Textos Reflexivos sobre Crianças
só sinto saudades,mais tanta saudades,do tempo de criança,dos tempos que pegava o coberto para fazer uma casinha de boneca,dos tempos que brincava na rua de bicicleta nos dia de sol,dos tempos da teimosia por curiosidade de uma criança que só queria tirar os pontos de interrogação da sua lista,dos tempos que a tristeza não dava espaço,dos tempos que não voltam mais...
É desse jeito que me sinto, eternamente criança. Por cada dia que acordo repleta de sonhos e de esperança, feita uma criança eternizada. Por cada novo amanhecer. Por cada novidade. Por cada novo acontecer. Meu coração sempre rejuvenescendo. Estou na contramão do envelhecimento. Vivendo cada dia tão intensamente. Por essa vida sempre aprendendo! Que idade eu possa agora ter? Pela hora do dia... Acabei de nascer! Sinto-me uma recém-nascida. Por cada novo dia... Chegando a essa vida!
"[...] A criança brinca e joga, e mais que o adulto, porque tem em si um potencial de vida que a faz procurar maior amplitude de reações: ela grita naturalmente em vez de falar, corre sem parar em vez de andar, depois adormece profundamente, com a colherada de sopa na boca, e nada a despertará até a manhã seguinte. A atividade que lhe é permitida ou tolerada pelos adultos e pelos elementos não basta para gastar todo esse potencial de vida, ela precisa de um derivativo que não pode imaginar totalmente, que se contenta em copiar da atividade dos adultos, adaptando-o à sua capacidade."
Um dia quando era criança ousava, corria sérios perigos, e no meio disso tudo me divertia. Podendo hoje expressar que tive uma infância magnífica, por ter vivido tantas coisas. E depois de uma certa idade até me questiono como ainda estou viva por inúmeros perigos que corri sem saber. Andei pensando e acho que o erro do adulto é saber demasiadamente das coisas e das suas consequências, e com isso descobrir o medo e viver em torno dele.
Criança na rua, menino drogado, há que triste ilusão, que mundo largado, se as almas perdidas pudessem contar, quão diferente seria para quem aprender a nadar... Tem criança sem infância, sem dia, sem alegria, o mundo escondeu os sonhos e trocou por desafios, hoje, não apenas na favela mas do lado externo de fora pra dentro do seu quintal meu caro amigo, veja o olhar frio, um coração que era quente agora grita por abrigo. A vida trocou os brinquedos comuns por outros que matam.
Amor essa noite será uma criança e nós seremos brinquedo, Hoje vamos produzir o nosso som e nenhum ruído vai estragar a musica da paixão,deixa o paraíso se mostrar ,esfrega o seu corpo no meu,teu corpo é algo perfeito dentro dos meus lençóis,o nosso amor vai tocar o céu como um par perfeito agora o meu anjo é você,te amarei, eu sempre fugi toda mulher errada para vir me colar a você! vem de corpo e alma se entregar em mim
"DESPERTE A CRIANÇA QUE EXISTE EM VOCÊ TODOS OS DIAS. A VIDA É DEMAIS PARA SER LEVADA TÃO A SÉRIO. SORRIA, CHORRE, CANTE, DANCE, PULE, AME, TOME BANHO DE CHUVA, E O MELHOR DE TUDO: TENHA O CORAÇÃO PURO!!! QUEM TEM CORAÇÃO PURO, CONSEGUE SENTIR MAIS, VIVER MAIS... LEVE ALEGRIA ONDE ESTIVER, SEJA ALEGRIA ONDE QUISER." Gostosuras ou travessuras??!
Todos fomos crianças. Todos sem exceção, não importa a condição de vida em que vivíamos, montávamos nas asas da imaginação ao brincar com coisas simples. Me lembro de uma reportagem onde até o repórter chorou ao visitar uma zona de extrema pobreza. Tinha um menino que brincava com ossos, fazendo de conta "que aqui é um boi, aqui é o filhinho do boi, aqui é uma mesa, etc". Faltava-lhe tudo: moradia decente, água, comida escassa, muito escassa. Roupa, só uma. Mas tudo isso não o impedia de voar dentro da sua própria imaginação. Todos fazíamos isso. Me lembro que eu e meu irmão com uma poltrona e 4 cadeiras e uns pedaços de fios, tínhamos uma carruagem do velho oeste. Que montar uma árvore de natal com bolinhas feitas de papel alumínio e algodão nos lembrava na neve que nunca vimos e do Papai Noel que já sabíamos não existir a não ser na nossa imaginação. Um lençol e 4 cadeiras era nossa cabana, que também podia servir como nossa caverna secreta. Hoje sofro de adultice, mas, não deixo meu lado criança de lado. Se consigo ter uma televisão desejada, nova, me sinto como quando meu pai comprou uma: levantava bem cedo de manhã várias vezes até me acostumar, simplesmente para ver se a televisão continuava no mesmo lugar, pois sabia que dali sairiam aqueles desenhos, aqueles filmes, aquelas novelas, e me levariam também ao mundo cheio de imaginação e fantasia. Hoje as pessoas se levam a sério demais, perderam a sua criança interior. Algumas estão comigo: ainda são capazes de sonhar, de voar no mundo da imaginação, deixando um pouco de lado o mundo cheio de problemas a enfrentar. E você? Onde está sua criança interior?
