Urbano

Cerca de 338 frases e pensamentos: Urbano

Para a linda moça de Sevilha

Ei!!!

Linda moça de Sevilha

Cadê o sorriso?

Cadê seus lindos poemas.

Você com cara de zangada encanta

Mas sorridente faz este pobre poeta sorrir.

Inserida por PoetaUrbano

"Amar é um sentimento tão fácil para o ser humano, nascemos com o amor dentro de nós... Mas, por ser fácil, deixamos de lado, para correr atrás de sentimentos complexos..."

Inserida por PoetaUrbano

Manifesto Pelo Novo Mundo


Que comece a nova era...

E que neste novo tempo...

Não haja mais a Guerra...

Nem o sofrimento...


Que nesta nova era...

Deixaremos de lado as diferenças...

O homem não mais se diferenciara pela cor da pele...

Brancos, negros, amarelos e índios...

Sejam apenas as cores de vossas peles...

Só existira uma única raça...

O ser humano...Sem classes sociais e sem diferenças...


Que comece a nova era...

Abençoada... Pelo sorriso puro das crianças...

E a pureza da almas dos nossos irmãos animais...

Onde o alimento para a alma será o amor...

O amor que Deus colocou em nossos corações...

E no final... Cegos... Perdemo-nos em meio a escuridão...


Que comece a nova era...

Trazendo novamente a Paz...

E renascendo o amor perdido de nossos corações...

Agora...

De imediato...

Sem utopias...

Mas que crianças, jovens, adultos e velhos...

Possam caminhar em rumo da paz...

Assim como caminhamos para a evolução das almas...


Que a nova era comece...

Ao som dos cantos dos pássaros...

E envolvida pelo perfume das flores...

Inserida por PoetaUrbano

Poeminha xoxo...


Nas minhas andanças...

Pelos caminhos da vida...

Errei... Cai... Machuquei-me...

Mas está é a magia de viver...

Já parou para imaginar o como seria a vida sem isso...

Sem os erros que nos forçam ao acerto...

Pelos tombos e rasteiras que a vida nos proporciona com o único propósito: "Levante e torne-se melhor..."

Pelos machucados... Ferimentos graves, que olhamos no espelho e pensamos...Não vou mais apaixonar-me... Não quero mais o amor... Odeio o mundo... Odeio a todos...

Está é a magia de viver...

Errar mil vezes.... Para acertar um dia...

Cair dez mil vezes... Para que em uma tentativa, você consiga levantar-se e seguir o rumo...

Machucar-se um milhão de vezes... Para que em um dia... Sem querer... Por meio do livro dos dias que se cruzam...

Você encontra a outra metade...

Viver é uma arte...

A arte dos encontros e desencontros...

A arte de estar feliz e também triste...

A arte de estar apaixonado e descrente no amor...

Esta é a arte e a magia da vida...

Pois, viver sem uma pitada de dor...

É o mesmo que viver em um mundo sem sal e sem açúcar...

Inserida por PoetaUrbano

Quem leva a vida a Ferro e Fogo... É o Ferreiro...

E mesmo assim...

Ele ainda sorri ao bater o seu martelo na bigorna...

Inserida por PoetaUrbano

Poeminha Selvagem

Encantei-me com os teus olhos, e pelo teu narizinho arrebitado... Pelo papo gostoso e ao mesmo tempo tímido...

Gosto de amigos assim... De riso fácil, mas com a timidez na alma...

És brava... Mas... É alegre proporcionalmente...

És bela... Uma beleza selvagem e misteriosa...

Encanto-me com isso, não da forma que um macho se encanta por uma fêmea...

Mas da forma de um poeta, que se encanta, pelos mistérios contidos em teus olhos...

O que teus lindos olhos escondem??? Além de sedução e mistério???

Somando a tudo isso o sorriso... Doce... Selvagem...E tímido...

Você é um misto de sentimentos...

Amizade... Que durou pouco, e foi embora sem ao menos um beijo, deixando a saudade poética...

Flerte... Que encantava, em um jogo de sedução de gato e rato... Com final inesperado e inexplicável...

Risos... Que eram tímidos, e hoje, sinto a falta deles, no meu dia a dia...

Mistério... Existente em teus olhos... No contorno de teus lábios e na pontinha do nariz de batatinha...

Inserida por PoetaUrbano

Pescaria


Estava eu a pescar...

Em alto mar a enjoar...

Quando no anzol senti um fisgar...

Uma luta de avançar e ceder...

Uma briga das boas...

Até que... A luta venci...

Puxei... Puxei... Puxei...

E a Sereia na beira do barco surgiu...

Linda com o sorriso nos lábios...

Estendeu sua mão e o anzol devolveu...

Era uma brincadeira de Sereia...

Só elas, sabem a magia, e os encantos do mar...

Também sabem se defender de nós, pescadores pecadores...

Em meio as ondas baixas do alto mar...

Ela, um beijo lançou...Depois disso partiu...

Inserida por PoetaUrbano

A Grande Matemática da Vida

Gosto de amigos que Dividem, Multiplicam e Adicionam:

Dividem sorrisos gratuitos e gostosos...

