Textos que Descreva a Si Própria
"Quando você gosta de alguém,
abre um espaço dentro de si.
Um espaço que esperamos que
seja bem preenchido.
A partir daí,
qualquer centímetro que sobrar,
nos tornará inseguros.
Não podemos explicar.
Não conseguimos calcular o
tamanho exato que se deve ser aberto ou o quanto precisamos fechar depois de um tempo.
Pensamos demais.
Nunca poderemos saber de fato,
se o amor completou o vazio, ou
se o vazio se completou com amor."
VIAJAR PARA QUÊ? ("O homem não precisa de viajar para engrandecer; ele traz em si a imensidade." — François Chateaubriand)
As pessoas que me julgam incapaz de ser feliz, que não sei viver; comparam-se comigo, medem nossas ações, pois querem se sentir bem às minhas custas, sem outro motivo nobre para viverem: viajam muito ou, pelo menos, dizem que viajam. Assim, anestesiam a dor do excesso de ócio. Viajam para ver coisas novas. Os ricos viajam a negócios e postam suas imagens na internet. O pobre gasta as suas economias na viagem, o rico ganha... Vejo pessoas mais pobres do que eu, sugerindo-me a viajar, pois é seu método de ser feliz. Que felicidade é essa que me deixa mais pobre ainda. Detesto viajar, sou um pobre valorizador do que possuo. Os que se fazem superiores, dizem que viajam muito. "Para viajar basta existir" — desse Fernando Pessoa. Então, contento-me vendo os vídeos dos que viajam a trabalho. Pelo menos, não me empobrecerei mais ainda. (Cifa.
O achismo tem dois lados e os dois podem não carregar em si a verdade.
O da parte de quem possa estar do lado correto como da parte de quem possa estar do lado errado, correm o risco de estarem com a suas visões no imaginário de seus pensamentos e equivocado em suas conclusões distorcidas e de ambos os lados , sem nenhuma verdade em suas afirmações .
OS TEMPOS SÃO OUTROS ("O mal dos tempos de hoje é que os estúpidos vivem cheios de si e os inteligentes cheios de dúvidas." — Bertrand Russell)
Os professores não dizem mais, "Isto é verdade." Ou "Isto está correto" ou "Hoje eu quero lhes ensinar algo do meu tempo." Eles perguntam, "Joãozinho, o que você acha...?" e "Mariazinha, o que você faria...?" Isto não é educação, isto não é instrução ou treinamento. Isto é alimentar com o fertilizante do rápido "crescimento" a mais perigosa erva daninha no universo - o coração humano. Seria mais inteligente adorar a lua, pois o adorador lunar pelo menos está buscando o que é mais alto do que ele próprio e do resto da sua raça ignorante! A modinha toma conta e faz o efeito manada poderoso. Assim, o cachorro se torna mais importante do que crianças e idosos; colocam as crianças na creche, os idosos no asilo e vão passear com o cachorro; a sodomia é um estilo de vida aceitável e respeitável, porque não procria e não nega o prazer; salvar árvores é mais importante do que evitar um acidente; odiar pode, se o pecado for o alvo odiado, podendo amar o pecador; a música imoral e a pornografia são arte; o islamismo é uma religião de paz e amor. CiFA
"Tudinho junto, com mais Fernando, juntando tudinho não dá nenhum"
† Manoel Cabral da Silva 23/12/2021
"...Eu não vou descer nem nada, eu só vou soltar ele aí e vou embora. Ah então, se ajunta vocês tudinho, quê é uma laia só. "Tudinho junto, com mais Fernando, juntando tudinho não dá nenhum"
† Manoel Cabral da Silva 23/12/2021
Esboço de epistemologia _ 1
Os sentimentos são entes, pois não se faz ser em em si, ou dado pela natureza; ele é produto da interpretação que damos às nossas sensações, sendo assim, são produto da percepção de algo externo a nós que nos "abala", um choque de informações derivadas do orgânico e suas funções, pertence, portanto, ao reino mental, uma contiguidade entre sensação e causa é o que gera ideias, ideia da sensação, que é sentimento; a tal contiguidade entre sensação e causa é produto quase que efeito colateral de um encéfalo demasiadamente grande (em proporção com o corpo) e denso (em n de neurônios), produto, também, da evolução, daí a semelhança entre a relação cérebro × mente e hardware × software. O que chamamos de percepção já está implícito na semântica o mental, o cérebro como função interpretar (mundo externo) o que está em contato com nosso corpo (diretamente ou indiretamente); faz-se a imagem do objeto que nos abala com o eu envolto nele, ou seja, no reino mental. Assim sendo, quando falamos que sentimos algo, falamos que intuímos um objeto dado pela percepção através