Velas Acessa
Sinto-me com um barco navegando
Neste mar da vida com fim previsto,
Co’altas velas o caminho singrando
Do timão, futuro além-mar avisto.
Eis que se vai, quase sempre, sozinho
A remar num oceano infinito,
A enfrentar mau tempo, monstro marinho
Grandes ondas, sóis e um viver bonito.
Oh, Timoneiro de grã teimosia,
Nestas águas profundas em que lanças
Sonhos, pensamentos, mistérios, magia.
Da proa ao casco dizes conhecer
Os sete mares por ti navegados
Pousas, porém, remos sem nada ser.
Amor a luz de velas
Amor secreto a velas acesas
Romances cristalinos de copos de vinho
Um brinde ao cálice do prazer
Pratos de desejos, um sabor da vontade
Escurinho de segredos revelados no ser
Silêncio da melodia em sussurros
Gritos que se calam com prazer
Pétalas de rosas em lençol desforrado
Quatro paredes entre mim e você
Velas ao final de uma jornada
Palavras resumidas num gemer
Tradução de um jantar em malícias
Carícias que não se podiam prever
Mentes entorpecidas pelo vinho
Taças derramadas entre sexos
Deliciando-se do meu eu e você
Jantar ao convite do amor meu e dela
Degustação em forma de orgasmos
Satisfazendo desejos marcados
Pela realização do amor a luz de velas.
Pior que ver as coisas acontecendo
e não poder fazer nada, é vê-las não acontecendo,
querer muito, e não ter sequer a chance de fazer algo.
Ajustando as velas, realinhando as rotas, não obrigo ninguém a navegar ao meu lado, simplesmente dou bons motivos para estar comigo e quem quiser amor verdadeiro saberá onde me encontrar.
Menina baiana o que é que voce tem?
que os homens estrangeros só em vê-las não se aguenta
se apaixona sem saber a rasão de tudo é saber o que fazer
Menina baiana o que é que vais fazer se alegria de todos é saber o dizer
E lá estão minhas velas içadas hoje novamente, alegres e intoxicadas, me carregando para um mar desconhecido, cheio de piratas e comandantes. Comandantes que não passam de meros marinheiros frustrados. Se eu pudesse, queria estar no “pedalinho” da represa no clube que frequentava quando criança
Ore, reze, bata bumbo, acenda velas, de passe, tome passe, seja ateu.....ou até, atoa.
Mas não me venha com xurumelas, querendo me enfiar goela abaixo sua doutrina. Pois, as palavras se perdem, quando os atos não correspondem seus próprios ensinamentos.
Viva sua verdade e seja feliz!!!!
Quanto a mim, sigo minhas próprias convicções e não me deixo influenciar por mortais manipuladores travestidos de apóstolos salvadores.
Ou seja, certo é certo...errado é errado, mal é mal...e bom é bom!!! Não existe o meio termo.
Já que as pessoas são grandes suficientes para pisar em formigas, gostaria de vê-las pisar em elefantes.
"De que adianta todas as belezas se você não se esforça para vê-las? Abrace a vida com ternura e verá todas as delicadezas diante de seus olhos."
Mesmo na época do raio laser, podemos usar velas para iluminar cavernas....
(Segundo Ababurtinogamerontes).
Somos grandes barcos feitos para navegar. Mas quando nossas velas estão rasgadas, nossos mastros quebrados e estamos exaustos, procuramos um porto para relaxar e recuperar as forças. Porém, não deveríamos ficar muito tempo nesse porto. Nosso trabalho é estar em alto-mar. Partir e velejar de novo. Este é o momento de nos tornarmos claros, focalizados e determinados. Acelerar, mas na direção certa e com as coisas certas.
As diversas circunstâncias são ventos que sopram sobre nossas velas. Mantenha firme o seu leme e olhe para o horizonte.
Enquanto uns choram, outros vendem lenços...
...ou velas, caixões...
...livros de auto-ajuda...
...ou madeira para construir marombas.
"...Sorrisos guardados no tempo,
velas perfumadas,
vidros vermelhos e dourados...
Livros adormecidos na memória...
E a minha aura,
leve e branda...
Sou um navio cansado, que lotou contra fortes mares e ventanias. Mas, ainda há uma ou duas velas que levam.
Todas as atitudes se tornam eternas, só que não estaremos mais aqui para vê-las acontecer, e nem para nos orgulharmos de ter vivido.
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