Multiplicam palavras boas e bonitas pelo mundo...

E...

Adicionam ideias legais comigo...

Aos que me subtraem...

Digo adeus...

Amigo que é amigo...

Divide, Multiplica e adiciona...

Mas nunca subtrai o outro...

Bye Bye proceis...

Inserida por PoetaUrbano

⁠Os falsos moralistas de fake de chat parecem pastel de vento de rodoviária.
Tu compra porque vê aquele pastel bonitão (o avatar), acabado de sair do óleo. Aí tu morde (conversa) e nota que não tem recheio (conteúdo) e fica decepcionado, sentindo que gastou seu dinheiro (tempo) à toa.

Inserida por barbara_marques_1

Ninguém é melhor do que ninguém. O sangue de Cristo nivela todas as pessoas.

Inserida por leo_pletsch

⁠Há tanta grandeza no arrependimento, que poucos sabem aprecia-lo no seu justo valor.


Neste mundo ninguém é prefeito, temos falhas, mas significa que também possuímos qualidades e virtudes.

Sorria sempre... para não dar aos que te odeiam, o prazer de te ver triste; e para dar aos que te amam, a certeza de que és feliz.

o que importa na vida é como aceito o que acontece e a providência que tomo a repeito

Falsos e hipócritas são aqueles que tudo fazem com palavras, mas na realidade são incompetentes.

Nunca me arrependo de ter feito o bem para as pessoas; mesmo que elas se afastem de mim... mesmo que elas não tenham apreciado o meu gesto; com o tempo serão elas a se arrependerem de não me terem por perto.

Nós gastamos emoção, sentimento demasiado a respeito de coisas e posses que na verdade possuem a NÓS, mais do que a possuímos.

iAs marcas fisícas acabam sumindo, mas as marcas psicológicas de um incompetente, jamais desaparecerão

Inserida por jorge_urbano_campos

⁠Quando se mistura psicologia com religíão, o fracasso é iminente e o paciente sai sempre perdendo.

Inserida por jorge_urbano_campos

A raiz da timidez no meu ponto de vista está na auto estima que muitas vezes se perpetua no indivíduo desde a sua infância".

Inserida por JAugustoMaiaBaptista

Sacra constituição

Cravei com Deus
Umas novas leis
Pros meus sonhos
Ai ele me deixa sonhar,
Do jeito certo

Funciona assim
Eu sou só pele
E pra flutuar
O que tenho por dentro
É o que pensam almas notívagas

Delas me vem um tanto de malícia
Que atravessa e respinga paixão
Ai vou longe sobre o urbano e o rural
E nada de sentir dentes caindo

Ou o susto de cair de um arranha-céu no colchão
Assim furto de todo o resto pra ir te visitando!

Gosto de levantar bem cedo para caminhar, pois assim nunca me esquecerei de como a cidade fica calma ao amanhecer.

“Não é apenas o DNA de seus ancestrais que estão em você, a coragem, alegria e dor também estão. Quando você desisti de lutar, você desonra seu povo que morreu lutando.”

⁠Postes Laranja

Avenida barulhenta
Se cala na sarjeta
Postes Laranja
Na beira da falência

Gasolina fedorenta
Poluição da grande empresa
Postes Laranja
Ignoram sua presença

Cidades isoladas
Vidas isoladas
Postes Laranja
Invadem nossa mata

Progresso é o que se diz
E escreve com um giz
Postes Laranja
Se espalham como chafariz

Está ficando estrelado
Está ficando clareado
Postes Laranja
Apagam o estrelato

Eu preciso ficar calmo
Fugir do urbano no marasmo
Postes Laranja
Me perseguem por todo lado

Postes Laranja
Postes Laranja
Postes Laranja
Postes Laranja
Por onde eu vou não tem mais vermelho
Verde, azul, amarelo
Roxo, branco, preto,
Cinza, marrom ou caramelo
Tudo o que vejo na distância
São apenas Postes Laranja

<Evolui dai e voa! Voa daí e evolui! Voa, evolui daí>

A vida moldou-me na pancada,
tornei-me plástico, maleável, flexível!
- Não manipulável. Adaptei-me e evolui,
na medida em que a vida me sovava feito pão.
Depois de um tempo nesse estado, parecia falar outra língua.

Algumas coisas pareciam tão distantes
para os que não podiam ver o mundo de onde o via,
tudo parecia distante daquele mundo ínfimo que fui um dia
tudo era tão iminente, que parecia uma catarse
uma inevitável catarse, mais dia ou menos dia.

Nadava na lama e era tão feliz, que podia enxergar além dali
além daquele pequeno mundo, fechado e sem mobilidade
àquela altura, já era alguém além dali, livre de ser igual a todos
nem melhor nem pior, mas podia ver antes de todos
muito além da superficialidade que corrompia o intelecto de todos ali.

Em meio a toda aquela lama,
a voz na consciência que gritava todos os dias:
- Evolui dai e voa!
Voa daí e evolui.
Voa, evolui daí.

Aprendi a ser tolerante, sendo tolerante
e a respeitar, respeitando
não haviam outras opções na ocasião,
desde muito cedo,
ou era assim ou era assim.

