Vento

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As vezes da vontade de andar, o vento bater, e eu desaparecer.

Só de ouvir a tua voz
Nas rajadas do vento
Valeu a pena vir ver o mar.
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Felicidade não é como água de rio que fluem continuamente, mas como vento que sopra e passa, então toda brisa deve ser aproveitada em nosso favor.

Desencontros são encontros
marcados onde o vento faz a curva.

ALVORADA NO CERRADO (outono)

O vento árido contorna o cerrado
Entre tortos galhos e a seca folha
Cascalhado, assim, o chão assolha
No horizonte o sol nasce alvorado

Corado o céu põe a treva na encolha
Os buritis se retorcem de lado a lado
Qual aceno no talo por eles ofertado
Em reverência a estação da desfolha

Canta o João de barro no seu telhado
É o amanhecer pelo sertão anunciado
Em um bordão de gratidão ao outono

A noite desmaia no dia despertado
Acorda a vida do leito consagrado
É a alvorada do cerrado no seu trono

Luciano Spagnol
Agosto/ 2016
Cerrado goiano

Quero ir para um lugar onde o barulho seja apenas do vento e do mar...onde haja além de mim somente a presença divina da natureza "contaminando" a paisagem...e que lá reine os bons pensamentos e os sentimentos mais simples, entre eles a gratidão!

Um tsunami, tudo escuro, vento gélido, muitas pessoas ao redor, tomando suco e esperando o sol voltar, e a única sensação que consegue sentir é a de estar só, o único impulso que seu corpo sente é o de correr, correr...

Joguei letras ao vento: Não colhi apenas palavras,colhi sentimentos!

Um certo grau de oposição é importante para um homem. As pipas sobem contra e não com o vento.

John Neal
Enterprise and Perseverance. Weekly Mirror, 1846.

Nota: A expressão da pipa e do vento costuma ser atribuída a Winston Churchill, mas não há evidências que confirmem essa autoria.

...Mais

As pessoas são como o vento, mudam com o tempo, Assim também o preço de uma determinada ação ou ativo.

Em cada canto que olho,
Eu vejo sua grandeza
No vento que sopra
Espalhando sua leveza

Sinto seu abraço
No sol que me aquece
Olhado pro céu azul
Faço a minha prece

O cintilar das estrelas,
Me faz imaginar seu olhar
Meu sorriso não cabe no rosto
Ao apreciar o brilho lunar

As nuvens formam corações
Que revelam seu amor
Sou parte do segredo do universo
Que fez o meu Criador

Quero agradecer,
Pela sua infinita perfeição
Ofereço a Ti, Senhor
Poesia, versos e canção

Cuidas de mim enquanto durmo
Sinto paz também ao acordar
Sua graça me encanta
Sua presença faz-me alegrar

Por tudo que fez,
Por tudo que ainda fará,
Por ser quem És,
Em mim sempre Viverá.
Tudo és,
A luz do mundo
Esperança no deserto
Força para o cansaço
Segurança do incerto

Tu és,
Meu amor, encantado
Minha alegria, contagiada
Meu sorriso, estampando
Minha poesia, inspirada

Tu és,
A fé no desespero
O afeto na desilusão
O colo da carência
A vida na depressão

Mulheres da minha vida, sólida como a pedra, suave como o vento, cristalina como a água e tem os valores de muitos diamantes.

Trova do vento que passa

Pergunto ao vento que passa
notícias do meu país
e o vento cala a desgraça
o vento nada me diz.

Pergunto aos rios que levam
tanto sonho à flor das águas
e os rios não me sossegam
levam sonhos deixam mágoas.

Levam sonhos deixam mágoas
ai rios do meu país
minha pátria à flor das águas
para onde vais? Ninguém diz.

Se o verde trevo desfolhas
pede notícias e diz
ao trevo de quatro folhas
que morro por meu país.

Pergunto à gente que passa
por que vai de olhos no chão.
Silêncio -- é tudo o que tem
quem vive na servidão.

Vi florir os verdes ramos
direitos e ao céu voltados.
E a quem gosta de ter amos
vi sempre os ombros curvados.

E o vento não me diz nada
ninguém diz nada de novo.
Vi minha pátria pregada
nos braços em cruz do povo.

Vi minha pátria na margem
dos rios que vão pró mar
como quem ama a viagem
mas tem sempre de ficar.

Vi navios a partir
(minha pátria à flor das águas)
vi minha pátria florir
(verdes folhas verdes mágoas).

Há quem te queira ignorada
e fale pátria em teu nome.
Eu vi-te crucificada
nos braços negros da fome.

E o vento não me diz nada
só o silêncio persiste.
Vi minha pátria parada
à beira de um rio triste.

Ninguém diz nada de novo
se notícias vou pedindo
nas mãos vazias do povo
vi minha pátria florindo.

E a noite cresce por dentro
dos homens do meu país.
Peço notícias ao vento
e o vento nada me diz.

Quatro folhas tem o trevo
liberdade quatro sílabas.
Não sabem ler é verdade
aqueles pra quem eu escrevo.

Mas há sempre uma candeia
dentro da própria desgraça
há sempre alguém que semeia
canções no vento que passa.

Mesmo na noite mais triste
em tempo de servidão
há sempre alguém que resiste
há sempre alguém que diz não.

''Eu sou a fúria da nevasca, a ferroada do vento e o frio do gelo. Eu sou Freljord.''

TINTA DE SONHOS

O silêncio das horas
Está escondido nas raízes
Da dor, tormento do vento
Na tinta que é escrita com sangue
De estragos feitas nas páginas
Em branco, na alma ferida
Da chuva fria vinda do céu
No caminho escuro que cobiça
O corpo frágil, refúgio secreto
De alguém que foge das trevas
Entre o silêncio das palavras
Que voam vazias desnudadas
Pelo escuro das horas perdidas
Que dura um segundo no silêncio
Da cozinha do inferno, sem liberdade
No peito enjaulado sem grades de ferro
Aparência perdida de sonhos por dormir
De noites escuras em desejos escritos à lua.
♥♥╭✿╭✿ ♥♥

Mais um outono

Mais um outono aos amuos do vento
Desarraigando as folhas num valsar
De alento, saudade ou desalento
Que vão pelo umedecido e cinzento ar

Em pares, grupos ou solitárias
Vão se acomodando pelo chão
Em lentas e calmas romarias
Com doridas vozes em oração

Nos galhos os abraços dos ninhos
Acariciados pelos redemoinhos
Ali ficam poeirados e agarradinhos

As folhas são barcos nas corredeiras
Nos charcos descansam nas beiras
O outono costurando suas algibeiras

Luciano Spagnol

Eras eras um anjo quando sorrias! eras um vento que eu sentia! eras um amor que eu amava! eras um pensamento que eu pensava. eras uma vida que eu vivia! agora és um sonho, que eu desejo

Eis que um novo tempo se aproxima, e no passado o vento ainda varre as folhas de outono num chão onde deixei marcas das pisadas de meus pés e que ainda estão cicatrizando dos ferimentos de espinhos em tempos de outrora onde observava no recôndito de minha existência Aquele que em silêncio de seu sofrimento percorria aos sons estridentes de risadas e chibatadas o caminho da Luz e da Salvação.

“” Águas que foram
Águas que março
Vento na folha tremula no chão
Ao gosto do tempo
Brotando o verão...””

Já sinto o perfume vindo de fora
Mas o vento que te traz é o mesmo vento que te leva embora...