Textos sobre Vaidade
Vaidade! Ah! Oh!... Cansado de tanta vaidade, pecado que acompanha a formosura da minha mocidade, envergadura do meu subconsciente que me condena uma personalidade aparente.
Vaidade2x... "Tudo é vaidade". Vaidade alvoroçadora - inspira-me o ego e moe-me o sossego, cruelmente mata-me por dentro enquanto reavi-venta-me por fora ... noutrora estou cansado de ti ó vaidade devoradora!
"A soberba espiritual e intelectual associada as imperfeições morais tais como o orgulho, vaidade, prepotência, arrogância, entre outras, são as maneiras mais tolas de manifestar a inteligência e compartilhar experiências, conhecimentos e sentimentos para com o semelhante.
Torna-se humilhante e sem efeito prático nas construções saudáveis, respeitosas e felizes das plurais relações humanas..."
SAMBA SEM VAIDADE
Meu sono
Interrompeu na madrugada
Deu saudade de um tempo não vivido
Como diz a velha guarda
Tempos que não ao mais de voltar
O samba que na favela nasceu
Numa roda de partideiro
Hoje vive no apogeu
Samba
De versos improvisados
E o samba sicompado
No terreiro de bamba
Viviam no buraco quente
Que servia de tempeiro
Pra cantar samba da gente
Samba dos tempos de outrora
Que se fazia escola
Pra cantar partido alto
Hoje... só sinto saudade
De cantar as melodias
Samba sem vaidades
CAMPO SANTO
Não tem preto, nem branco
Nem rico, pobre ou miserável
Não tem vaidade, beleza, situação estável
É lá onde todos se igualam
Não tem benefícios nem profissão
Nem precisa do jeitinho brasileiro
Vizinhos silenciosos, povo hospitaleiro
É lá onde todos se igualam
Pra ir para lá ninguém quer cortar fila
Nem tampouco contar vantagens
Alguns vão sem comprar passagem
É lá onde todos se igualam
Não se discute políticas, futebol
Não se falam e nem brigam por religião
Não há o mau ou bem de qualquer coração
É lá onde todos se igualam
Tem gente de todas as espécies
Descansam em paz, só deixaram saudade
Façamos o bem enquanto desse lado
Lá é a certeza de toda humanidade
É lá onde todos se igualam
DA VAIDADE DO HOMEM
Que belo seria o mundo
Se não existisse a maldade
Ódio, ganância e avareza
E ainda tem a falsidade
De um ser insensato
Mergulhado na vaidade.
Um mundo capitalista
Onde o valor está em "ter"
Não importando o preço
Vivendo como se não fosse morrer
Parece o fim dos tempos
Não há para onde correr.
Oh homem, pobrezinho homem!
Já dizia o poema
Parece até especialista
Em corromper sistema
Vive dando jeitinho
Golpes, trapaça e esquema.
É triste a realidade
De onde vem o lamento
O homem de tão mesquinho
Não reparte o alimento
É como se levasse o dinheiro
No dia do sepultamento.
Mas esta é a realidade
De um ser sem valor
Que mata o semelhante
Se preciso for
Pela ganância e olho gordo
Fazendo da terra um horror.
Em meio a este absurdo
Fica a indagação
Onde estão os deuses
Com toda a resolução
Colocar este ser tão cruel
Rumo a aniquilação
Eu até sofro com isso
Mas creio, é a solução!
Se foi destino ou sacanagem
Foi malícia ou vaidade
se foi fogo ou foi saudade
Já não consigo decifrar.
Se fosse fácil eu te contaria
você bagunçou a minha vida
me deixou de pernas bambas
e saiu sem me explicar.
Não me ligou de madrugada
me deixou sozinha na sacada
foi difícil superar.
Não vem agora com essa mara
que eu já estou com outro cara
e aprendi a me valorizar.”
Crônica-Não serei!
