Velhas Amigas

Cerca de 1475 frases e pensamentos: Velhas Amigas

⁠Lil Nan - Velhas Lembranças


Hoje eu não me reconheço mais
não sei se encontrei a paz
deixei toda aquela dor para trás
não vale mais a pena olhar
para algo que só vai me desgastar
menti pra poder disfarçar
a dor que veio me matar
eu morri e não pude me despedir
revivi as memórias com você
fiquei rindo atoa querendo voltar no tempo
é uma pena que isso tenha passado rápido como o vento
tu nem me deu sinais
de que estava magoada ou não queria mais
me mantive firme esperando você explicar
não suporto isso é demais
enchi de garotas e bebidas o meu quarto para procurar a paz que só você me traz
cavei minha própria cova por inteiro
e agora você não vai mais poder ir ao meu enterro

e agora a dor
me sufocou
onde está meu mundo?
acho que ele desabou


e agora a dor
me sufocou
onde está meu mundo?
acho que ele desabou

Inserida por lilnan17

Dois jovens soldados vão a guerra para vencer ou morrer, eles não se odeiam. Enquanto isso as velhas raposas ficam em seus palácios protegidos.⁠

Inserida por lucasrodriens

Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo.

"As pessoas desejam viver muito tempo, mas não querem ser velhas. Poucas pessoas sabem envelhecer. É importante sermos resignados, estarmos dispostos a suportar o que nos sucede."

Inserida por JohnnyDeCarli

A mudança quando acontece te faz enxergar coisas velhas e paradas e as eliminar, lhe dando assim novas possibilidades.
Apenas se desfazendo do que é velho, se tem a possibilidade de adquirir o que é novo.

Inserida por WilliamZandoni

As pessoas vão amando o silêncio na medida em que vão ficando mais velhas, até que chegam a um momento em que se silenciam de vez.

Inserida por Alexapdossantos

⁠Me encontro nas palavras todos os dias, assim vou curando velhas manias. Sou eu quem guia meu próprio destino. Vou respirando lembrando dos tempos de menino: a pureza, a beleza de viver com intensidade; agora é só vaidade, isso invade os centros da cidade, até a periferia. Escrevi com o coração pra entender qual minha intenção, cansei de me calar perante os maus; fiz da minha vida algo surreal, distinção do físico e astral. Desenvolvimento de um Ser que pensa no todo. Realidade criada, uns servem de escada, vida mal amada, alma desarmada.

Inserida por Vinischuartz

Hedonismo Epicurista

Voltar aos jardins do passado, reviver, sonhar e podar as velhas novas mudanças descontínuas em uma continuidade vertical e não totalmente apical. Sou como a araponga errante que vive na beira do rio, as orvalhadas da noite me fazem tremer de frio, me fazem tremer de frio como junco na lagoa, feliz da araponga errante que é livre e livre voa.

Inserida por samuelfortes

⁠Houve um tempo em que as velhas músicas eram novas, certo? Alguém, em algum momento, teve que dar chance às músicas.

Inserida por pensador

⁠As coisas velhas sempre tem que morrer para darem espaço para o novo. Senão as coisas nunca mudam.

Inserida por danmelga

Vão e deem razão às pessoas mais velhas, desperdicem a intelectualidade mais nova sem dá-los ao menos uma chance de se expressarem. Mais tarde verão seus filhos e netos dissertando melhor que vocês nesse pensamento obsoleto.⁠

Inserida por danmelga

VELHAS LAMURIAS

Secura. Que tristura lá fora! Tristura!
Embrusca-se o cerrado, os olhares
Craqueleja. Árida a aquosa candura
Nos seus velhos e eternos pesares...

Sinto o que a terra sente, desventura
A mágoa que diviso, nos reles azares
O inverno. Frio e queimado, mistura
Fulgurando o cinza, anuviando os ares

Ah! Porque ordenaste este tal fado
Fazendo de minha alma tua criada
Ouvinte, ouviste os prantos, cerrado!

Meus e teus, na sequidão embaralhada
Tem pena de mim, deste pesar mirrado
E as velhas lamurias por mim poetada!

© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
04/09/2019
Cerrado goiano
Olavobilaquiando

Inserida por LucianoSpagnol

O silêncio também serve para curar velhas doenças evitar outras novas.

Inserida por paulocelente

⁠Eu sempre gostei de conversar com pessoas mais velhas. Há uma sabedoria nelas que não se encontra nos livros de autoajuda ou nas palavras repetidas de coachs modernos. É algo que não pode ser comprado, mas vivido. Hoje, ouvi um senhor de 101 anos dizer, com a voz serena e o olhar carregado de uma vida inteira, que o "ontem é história, o amanhã é um mistério, e o hoje é presente." Ele disse isso com uma simplicidade que me tocou profundamente, antes que seus olhos se enchessem de lágrimas, como se aquele pequeno ensinamento fosse a chave de sua própria jornada.