E se hoje sou capaz de enxergar
a alma das pessoas
e ver nelas o que nelas há de melhor,
mesmo que isso não pareça tão evidente num primeiro olhar
é porque a vida evoluiu-me a ponto de tal.

Depois de estar tanto tempo fechado em si mesmo,
não é tão difícil sair, na verdade é um grande prazer sair
e encontrar o mundo escancarado,
ofertando tantas possibilidades de ser o que se quiser ser.
E apesar de ser bom estar dentro, é ainda muito melhor do lado de fora.

Evolui dai e voa! Voa daí e evolui! Voa, evolui daí.

Inserida por JotaW

<<A Lenda do Chapelão>>

Pelas duras estradas de terra do bairro Copacabana do passado, tocando sua boiada em meio à solidão de tais caminhos seguia firme o arauto, desbravando a mata virgem para dar de comer ao seu gado, pisando o barro da estrada encharcada para por o que de comer sobre a mesa de sua própria casa, enquanto caminhava descobrindo e ou construindo novos caminhos por onde seguir... “Ôh Marruh”! “Bora Sergipe”! “Boi bandido”.

Seguia pelos caminhos, sozinho, com a força típica dos homens valentes do campo, que tocam as boiadas no comando firme de suas vozes imperativas, e que apesar da doçura e mansidão de gente que de tão sofrida tem a paz estampada no olhar, seguia em frente fazendo a sua própria história fazendo a infância da gente ser grande, gostosa de ser vivida de ser lembrada. Fazendo a infância das gentes, todas, terem aquele gostinho de terra pequena, fazendo-nos todos, nostalgicamente, lembrarmo-nos da roça ou vivenciar uma experiência aproximada com o que há de ser de fato a vida no campo, mesmo para aqueles que nasceram e cresceram nas cidades já imensas e cheias de todo tipo de confusão e que jamais pisou o pé no mato de uma roça qualquer. Lembrança de quando tudo o que se tinha por aqui era ainda o que estava por ser conquistado e do mato rude que perfazia todos os caminhos fazendo capoeira para as brincadeiras das crianças à época.

Quando passava a boiada assombrada pela ligeireza do chicote do vaqueiro hábil torneando o seguir dos bois, ditando o ritmo do caminhar (tanto do gado quanto das pessoas a observar o movimento) agitava-se toda a molecada pelos caminhos de terra vermelha, de barro preto dos brejos encharcados pelas inúmeras minas d’água existentes (hoje extintas), e ou pela argila cintilante das encostas de barrancos que serviam de arquibancada pra fugir das possíveis chifradas dos bois desembestados às vezes. Ao ver aquele mundaréu de boi seguindo no rumo comandado pelo vaqueiro de chapelão de palha ou de feltro marrom na cabeça e estaca de madeira e chicote de couro às mãos e berrante uivando repertório vasto e requintado o mundo pequeno que era o de quem observava, agigantava-se, tornando-os expectadores do evento: - “Bois passando, cuidado”! E por fim, quando já lá longe ia o último boi gritava de cá a criançada animada: Vai com Deus Chapelão! Vai com Deus. E todo mundo tinha um boi preferido dentre os bois do rebanho, só que de tanto medo de ser chifrado, ninguém ousava chegar perto.

Particularmente, lembro-me com muito carinho das “benzeções” e das “rezas” carregadas de fé, que curavam mesmo, qualquer tipo de problema. Certa vez, minha mãe achando-me aguado, levou-me e deixou-me aos cuidados dele. Depois de colher alguns ramos de uma planta qualquer no mato e embeber-lhe em água benzida (benta) saraivaram sobre mim umas duas ou três ramadas, na hora ri, mas doeu de verdade. Depois lavou meu corpo todo na bica que escorria ao pé da mina d’água que corria perto de sua casa, nos arredores da Rua Argentina, com um incômodo banho de leite de cabra, ordenhado naquele exato momento, para tal finalidade. Enquanto minha mãe me espreitava com uma galha lavrada de goiabeira na mão, por medo de eu reagir negativamente me recusando ao tratamento ou por medo de eu tentar fugir por vergonha da azaração dos meus amigos e desconhecidos da mesma idade que aguardavam por ali. No auge da minha ingenuidade infantil achei fantástico tão espetáculo de alegoria irreparável. Apenas fiquei com medo das rezas estranhas e com vergonha das risadas das outras crianças na fila para serem benzidas (bentas) também. Não há de minha época uma criança sequer, fosse da religião que fosse que não tenha vivenciado experiência parecida. Lembro-me até hoje, com nostalgia, de tal procedimento e sinto-me honrado todos os dias por isso. Hoje, me sinto um pouco órfão dessa época e desse tipo de ser humano que aos poucos vai deixando de existir no bairro Copacabana.


>>> OBS: Homenagem ao grande Srº Chapelão, morador do bairro Copacabana, BH, MG. Com toda a minha deferência.

Inserida por JotaW

A Terra muda o Homem
O Homem muda a Terra
Ela modifica ele
Ele modifica ela.

Inserida por rennan_barros