Uma Mao Lava Outa Ambas Lavam o Rosto
Eu abro mão de algumas felicidades futeis e passageira por você, mas não me peça pra mudar o meu jeito de ser e pensar já é demais.
Quem anda na contra mão da vida em direção ao passado, será atropelado pelo sucesso dos que procuram seguir o alvo do futuro e esquecer as indiferenças .
Se chorar, enxugarei suas lágrimas;
Se sentir medo, segurarei sua mão;
Se sentir frio, eu te aqueço com um abraço apertado;
Se se sentir triste, eu te darei motivos para se alegrar.
Vem andar comigo no meu mundo de fantasia dentro da realidade;
Vem compartilhar comigo os sonhos, as realizações;
Vem compartilhar das minhas loucuras, loucuras essas que me fazem feliz e podem
te fazer feliz também.
No passado eu não te conheci, no presente te vir e me apaixonei, dizem que o futuro é incerto;
Vem ficar comigo no presente, e juntos podemos tornar um futuro certo, podemos traçar o nosso destino.
Mãe, te amo!
Mãe, obrigada por espalhar alegria a minha vida. A tua mão cura as minhas dores, o teu coração é o melhor abrigo que há neste mundo. Desejo permanecer respirando teu amor por longos e felizes anos, porque a minha felicidade depende da tua, meu sorriso é iluminado pela tua alma feita de afeto. Obrigada por abrandar as minhas angústias, por tornar minha vida mais serena diante do teu olhar. Te amo além de tudo, porque tudo tornar-se pequeno diante do teu infinito amor.
Estive de frente com a felicidade, subi na palma da sua mão, viajei no doce sabor da sua voz e acordei com medo...
¨A História da América Portuguesa se corresponde com a África numa busca de mão-de-obra para a cana-de-açúcar e café basicamente. As transformações ocorridas ao longo de toda presença de Portugal, deixaram o Brasil bem angolês e moçambicano. A África cresceu e explodiu no mundo como explorada e vitimada de febre. A febre da busca de territórios, numa ambição capitalista e dominadora que envergonha a mãe-áfrica, berço primário da nossa civilização¨.
A mão que está sempre fechada ou sempre aberta é aleijada. Um pássaro que não possa abrir ou fechar suas asas nunca será capaz de voar.
Irei te mostrar que estou pronto para te dar minha mão e ir tranquilo por um caminho da vida que chamo de minha;
Me mostra um caminho agora que esteja ao teu lado e cada vez que eu fujo eu me aproximo mais da sua vida;
Sou teu de ant-mão, mas também posso ser dela se me possuir nos sonhos de um doce desejo;
Posso ser um objeto que muitas desejam ou ser o impossível que seu dinheiro nunca possa comprar;
Se me convir sou leitura, mas também posso ser imagem para te carregar entre a realidade ou até ser verdade sem mentiras sinceras da própria puberdade;
Sou acalento na discórdia ou a paz entre a guerra, sou invenção de pensamentos imaginando perguntas em flechas;
Inspiração em noite serena ou desalento em dia repentino;
Esperando o momento justo que me faça perder o juízo;
Confie em Deus, e se for preciso permita que ele lhe coloque no colo, pegue pela sua mão e lhe diga: ''Eu sempre estarei com você!'' Permita que Deus lhe cubra com todo o seu amor, com toda a sua paz, com toda a sua sabedoria.
Sinto-me Agoniado!
Mas logo percebo que este sentimento anda de mão dadas com a felicidade... Pois a Agonia é medo de Perder tudo àquilo que te faz sorrir, percebo que Quando sinto este sentimento tão sufocante é uma maneira do meu inconsciente demostrar o que realmente ele esta a sentir... Acho que é a forma de perceber que estou apaixonado, por tudo isso, que de tão novo e rápido me assusta, não sei lidar com o Amor de outros imagina o meu próprio...
Beiro um abismo de duvidas e neuroses, E de tão fraco Não demostro todos esses questionamentos... Fico-me Isolado no frio de um quarto vazio, murmurando-me com meu EU formas de entender esse sentimento, que és tão doce e ao mesmo tempo tão Venenoso... questiono-me Outra vez...
Tenho uma estrutura, tenho a faca e o queijo na mão, mas continuo errando e errando o corte, vai chegar uma hora em que queijo vai acabar de tantas tentativas frustradas.
Eu não sabia como era ter alguém que amamos por perto e não poder tocá-lo. Pegar na mão, beijá-lo. Brincar com os dedos, bagunçar o cabelo. Eu não sabia, não sabia. Mas daí tudo mudou, me vejo parada observando ele passar e deixar para trás passos solitários, clamando por cuidados. Eu não sabia, não sabia que iria doer tanto. Pergunto-me se não tem algo que o conforte, e que o traga aos meus braços e mostre o que é ser amado. Será que ele é feliz? Que ele vive bem lá pelas “bandas” de jornadas bem feitas? Bem planejadas? Não posso justificá-lo, defendê-lo, mesmo que ele pareça clamar com o olhar um resgate, uma proteção e até dois acontecimentos simultâneos. Buscar o que almeja. Não desistir. E me aquieto assim, sem a certeza de que o certo é prosseguir ou abaixar a cabeça e adormecer.