Vaidoso, estou sem cabeça para pecado e sociedade . Orgulhoso e perde o perdão do amigo, não vou promover essa aberração. Covarde, estúpido, arrogante dessa árvore quero distância, o fruto intoxica. Serei humano, irei pedir perdão, procurarei ser sábio e escutar. Errarei bastante para aprender, entendendo que o melhor é o aprendizado coletivo. Serei social, praticarei a comunhão da ética e moral coletiva. Embora moral é muito mais pessoal. Mas afinal estou falando de uma nação igual. Então essa passa, a moral é parecida. Não serei pobre, poderei ter pouco recurso financeiro, mas educação doméstica , social e cultural terei. Afinal pobreza não está no bem e sim de quem você fala. Nosso presidente é pobre, aliais uma lástima de moral e ética.
Para concluir serei brasileiro que sabe a diferença entre nação e pais, Patriota não só na copa. Serei o coletivo, a massa, serei do povo e serei de mim. Porque a vitória está no amadurecer e viver em paz, porque o mundo é prejudicial a quem prejudica a si.
Vontade, vaidade, ambição, loucura.
Quem nunca teve uma crise de Deus? Quem nunca quis que as coisas fossem diferentes de como elas são? Quem nunca acreditou ter a convicção e a razão das coisas? Será que é errado pensar ou agir assim?
Pois bem, em breve observação e para que possamos entender este pequeno ponto de vista que será demonstrado, peço que façamos uma analogia simples. Veja uma criança recém-nascida, ela é pura e frágil, totalmente dependente dos cuidados dos adultos que a cercam. E esses adultos, serão responsáveis por ensinar essa criança, sobre a vida, as dificuldades e facilidades que ela irá encontrar em sua jornada.
Ora, se pegarmos um recipiente vazio e limpo e, colocarmos coisas sujas dentro dele, o que acontecerá? Da mesma forma, se colocarmos coisas limpas e puras, o que acontecerá com esse recipiente? Assim somos nós, ou seja, somos produtos das mais variadas experiências, acumuladas no cotidiano, seja através da observação, da experiência prática ou até mesmo das influências recebidas por outras pessoas.
Em muitos casos, somos meros replicadores de ideias e conceitos, que já nos foram passados em tempo de outrora. Hoje, falta ao ser humano, uma maior capacidade de analisar os fatos sem ser movido pelas paixões. E é muito difícil, principalmente no campo comportamental, dissociar emoção e a razão, ou equilibrá-las.
Quando lá no título me reportei a “vontade”, falo da vontade de produzir, falo da vontade construtiva, da vontade em realizar algo em prol do bem-estar ou do bem comum. Mas, temos que tomar cuidado para que essa vontade, que é benéfica, não se transforme em ações e/ou sentimentos maléficos.
Tentarei ilustrar com um pequeno exemplo: Imaginemos que alguém ao assistir o noticiário, seja surpreendido com uma reportagem que traz pessoas passando por extrema necessidade, e aquela reportagem sensibiliza a ele. Em razão disso, ele começa a ter a vontade de poder fazer algo para aquelas pessoas, para amenizar o sofrimento delas.
Ele inicia em seus pensamentos, um plano de ação e, neste plano idealiza várias frentes de trabalho, seja uma campanha de arrecadação, um evento beneficente, uma doação, enfim. Até aqui, sua vontade em ajudar o próximo será com certeza salutar, benéfica e digna de louros e reconhecimento. Imaginemos o sucesso dessa ação.
Tendo as ações alcançado o seu objetivo e, com a demonstração do resultado positivo às outras pessoas, virão dessas os efusivos agradecimentos e elogios. E esses despontamentos positivos com certeza lhe farão bem e lhe trarão um conforto, mas, se esses elogios lhe “subirem a cabeça”, opa, problemas virão.
É possível que em decorrência desses problemas o doador comece a se achar como uma pessoa acima das demais, devido a sua ação de beneficência e, comece a acreditar que é o salvador da pátria, um ser iluminado que mesmo diante das dificuldades existentes, salvou pessoas em um momento de dificuldade, começa a ser escravo de suas ações e, a cegueira de seu comportamento o fará se fartar de vaidade. Essa vaidade fará com que esse ser não enxergue as ações de outras pessoas, ou se caso ocorram, sempre a sua ação será a mais necessária, a mais útil, e por que não a melhor. Torna-se um ser, caritativo por fora e para os outros, mas, escravo de si mesmo, torna-se dependente do brilho e dos aplausos e inicia uma busca frenética por reconhecimento.