da sensação ou intuímos um objeto como coisa-em-si que nos abala através da imagem dele nos entregue pela percepção, que deriva-se da sensação (do ser senciente). A impressão do objeto não é ordenado à compreensão de nosso aparato cognitivo, o ordenamento é definido por determinadas regiões do encéfalo. O ser percipiente de dar através da faculdade da receptibilidade, que provêm da 'consciência no impresso'. O invólucro entre eu e objeto é doxamente sabido ao pensarmos no objeto, quanto mais intenso for o pensar nos parece que mais distante fica de nossa compreensão; podemos inferir indiretamente pela interpretação dos ditos populares, como discursos, "O importante é viver a vida", "Não pensa de mais se não você fica doido", que o pensar nos é inútil e isto nos dar uma plausibilidade para supormos que a explicação é que 'quanto mais vou mais vai', ou seja, a busca do conhecimento inversamente proporcional ao conhecido do objeto, porém, isto se dar como fenômeno e não fato em si, vejamos, o eu não pode ser o discurso, o subproduto da linguagem, pois o eu não é acabado em sua compreensão, como bem descreveu através do conceito de identificação o psicanalista francês J.Lacan, sendo assim, o eu é antecessor ao discurso ou se estrutura nele, ou é a ele verossímil em natureza (no sentido aristotélico de essência no objeto). Primeiramente devemos pensar se a linguagem, que é a antecessora, é uma substância, se está contida em algo além do que nela está contido. Ao iniciarmos esta análise, em não muito tempo, veremos que estamos pensando sobre a natureza do próprio pensar, digo, como ato e isto é um meta-pensar que irrevogavelmente nos leva a filosofia de Descartes, ao cogito, onde a contiguidade é entre ideia e objeto, que se dar pelo método analógico, eis a crítica de Reid; para Descartes a percepção do objeto se dar através da imagem que se faz consciente no pensamento (ideia do objeto), porém, para Reid as sensações nos dão o objeto em si, não precisamos pensar na sensação de dureza da mesa ao pôr a mão sobre ela, a informação transmitida vai direto a consciência através do sentido primário; é por intermédio das funções dos sentidos na epistemologia reidiana que formamos para nós as concepções de extensão, solidez, espaço, ou seja, das qualidades primárias e secundárias também. Em síntese, os sentidos nos dá a sensação com o objeto já dado em nossa mente através da percepção dele pelo aparato cognitivo naturalmente capaz disto, então, concebemos o objeto. A problemática está justamente nas próprias correntes filosóficas defendidas, onde para ele (Descartes) o objeto é a ideia na mente, onde o próprio objeto percebido é a percepção daquele objeto e que inevitavelmente recai no ceticismo, eis a crítica de Reid a teoria das ideias; o Reid adota o realismo direto, haja visto, a adoção do senso comum, onde as crenças têm um papel fundamental na percepção e concepção, daí o fato de o chamarem de falibilista. Poderíamos traduzir estes extremos da seguinte forma, não é o encéfalo, mas a mente que interpreta os objetos (Descartes), o objeto já nos é dado (Reid), porém, não só não há evidência positiva (na neurociência) a favor ou contra a ideia de Descartes, como não há evidências fortes e o suficiente para a afirmação extraordinária que sua filosofia nos leva, é questão de proporção, peso e contrapeso, e no caso de Reid há sistemas de sobra contra a simplicidade da sua epistemologia. Ambos recaem na relação eu-objeto e adotam inconscientemente tais premissas, respectivamente, eu>objeto, objeto>eu; faremos uma breve investigação lógica a respeito disto. Sou se o mundo existe, não sou se o mundo não existe, porém, o mundo continua a ser se não existo, então, a relação não é bicondicional. Tentemos portanto o princípio da contraposição logo no universal, somos se o mundo existe (S), se o mundo não existe, então, não somos (T) ou para todo sou ( ∀S→T ⇔ ∀¬T→¬S); o mundo existe por pensarmos nele (U), porém, ficaria a par da semântica, então, a sentença é problemática em si, mas podemos utilizar o silogismo hipotético S→T, T→U ⊢ S→U, podemos interpretar, respectivamente, que sou (como universal homem) se existo é equivalente a não existo se não sou e sou (como universal homem) implica a existência do mundo, a existência do mundo implica o pensar sobre ele, então, o sou implica o pensar de acordo com a propriedade da transitividade da implicação.
