verdadeiro!
Quando finalmente entendemos pelo que vivemos o tempo já passou. Deixamos de ser jovens e nos tornamos adultos.
Com o passar das estações o tempo voa, nossa memória antes falha, agora é como um rio de estrelas ou como o sol que sempre anseia a chegada da lua.
Será que a vida vale a descrença? Vivemos em um mundo que é metade paraíso e metade inferno. Terra... uma pequena amostra de bem e mal, para que você escolha o que vai querer para sempre, para todo o sempre.
“Existem momentos que desejaríamos nunca os ter vividos, Vivemos momentos que nunca esqueceremos, Viveremos momentos que somente quando eles acontecerem os poderemos analisá-los”
O Presente é só uma questão cronológica e das maneiras de falar. Na verdade todos nós vivemos para o futuro, planeamos tudo para amanhã ou de hora a hora.
O homem sem Deus, é igual um carro sem farol, não sabe para onde vai, pois o mundo em que vivemos está completo de escuridão.
Distorção da percepção. É dessa forma que vivemos, com a percepção distorcida. Nem mesmo sabemos responder perguntas básicas como: O que somos? De onde viemos? Pra onde vamos? Não temos a percepção nem de nós mesmos e nos achamos bons o bastante para julgar os outros. Decidimos em quem vamos acreditar e taxamos a opinião diversa àquela que escolhemos, como uma opnião mentirosa. Rótulos!
Amamos sem entender o porquê, vivemos buscando o quê? Queremos compreender o viver para o amanhar felicitar o aprender;
Sei que as vezes os atritos são indispensáveis quando vivemos, convivemos com as pessoas, somos diferentes uns dos outros, somos egoístas à ponto de defendermos nossos pontos de vista sem entender que é possível que existam outras visões.
Sei que as vezes, eu sou cabeça-dura de querer imputar minhas certezas acreditando que não precisam restar dúvidas em relação ao que eu defino como o que é.
Sei que as vezes eu firo as pessoas, magôo e me deixo magoar, mas me sinto melhor pedindo perdão e amando cada vez mais quem faz parte da minha vida!
É preciso ter sensibilidade para perceber onde a felicidade está. Vivemos numa procura constante e esquecemos que ela nos chega, na maioria das vezes, quando menos esperamos. Em sua forma mais simples. E de tanto procurar, o que se acha ser felicidade, ela que talvez, ali já esteja, possa fugir por entre os dedos.