Trabalho Escravo
Escravos cardíacos das estrelas,
Conquistamos todo o mundo antes de nos levantar da cama;
Mas acordamos e ele é opaco,
Levantamo-nos e ele é alheio,
Saímos de casa e ele é a terra inteira,
Mais o sistema solar e a Via Láctea e o Indefinido.
Sou escravo dos meus próprios anseios.
Sentimentos frustrados e ideias perdidas.
Andando no tempo, vivendo além do meus dias
Tentando esquecer minha história.
Fazendo de tudo para achar melhor forma de viver.
Não sejamos escravos do ontem, mas sim, donos do amanhã. Se construir um presente doloroso , plante um futuro alegre, no qual possa colher os frutos do amor, sem limites.
Hoje o homem é escravo de si mesmo;
Escravo de sua Ambição;
Escravo de seu Preconceito;
E a unica forma do homem se libertar é atraves da palavra de Deus...
Depoimento
Eu amei, desejei e me fiz escravo da mulher que amo..
Não ouve uma só noite em que eu não fiquei sem pensar no grande e único amor da minha vida, ainda penso.
Ela sabe do quanto eu a quero, o quanto eu preciso sentir suas mãos sobre meu corpo, sentir seus cabelos, seu agradável e belo sorriso...
Estou sozinho, hoje eu sei que tudo que sonhamos e desejamos por mais que queremos ter assim como pode chegar e transforma sua vida.
Pode também ir embora e deixar grandes feridas em um coração de alguém que tudo que sabe fazer na vida é amar...
Você é escravo daquilo que você teme, as pessoas não foram escravizadas pelo chicote, mas pelo medo dele.
Só a arte das interpretações odiosas, que é ordinariamente a ciência dos escravos, pode confundir coisas que a verdade eterna separou por limites imutáveis.
Não seja um escravo. Siga a sociedade até o ponto que você sente que é necessário, mas permaneça sempre mestre do seu próprio destino.
Se for pra ser assim, eu vou cuidar de mim (...)
Desejo ser o seu amor e não o seu escravo
Espero que essa paixão não tenha ponto final
Senão adeus, tchau, tchau!
Prenda_me no seu coração, faça de mim o seu eterno escravo, acorrentado até ao pescoço lhe servirei até aos últimos dias de minha vida mas amarei_te se um dia me for dado a inesperável oportunidade.
Sou escravo, pobre, mal vivido mas também sou gente de ser amado.
Olhando o céu me vem a esperança e nela que agaro com tanta segurança, ....
Somos escravos dos nossos desejos, tão escravos como os negros eram dos brancos, a diferença é que a nossa carta de alforria tem um preço muito caro, um preço que eu não tenho certeza se vale á pena pagar.
Sucumbir ao monstro e suas vontades
Não te faz bem, nem te faz mal
Só mostra que ainda é escravo de tuas algemas
Enquanto sua cabeça se divide ao meio com os dilemas
Questionando se esse monstro é normal
Ou é uma fonte que ganha força, uma fonte de maldades.
Ser dominado por um sentimento sádico
Gargalhar perante à dor de outro ser
Um ser que chora e que implora
E que te desperta prazer, lhe aflora
Um prazer que desperta o "querer"
Querer cumprir o objetivo, frio e prático.
Esconde quando decide que seu hospereiro, criador
Um ser judiado e castigado
Precisa de uma postura agressiva
Uma atitude mais que decisiva
Que possa reviver seu coração fatigado
Cansado de sentir apenas dor.
Servidão
Numa época de senhores e escravos, certa feita, um causo se sucedeu. Um dos escravos, o mais velho e obediente que já houvera por aquelas bandas, teve seu único filho envolvido numa pendenga. A sinhazinha, moça de poucos atributos e coração de pedra, vira o menino comendo uma fruta.
Coisa boba, pedaço de sobra da refeição anterior, mais que ele tivera a ousadia de pegar. Antes os porcos do que os serviçais da casa. Caso passado ao sinhozinho, o menino fora chamado a responsabilidade: iria pagar com seu lombo franzino e a carne magra, os desaforos do arroubo. Assim fora marcado: o menino ia apanhar do capataz da fazenda no alvorecer do dia, para que diante de toda a negrada ficasse bem claro: só poderiam comer do angú que lhes fossem servidos.
O pai do negrinho, vendo que o capataz não ia tremer a mão na hora do castigo, tomou de força e pediu:
- Sinhô, sei que meu filho errou, sei que vosmecê tem filho também, e coisa que aprendi morando aqui como vosso servo, é que pai educa filho. Deixa eu educar o meu também. Permita que eu dê a coça, mode ele aprende a não pegar nada que não seja dado. E assim foi. O pai bateu até que o sinhô desse a ordem de parar, que foi quando o menino desmaiou.
Menino franzino, 10 ou 12 anos, tanto fazia. Se fosse pela mão do capataz, duas e teria tombado morto. Na madrugada, Quando o choro miúdo do menino se fazia grande na senzala, ouviu-se um sussurro: pai, por quê você me bateu? Bem sabe que eu só tinha fome, e as sobras iam para os porcos...
O pai entre lágrimas respondeu: bati porque eu sabia onde podia bater sem te matar. Cada chicotada que dei, tua pele eu parti, mas meu coração eu sangrei!