Essa vaidade desmedida, se mistura com a ambição. Ambição, que apesar de dar frutos, podem serem estes oriundos de uma árvore ruim. Este ser começa a buscar formas para alimentar sua vaidade, entrega-se de corpo e alma, pois tal qual um vício, já não consegue viver mais sem os elogios, muitas vezes imerecidos, mas buscados a qualquer custo.
E as ações? Mesmo que pequenas, serão por ele exaltadas, como se essas fossem capazes de mudar o mundo em que vivemos. E quando se chega a esse ponto, podemos dizer que esse ser atingiu um certo grau de loucura.
Loucura essa que tem como remédio, os afagos, sorrisos e elogios de outras pessoas, fica esse ser dependente total do reconhecimento alheio. Acredito que já tenhamos conhecido alguém que fora acometido por esse “empoderamento” e não vive sem ele, em alguns casos é o famoso ser que “não larga o osso”, “não desocupa”, “não sai da cadeira”, ou seja, o tempo passou, e ele ficou preso nas alfaias das grandes virtudes pretéritas.
Um ser dominado pela vaidade, ambição e loucura, penso que facilmente possa ter crises de Deus, se achando superior as outras pessoas, acreditando que somente suas ações são as corretas e verdadeiras e, que o caminho a ser trilhado, deve ser traçado por ele, afinal ele é o norte iluminado.
Devemos ter cuidado sempre, e se possível, policiarmos nossas atitudes, revendo como as nossas ações estão ecoando em nosso ser interior. Temos que ter a lucidez de avaliar cada sentimento e saber qual devemos deixar florescer, e qual devemos tratar como erva daninha.
Concluo dizendo que somos seres alimentados pelas nossas próprias expectativas e ambições, elas de certa forma nos conduzem pelos diversos caminhos da vida. Lembrando que todos os dias colocamos algo em nosso recipiente e, prevalecerá o que de maior quantidade tiver. O ensinamento do Nazareno ao dizer que não se deve tocar trombetas diante de ti, nos é um ensinamento prático, ou seja, não é necessário que as ações sejam declamadas e cantadas em verso e prosa por si mesmo. Se busca reconhecimento, apenas trabalhe, e o faça em silêncio, não soe as trombetas, o reconhecimento virá de forma espontânea, natural ou até mesmo divina. Se não vier, não há problema, pois afinal, você estará trabalhando em prol de algo maior do que você mesmo e, sua recompensa certamente virá.
Pensamentos Ingênuos
Em uma certa época vivi em um país onde o ego e a vaidade eram os principais sentimentos que motivavam seus habitantes. Fiquei por muito tempo indagando-me do porquê de tanta vaidade e oportunismo. E não cheguei a resposta alguma. Nada se encaixava!
O amor, o respeito e o companheirismo?! Ah, esses já tinham se perdido há muito tempo. E o que restava era o egocentrismo. Mas, felizmente, cheguei a conclusão de que era eu quem não pertencia àquele lugar.
Vaidade é a valorização que se atribui à própria aparência, ou quaisquer outras qualidades físicas ou intelectuais, fundamentada no desejo de que tais qualidades sejam reconhecidas ou admiradas pelos outros. A vaidade de um dia lindo e iluminado já se inicia. Que seja esplendoroso para todos!
VAIDADE
Dizem que a vaidade é ruim.
Apenas vanglorioso se denomina com seus próprios méritos.
Exibe com soberba suas conquistas, com pouca modéstia.
Será futilidade em sua insignificância.
Com muito pouco valor, afinal há tantas mais importantes.
Sobrevive da ilusão de sua aparência.
Será mesmo que é tão ruim, tudo em exagero não é bom, mas ....
Se arrumar, o cabelo pintar, passar um batom, unhas cortadas e quem sabe pintadas.