Ao pensarmos na responsabilidade social, moral e cívica de nossas crianças, é indiscutivelmente imprescindível lançar mão da reclusão partidária do nosso egoísmo espiritual tendencioso e iniciarmos uma trajetória de busca pelo conhecimento, pelo saber, e este só vai ocorrer na medida em que houver pessoas comprometidas com Deus e não com o meio.
“Tempo de criança é tempo de esperança, tempo que conduz o ser a um mundo de eternas lembranças eivadas pelo frescor inusitado de momentos que não voltam mais... a não ser, através do pensamento que, por sua vez, é capaz de rebuscar e transpor qualquer anteparo que limite o ontem e o agora.
Quais as causas de tantas crianças e adolescentes viverem nas ruas. As respostas indicam três principais:a desestruturação das famílias, os pais carentes que não podem sustentá-las e a falta de iniciativa do governo. São alguns indicadores, mas há outros. A própria sociedade é também responsável pelo problema, por não criar condições de vida familiar digna e não projetar um modelo social mais humano. Procura-se fazer do material e econômico a base de tudo, sem se pensar em outros valores fundamentais...
O olhar de uma criança, é inocente, puro angelical, o olhar de um adolescente, é curioso, desbravador, interrogador, o olhar de um jovem, é de anciedade, eu já sabia, conheço, eu já vi, o olhar de um adulto, é experiente, paciente, o olhar de Deus, é de miséricordia, complacencia, sabedoria, porisso senhor ensina nos a sorrir, e dai-nos sabedoria para entender o sorriso do meu irmão, para que nunca o devolva com indiferencia. pense nisso, paulo guerra.
Tive uma boa infância, não posso reclamar. Acho que sou uma das poucas crianças que nunca pediu para crescer antes da hora. Adorava acordar cedo e ir brincar, mesmo sendo filha única e fazendo isso quase sempre sozinha. Ia logo cedo ajudar meus avós com os afazeres, tomava um copo de leite puro, adorava o bigode branco que ele me proporcionava por alguns instantes. Me sentia feliz, tinha amigos imaginários que sempre se divertiam comigo quando eu tinha quase um time completo de futebol, mesmo estando só. Porém, em minha imaginação eu tinha um time completo, dos bons, que só entrava para ganhar o tal campeonato. Me lembro como se fosse hoje das tardes em que me debruçava sobre a barriga do meu avô enquanto ele dormia, e ele me fazia cafuné até eu pegar no sono. Esperava ansiosamente a hora em que minha avó me chamava para ver a sessão da tarde e comer um delicioso pão com presunto e queijo (confesso que até hoje nunca comi um igual). Pena que minha infância passou rápido, me lembro de muitas coisas como se fossem ontem. Confesso que continuo com o coração de crianças e amo cada uma delas, por sua pureza, alegria e sinceridade. Ah que saudades de minha infância.
Quando nascemos, queremos coisas de criança. Brincar, jogar bola, empinar pipa e desenhar. Quando alcançamos a bagunça que é a adolescência, choramos à toa, queremos beijar na boca, trocar confidências com os amigos e estarmos certos em tudo. Quando passamos dessa fase aborrecente, e nos transformamos em adultos (ou quase) deixamos tudo isso para trás. Vem a faculdade, o trabalho e mais algumas iguarias de responsabilidades, as coisas de crianças esquecidas, a adolescência soterrada. Vem a construção de uma família, os filhos e os netos. E a velhice? Ah, a velhice vem. Traz de volta a vontade de ser criança. Traz idas frequentes ao hospital, e a aproximação da família. Traz aquela nostalgia gostosa, aquela vontade de chupar um picolé, e se lambuzar sem medo de alguém estar olhando. Traz aquela frase à tona "Ah, na minha época..."