Parece uma frase comum, uma dessas que encontramos em cartazes motivacionais, não é? Mas, não. Não é isso. É a pura verdade, a sabedoria destilada ao longo de um século de vida. E esse "hoje" não é apenas uma palavra. O "hoje" é o presente, sim, mas é também um presente. Um regalo de vida. Como uma tela em branco, esperando por nós, como se cada um de nós fosse um artista, com as ferramentas que só o tempo pode nos oferecer.

Aprendi, de maneira dolorosa e muitas vezes amarga, a encarar o presente como uma oportunidade única. Não há reprises, nem um botão de replay. Não podemos voltar atrás. Assim, tenho buscado não perder oportunidades de dizer o que sinto, de expressar o quanto as pessoas ao meu redor me fazem bem. Sempre que alguém me faz sorrir, faço questão de que ela saiba disso. E quando alguém está linda, não hesito em falar, porque, sim, ela precisa saber que meus olhos perceberam o brilho de sua presença.
Eu envio mensagens aos meus amigos, dizendo-lhes que minha vida não seria a mesma sem eles. E faço isso porque não sei se terei outra chance de fazê-lo amanhã. Afinal, o amanhã é um mistério, como disse aquele senhor, com sua sabedoria imensurável.

Aprendi também a sair de casa com um propósito. Eu preciso fazer as pessoas sorrirem. Pode ser através de uma piada boba, de uma história contada com gestos exagerados, ou simplesmente oferecendo um elogio sincero. Eu quero que o mundo sorria. Quero dar a razão de um instante de alegria, por um sorriso verdadeiro. Mas também aprendi a chorar com os que choram. Não sou de esconder minhas emoções. Choro quando é necessário, e, no meio do pranto, tento gerar um pouco de esperança. Como alguém que segura a mão de outra pessoa, oferecendo conforto em meio ao desespero.

Às vezes, sou mal compreendido. E está tudo bem. A verdade é que, muitas vezes, eu mesmo não me entendo. Eu tento, mas é difícil. Há momentos em que as palavras não são suficientes para expressar o que sentimos. Quando isso acontece, me viro para gestos sutis, para meias palavras e olhares que tentam, com um toque de timidez, transmitir o que o coração grita. São pistas lançadas ao vento, na esperança de que a pessoa, de alguma forma, perceba.

Porque, no fim, o ontem é história, o amanhã é um mistério, e o hoje é o presente. E algumas pessoas, ah, elas são verdadeiramente o presente. Um presente que bagunça nossa vida de uma forma tão intensa que, sem perceber, nos vemos como duas crianças no parque, que nunca se viram antes, mas que já estão de mãos dadas, brincando juntas, rindo juntas, desde o primeiro momento em que se encontraram. E nesse encontro, no meio dessa bagunça que elas causam dentro de nós, algo bonito acontece. Algo que só pode ser vivido no hoje.

Inserida por Helsinki

⁠RELÍQUIAS

Nestas velhas páginas amareladas
Duma poesia de outrora, de amor
Retalhos das prosas tão choradas
Sussurro em verso, versos de dor
Relíquias... eram ilusões doiradas
Que cá versam nostalgia e clamor
Os restos de poéticas enamoradas
Num soneto sofrente, sem pudor

Ai! verso a verso, vai, e tudo parte
A ideia se apaga, e vem outra arte
Nas lembranças, que doridas são!
E, passo a passo, que se esquece!
Tudo envelhece! e assim, fenece...
Deixando o seu cunho no coração!

© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
03 agosto, 2022, 05’40’ – Araguari, MG

Inserida por LucianoSpagnol

Só quando nos livramos do peso
de velhas culpas
damos lugar à realização
de novos sonhos.
Sonhar é igual navegar.

Inserida por Waninharaujo

⁠As vezes é preciso abrir as portas, as janelas da Alma, para o vento levar as poeiras velhas e deixar poeiras novas.

Inserida por Colicigno

O Rio de Janeiro como cidade maravilhosa só existe nas letras das velhas cancões, nas saudades da memoria e nos velhos registros históricos do passado. Hoje ainda é uma das capitais brasileiras mais bonitas pela sua exuberante beleza natural mas triste, fantasma, insegura, suja, entre ruínas e abandonos tais como qualquer outra cidade devastada pelos escândalos financeiros políticos e a pobreza de sua infeliz população.

Inserida por ricardovbarradas

Tenho medo de aranhas mais velhas.

Inserida por ricardovbarradas

A verdadeira arte contemporânea no mundo inteiro nas diversas plataformas não dão mais velhas respostas mas sugerem novas perguntas, convidam ao pensamento livre e propiciam as revolucionarias reflexões, é a arte fora dos clássicos museus, nas ruas em dialogo permanente com toda a sociedade.

Inserida por ricardovbarradas