Barba bem aparada, roupa bem passada e no ar um doce perfume.
Se olhar no espelho, e observar, não estou tão ruim assim.
Zelo consigo se faz preciso, se eleva e enaltece.
Todas as pessoas precisam de um pouco de vaidade.
Amor próprio faz parte, ame-se para ser amado.
Na medida certa, vaidade então, não é tão ruim.
Cassia Guimarães
Dos sentimentos mais prejudiciais em ambiente de trabalho, talvez a vaidade esteja entre os primeiros lugares.
Não importa a sua posição na empresa em que trabalha, você pode atrasar o seu crescimento e o dos outros devido a esse sentimento.
Se você se sente desconfortável com mudança, com uma boa ideia de um colega, com o destaque de funcionário que você coordena, ou se você centraliza as atividades se sentindo mal quando percebe que não está no controle de tudo e ainda tem dificuldade em voltar atrás em uma decisão...cuidado… você pode ser uma pessoa vaidosa profissionalmente.
A vaidade cega, prende, atrapalha e desestimula.
Não tenha medo de mudar e comece a treinar a se sentir bem e confortável com o crescimento das pessoas ao seu redor. Aceite que você não tem controle sobre as atitudes e decisões de ninguém. Comece a ajudar os profissionais a desenvolverem o seu potencial trabalhando em prol do crescimento de todos.
E entenda que por mais qualidades que você acumule, a vaidade sempre irá ofuscar o seu brilho!
A casa da vaidade anda cheia de gente viva que morre aos poucos. Que não se contenta com o que conquistou e quer trapacear as conquistas alheias. Que deseja o inviável aos seus próprios limites. Que nasceu pra voar, mas que prefere rastejar na floresta de lama com a intenção de sabotar o ninho dos outros pássaros.
É quem envenena a alma só para apagar a luz do outro. É quem se define. Quem se acostuma. E que poderia ser mais, mas prefere o mínimo. Pois não consegue ir além daquilo que pensa todas as manhãs. O dia todo.
E isso não tem nada a ver com conhecimento, com sabedoria, com intelectualidade ou inteligência. A vaidade, geralmente, é um sintoma desses todos.
Meu pai dizia: Filho, onde quer que você chegue e por onde vá, nunca esqueça de manter os pés no chão. Se policie, se vigie. Até que a humildade seja um hábito.
Como deve ser apertado o espaço de quem precisa apequenar o outro para se sentir grande. Como deve viver o mundo das ilusões de que é maior, sendo que se rebaixa tanto.
Como deve ser triste saber que, sem a maldade, a vida não anda. E como deve ser tenso saber que, ao lado da maldade, um empurrão nunca é pra frente. Mas pra derrubar o ego.
E preste atenção: a vaidade não tem mãos para levantar ninguém.
Trate com carinho quem te ama!
Não permita que sua vaidade plante incerteza e sofrimento
Pense que ser mulher é fragilizada, mas também luta
Ser coragem, mas também medo
Ser amante que te quer e na distância padece
Só permita que sua severidade seja maior que o afeto se existi à certeza que chegou afim...
Só assim demonstrará que um dia teve respeito pelos seus sentimentos de alguém que se dedicou a ti.
nas sombras a chuva que caie
rebento que chora em tuas vaidades,
escolhas mortas por vontades,
desejos que se esvaíra por querer
ainda assim quero mero destino.
entre tantos caminhos o seu prazer...
dizendo entre linhas e curvas
terminam em tuas cavas
como sonhos que desaguam em sombras
que te fazem gemer
entre abito de línguas e linguajares
o sopro que delimita o desejo,
sendo intenso mais e mais seu querer
mais fundo faz mais
tudo que se embriaga nos dito amor.
Conhecer se a si mesmo é fazer de si próprio um julgamento sem fraqueza, sem vaidade, sem orgulho,sem presunção,sem injustiça. É medir suas próprias condições com pesos legítimos; é ver suas más qualidades sem reservas e suas boas qualidades com simplicidade.
