Vivemos
Somos absolutamente incapazes de esquecer a vida que vivemos.
Jamais esqueceremos as dores que dividimos.
Jamais esqueceremos os sonhos e as coisas que conquistamos juntos.
Porem não conseguimos cultivar as flores, que delicadamente perfumavam nossas vidas.
"No mundo em que vivemos, está cheio de soberba, hostentação, sede de vingança, ambição, o dito amor cego (o qual não existe); está cheio de badgirls e badboys, inveja, fofoca, etc. a maior parte destas coisas é por causa de um simples adjectivo que falta na vida das pessoas, PACIÊNCIA;
diz-se que devagar e firme se vence a corrida, porém vos digo: devagar e firme, alcançamos objectivos."
Existimos temporariamente através daquilo que obtemos, mas vivemos eternamente por causa daquilo que damos.
O que vale mesmo é a forma como vivemos as nossas vidas, diariamente, a maneira como nos relacionamos com todos, tanto com quem temos proximidade, como com aqueles de quem não precisamos, de quem não receberemos nada em troca.
Queria que os adultos voltacem a ser "criancas", pois vivemos em um mundo de adultos que não gostam de ser chamados de "crianças" mas se pararmos pra pensar eran as crianças que não poderiam ser "adultos", com a beleza da verdade em seus olhos e o caráter extraordinário as crianças falam a verdade, diferentemente dos adultos que são ipócritas nas suas "verdades."
"Vivemos em mundo onde todos querem o que você tem seja seu carro, casa, emprego ate mesmo sua mulher ou marido. você que esta lendo isso não seja assim, seja natural e essencial para sua comunidade, assim mudaremos o mundo"
Vivemos dias tão acelerados, onde nossos sonhos e projetos são esmagados como por um rolo compressor.
Vemos nossa força e vigor esvaindo-se pelos vãos de nossos dedos.
Mas nós somos responsáveis pela administração do nosso tempo!
Tome as rédeas !!
Tire tempo pra o que realmente vale a pena!
Viva a vida!
Organize-se!!!
Vivemos num mundo onde estabeleceu a cultura do outro. Não existe o outro, existe apenas o Eu. O outro também é o Eu.
Inexistência
Noto que vivemos uma intensa busca pelo que não possuimos.
Porque será que se almeja tanto a inexistência?
Ao invés disso, não seria mais coerente gratificar-se pelas existências?
Semelha que a glória está na luta, na tentativa, no sofrimento envolvido,
Visto que o alcançável mediante ao esforço reflete sensações inexplicáveis.
É perceptível que o acessível não lhe atrai, por melhor que manifesto.
Se não houver sacrifícios não haverá valorizações.
Complexo mesmo é desejar demasiadamente o amor de alguém e não alcançar, e
Quando isso não for mais seu anseio, ela naturalmente passar a te amar solicitando
Reciprocidade.
Proporcionamos aquilo que receptamos. Somos aquilo que escolhemos e vivemos aquilo que determinamos. Portanto, tudo depende apenas de nós.
Época das aparências.
Vivemos numa época em que apenas o exterior conta, corpos perfeitos, torneado e bronzeados. Fora disso és julgado, olhado e gozado. Numa época que o conta Mais o que ostentas do que os valores e a educação.
O que interessa é o carro que conduzes, as mesas vip, as garrafas de centenas de euros, os bens materiais que podes dar, o telemóvel xpto e o relógio banhado a ouro.
Numa época do amor descartável onde se está com alguém não por amor, não por paixão mas por status.
Valores, carácter, personalidade, educação, são colocados em segundo plano. Vivemos para mostrar aos outros o quanto somos felizes! Será que somos? Será que todos estes bens materiais nos deixam felizes?
Ou será que deixam os outros impressionados, mas deixa-nos vazios e incompletos? Será a nova droga? Onde procuramos o prazer de ser bajulados? Ressacamos por mais like, mais uma foto?
Aos poucos, como todos os vícios, acabam apenas por te matar por dentro... Mas numa época que não se olha para este lado, vais morrer sem que ninguém repare!
É perceptível que a cada dia que vivemos, amadurecemos.
E com isso, cada vez, menos nos ofendemos, necessitamos menos de afirmação e comparamos menos ainda.