Velhas Amigas
Travesseirinho, meu velho e bom amigo
Tantas vezes encharcado de velhas histórias...
Quantas noites e dias acalentou meu rosto e olhos tristonhos
Ahhh meu travesseirinho!
Se de ti pudesse tirar as marcas
Marcas de alegria e tantas vezes dor
Se pudesse decifrar os desenhos que foram formados em ti,
mas não posso travesseirinho!
Meu velho e bom travesseirinho,
Cheio de sonhos e de amor...
as velhas lembranças, iguais raízes, se esparramam pela
nossas memórias. se agarram, se entrelaçam e vão ficando
quase como se fossem uma planta só.
São cheias de momentos de felicidades, de dúvidas, de lutas ganhas, outras perdidas.
Tempos de alegrias simples, de futuro presente.
Vivi a maior parte da minha vida no passado revirando coisas velhas. Não vivi o presente e nem vi o futuro chegar.
Para ser amigo não é preciso ter a mesma idade, existe amizade entre pessoas mais velhas com pessoas mais novas, sem a necessidade da formalidade do pronome de tratamento, que na verdade monta uma barreira entre eles...
Para auxiliar no processo de despertar consciencial:
Não se prenda a dogmas, doutrinas, velhas crenças limitantes, tabus;
Não se limite a aprender, estudar, conhecer, explorar;
Não acredite em tudo!
Não seja tão cético também.
Medite sempre que sentir necessário.
Respeite sua essência, fazendo o que gosta!
Ouça mais sua intuição e siga sua voz interna.
Faça as pazes com sua criança interior.
#JaneFernandaN
Para meus amores, cinza de velhas cartas.
Para meus pais, sempre a esperança.
Para meus amigos, minhas eternas dúvidas de sua índole.
Para o tempo, minha luta contra a estagnação.
Para meus inimigos, meu perdão.
Para os que não me conheceram, um talvez.
Para o silêncio, o sopro raro da minha alegria.
Para os lugares que não fui, um curto lamento.
Para a angústia, fecho meus olhos
Para o passado, a convivência.
Para as queixas, a razão… As magoas… Mas o esquecimento.
Para o futuro, tentativas… Erros e acertos
Para a vida, um singelo sorriso.
Tem horas que apenas virar a página não funciona... o negócio é trocar o livro. Histórias velhas , vividas , antigas precisam dar espaço para o novo. Surpreenda - se com as possibilidades novos ares , novas caras , pessoas , papos diferentes , novos lugares.. mudar não é preciso, em muitos casos é extremamente necessário !!!
Elas vêm e lavam meu espírito
Minhas pequenas gotas de chuva
Que trazem pra mim velhas lembranças, e lágrimas turvas, de algo nunca antes dito
Meu pequeno lugar de conforto, pode ser bagunçado ou meio morto
Fato, reflete o nato ódio absorto, às linhas tênues entre a dor e o temor
Inquietude, me disseram, atrapalha o silêncio.
Porém jamais souberam, o silêncio era propenso, à trazer-me pensamentos, muitas vezes hediondos, e maçantes minutos se tornavam horríveis e longos
Mas sim, não sou livre ainda
Me faltam forças talvez?
Mas, de vez em vez, vejo a tão linda liberdade, cantando pra mim ao amanhecer, deixando a saudade, dos sentimentos que um dia quero ter
Mágoas causam destruição, pois, por ti todo dia é tijolo de construção.Construções velhas são ruínas, devem ser reformadas, derrubadas e reconstruídas.Desconstrua velhas mágoas.
Para você experimentar algo novo em sua vida, você precisa desapegar-se de coisas velhas.
O novo não consegue conviver com coisas velhas.
AS OLIVEIRAS *
Velhas ou novas, troncos rijos
Raízes pregadas à terra lusa
As oliveiras cantam o ungir das dores
Terra de aromas, encantado sentir
Pedras na mão de palavras de uma vida
Verdes, pretos frutos
Verdes óleos, verdes folhas
Feridas, machucadas, esquecidas
Por séculos que tanto alimentou
Celtas, Iberos, lusitanos, Celtiberos, Helenos
Godos, Romanos, Visigodos, Alanos e Árabes
Desde o Faraó Ramsés II a Moisés
Com o seu coração torcido agarrado ao chão
Há um azeitar de olhares pelo olival
Das graciosas azeitonas de cores
Oliveiras fincadas na serenidade do silêncio
Onde a máquina e o homem as acordam
Depois é o milagre da natureza, azeite virgem
Nas vasilhas, talhas, potes outrora de barro
Ou nas talhas de azeite feitas em folha-de-flandres
Que permanecem até à nossa atualidade
Benditas sejam as oliveiras que nos dãoo azeite
Néctar dos deuses da nossa gastronomia.
Uma homenagem a todas as nossas cicatrizes, velhas e novas, grandes ou pequenas, visíveis ou não. Que elas não nos impeçam de viver felizes, que não nos mantenham prisioneiras em nossos próprios corpos, que não nos envergonhemos delas. Amém!
"Folhas caídas de outono. Transição e esperança de que outras nasçam onde as velhas caíram. Assim se faz a continuidade..."
João MC Gomes
Não adianta ficar aí remoendo um passado de lembranças velhas.
Da para ter novas histórias eum amor que saiba florir seu coração com
tantas outras coisasbelas.