Crianças lutam em nome de Deus, aos olhos de Deus, amam em nome de Deus. Crianças são recrutadas para a luta em nome de Deus. Deus com todo seu poder supremo, onipotente, nada o Faz, Deus não intervém junto a negligencia de seus filhos que doutrinam suas crianças em nome da fé. Para tanto, os conflitos e as guerras.
Não há nada mais letal do que julgar como mentiras determinadas expressões da criança e se focar em meios de tratar este "sintoma". Sempre há um desejo oculto por trás destas fantasias, dar atenção a tais conteúdos é a única forma viável de tornar reais (satisfazer) ao menos alguns de seus anseios.
Das crianças... agora comecei a ter contato com uma figurassa. O filho de 4 anos do síndico do meu prédio, o Gabriel, que vai jogar bola numa parte do terraço que é colada na minha varanda. É o filho do meio de uma família bem situada na sociedade e, como natural, muito mimado pelos pais e um outro irmão. Goza de perfeita saúde e leva uma vida normal das crianças da sua idade. Está sempre aqui no terraço brincando sozinho, jogando bola, tentando, pelo o quê eu escuto, imitar os craques da seleção. Aí começo a me identificar com ele. Como eu, ele também é, pelo que percebo, controlado por uma necessidade de fazer gol que lhe acompanha, diariamente, até o momento de dormir. Como eu fui um dia, apesar do carinho dos pais e do irmão mais velho, deve-se sentir sozinho nos períodos escolares, sem parceiros para as traquinadas da idade. A não ser nos dias de domingo, quando reparo que o levam para uma vila aqui atrás, onde ganha a rua para brincar com alguns garotos da sua idade, mas jamais afastando-se do local. Cópia do que eu fui, também ele joga sua bola imaginando dribles impossíveis e gols inimagináveis dos craques de hoje. Aí que entra a questão, quando ele dá um gritinho Vai "NIUMÂ" (Neymar) e a bola cai aqui na minha varanda hahaha. Como os chutes estão frequentes nos finais de semana, ele já me chama na intimidade, com uma ousadia impressionante: "XIÔÔ (tio), "QUÉ" PANHÁ BÓIA". E lá vou eu devolver a bola para que o jogo não pare por incompetência do gandula. E daí, talvez, a gratidão manifestada pelos cumprimentos e acenos de mão com que me agracia ao passar por mim agora na portaria. Tentando avaliar o peso da cruz que cada um carrega e, sobretudo, vendo o Gabriel, nos finais de semana me posicionando como gandula na varanda, e nunca deixando de me cumprimentar ao me encontrar na portaria ou na rua, espero que ele possa crescer sem encontrar maiores obstáculos no mundo cão em que vivemos, e que este século que ele irá enfrentar adulto seja menos violento e ofereça às pessoas maiores possibilidades de realização dos sonhos de vida. Sinceramente é o que eu desejo ao meu "amigo" Gabriel...
Como uma criança que nasce e passa por vários estágios até seu completo caminhar, o dependente químico que quer vencer alcança sua sobriedade e recuperação. Resgata o que perdeu em função de uma doença tão devastadora, deixando de ser o “escolhido”, abraçando com muita dignidade e garra sua liberdade em “escolher”.
"Quando eu era criança achava que com a idade que estou, estaria casada, com dois filhos, com minha casa e uma vida estabilizada. Conforme a vida foi passando tomei muitas decisões que me levaram pra caminhos distantes de todos esses sonhos. Decisões erradas, pois ninguém deve abrir mão dos seus sonhos, nem por nada e muito menos por ninguém. Pois é, hoje em dia, já não sonho mais com essas coisas pois as substituí por outras. E a substituição mais importante foi que estabeleci um compromisso com a felicidade! E pra ser feliz eu não preciso de mais nada disso! Eu só preciso me cercar de coisas e pessoas que me façam bem. Coisas e pessoas que despertem meu amor, minha paixão, minha ternura, minha alegria, minha solidariedade, minha generosidade, minha lealdade, minha bondade. O que era mesmo que eu queria da vida?"
"O que se faz agora com as crianças é o que elas farão depois com a sociedade. Então que tenhamos com ela o Respeito, o Amor, a Autenticidade e que saibamos aprender com ela o Perdão, a Inocência e a Felicidade vivida, segundo a segundo. As vezes aprendemos mais com elas, do que possamos ensinar."
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