Conhecer se a si mesmo não é simplesmente ser possuidor de uma filosofia que explique seu modo de pensar e agir; é antes, ser possuidor de um conhecimento de caráter ativo, realizador. Não é só viver d sua memória, repetindo e imitando certas definições; é antes, olhar constantemente para dentro si mesmo, com olhos de auto-crítica, e comprovar pela experimentação, o potencial das suas possibilidades para o progresso.
O corre percorre
Se abastecendo de ansiedade
No instante seguinte
A gula se entope de vaidade
Por que?
Pra que?
Entre tantas opções ele escolhe não escolher
Viver sem amor
Viver por amor
Dois laços que se cruzam
Em cada passo
Ambos os lados tá sempre ocupado
De preocupações de distrações
Afazeres que deixam distante os corações
Distante do mundo distante de todo mundo
Seria mais fácil se fosse em conjunto.
SOBERBA
A soberba é amiga íntima da vaidade
Tem parentesco com a presunção,
Seu ambiente respira suntuosidade,
Mergulha no orgulho, vazia de coração.
A soberba não aceita correção,
Pois se acha dona da verdade.
Não permite olhar para a razão,
E nem admite contrariedade.
Nada é tão destruidor como a soberba,
É uma doença que ataca o interior
Ela não enxerga nada, a não ser a si mesma,
Não tem companhia e nem fiador.
A soberba não é muda, mas não sabe escutar,
Mas no silêncio é ardilosa e assassina,
É um castelo de areia na beira do mar,
Que te inflama e depois te arruína.
A soberba não vê o futuro.
O que interessa é o agora,
Ela quer o controle de tudo.
Nunca tem pressa de ir embora.
A soberba é uma festa na qual você é o convidado,
Regada a muita realeza e vaidade,
Embebecida num orgulho desenfreado,
Servida na taça da superficialidade.
Do mesmo jeito que antes do furacão,
Vem a tempestade com a força da natureza,
Da mesma forma, antes da destruição,
Vem a superioridade e a soberba.
A soberba é o maior de todos os pecados.
A ideia louca de querer viver sem o Criador.
É a onipotência de quem se julga o mais preparado,
Custa caro. O saldo será sempre devedor.
Mães novas e mães idosas.
Mães simples e mães vaidosas.
Mães zelosas, mães carinhosas e caridosas.
Mães solteiras e guerreiras.
Mães pais, mães avós, mães irmãs e mães
bisavós.
Mesmo as que estão lá no céu,
por quem os filhos choram.
E as que choram pelos seus filhos que estão no céu.
Todas as mães são amor.
Amor de sangue ou de coração.
Para elas não há diferença.
Mãe é quem ama!
Seja lá como for, a maneira como se chama.
Mãe é quem cuida e protege.
Mãe é quem agradece por ver
o filho contente.
É quem pede a Deus para que ele fique bem.
E mãe vai além!
Mãe também é flor que tem espinhos.
Que as vezes precisa ferir para corrigir e depois ver o filho sorrir.
Mãe é presente, é carinho, é proteção.
Mãe é colo, é conforto, e dedicação.
Anjo
Não, ela não é santa
Ela tem seus defeitos
É mulher vaidosa
Bonita também
Às vezes fica zangada
É firme às vezes
Mas também é amor
E seu amor...
Nunca se cansa
Ele nunca tem fim
Suas mãos são de fada
Corrige com carinho
Se põe de castigo
É também com amor
MÃE é assim
Um amor grandioso
Uma grande mulher
Que cuida com zelo
É grande guerreira
Não desiste da luta
Mães são terouros
Anjos aqui na terra
Que cuidam, que amam
São flores, da primavera.
ANTÔNIMO
O consumo exagerado é estimulado por o que temos de pior, que é a nossa vaidade, e essa só aparece quando alimentamos nossa individualidade, que por sua vez é reflexo de nossa educação. Porém pelo mesmo caminho podemos mudar isso, trocando essas palavras por seus antônimos: individualidade-coletividade, vaidade-humildade, consumo-economia, que chegaremos a um convívio melhor.