O sou é sinônimo de existo, por isso quando exclamo, Sou! Automaticamente estou dizendo, Sou no mundo! Da mesma forma a força da expressão indica um reconhecimento de si em pensar através da linguagem e como existente. O sou é ato de linguagem, por sua vez, do pensar; assim como o pensar é ato sempre, também penso no pensar estando nele, ou seja, pensando. Por isso a ação intelectiva é ininterrupta, sempre está apontando para várias 'direções qualitativas', memória e imaginação. Como demonstrado no meu artigo psicanálise e lógica matemática a linguagem tem uma relação de interdependência com a razão, logo, com o pensar. Sendo o pensar no ato da razão (significante), o significado pensar está submetido ao significado do significante, ou seja, seu sentido, sendo ele desprovido de substância o pensar o seria de sentido e todo o ato filosófico seria inútil. O próprio reconhecimento de estarmos pensando pressupõe um observador, mas é aí onde mora o erro fatal de Descartes, esse salto lógico se dar a partir da analogia (método analógico) entre o ato como causal ou produto de um Eu, a causa (que deveria causar uma variação do movimento natural no eu); perceba que Descartes ao afirmar que só não posso duvidar que 'estou pensando', ele já pressupõe um eu pensante no ato de pensar como causa disto e não se direciona a este eu (cogito) e o questiona (como objeto do pensar), pois sabia ele que entraria em um ciclo infindo de dúvida, por isso o ceticismo de Descartes não o é de fato, ao certo é um método cético. Em Reid a concepção naturalmente dá uma visão da imagem real, é uma imagem metafórica, pois na mente só há pensamentos. Para Reid a imagem não é o objeto do mundo externo na concepção, entretanto, o próprio ato de conceber pressupõe isto, digo, em termos conceber é representar e por mais verossímil que fosse, nunca seria o objeto em si, daí a aproximação com as metáforas úteis de Nietzsche e com o incognoscível da coisa-em-si de Kant. O ser percipiente que se dá através da faculdade da receptibilidade, que por sua vez provém da consciência no sentido, é em outros termos o eu de Reid, o eu que concebe, enquanto que o eu de Descartes é o eu que concebe-se no ato de conceber ou identifica-se com o ato de pensar constante, o pensando ininterrupto que remete ao Ser Pensante (cogito), que deve ser uma substância no sentido dado pelo Agostinho de Hipona, T. de Aquino, ou B.Spinoza. Se fosse a essência deste ser que estivéssemos identificando, dever-se-ia haver nele categorias para além do axioma que inferimos, ou seja, haveria nele categorias além do que nos é necessário, em outros termos, haveria em nós como ser necessário a nós um ser autônomo e desconhecido para além do seu predicado essencial, ou seria todo ele o predicado em si, como o significante universal em todos, Razão e a nós desconhecido por questão de quantidade e limpidez; a sua concepção se dar apenas no ato do pensar, a autoconsciência é o pensar sobre o ato de o estar ou sobre o ato do pensando, este é pois o eu de Descartes, a substância contida em nós do todo, o campo que estamos inseridos.
Rematando, o problema de ambos também recai nas associações equivocadas, dado a causalidade como premissa implícita e não como objeto de estudo e teorização, além de ambos assumirem que o cérebro e a mente são coisas completamente distintas, onde a relação mais próxima entre elas é de bicondicionalidade. A contiguidade entre sensação e causa se dá através do ser percipiente, por conseguinte, da substância pensante (determinante na significação do ser senciente como função) e o princípio que regula está relação é a mesma que faz a lei de causa-efeito existir; semelhante ao princípio de uniformidade da natureza, e aos primeiros princípios constitutivos do ser humano, que por sua vez é semelhante ao a priori de Kant e a res extensa de Descartes. Tal princípio primevo nos diz que a existência de corpos extensos está submetida a sua forma primária, ou seja, áreas infinitesimais em progressão em série, isto é, a primeira unidade de área que trás inclusive a existência da reta e com ela qualquer área, este é pois o postulado soberano, absoluto da geometria euclidiana, o ponto, que por sua vez está associado ao número 1, também irredutível e soberano na aritmética. Os números naturais são fechados sob a função unária do sucessor, o um, depois o sucessor do 1, depois o sucessor do sucessor do um e assim sucessivamente, acontece de forma análoga com a linearidade dos acontecimentos, o erro do paradoxo de Zenão está em supor divisões infinitas, e mesmo assim é possível somar o infinito, mas em termos geométricos, como posto, forma, o um é o único que não é sucessor de algum outro, assim como o ponto.
DESPEDIDA
Despedir-se é dar adeus a uma parte de si.
É amando ainda a presença,deixar partir.
É alimentar-se da constância da ausência.
Emoldurar cacos de vivências,
irrelevantes, na memória.
Mantendo, em desespero,
a força contínua de uma história.
É aquecer-se solitário no frio.
É deixar voar,entulhando com retalhos de afetos
o ninho vazio.
É disparar-se numa via em sentido contrário.
Despedida é a nobreza calada do amor libertário.
Quando me olho no espelho
vejo que sou arte, sou defeito
Sou palavra poética e às
vezes não me sinto por inteiro
Me constranjo pela emoção
e me encorajo de coração
O vazio que me toma me
devolve tudo em razão
Sou filho da insistência
sou fé e resistência
Eu caminho no prazo
pelos becos da paciência
Às vezes eu sou ódio
às vezes eu sou amor
Mas eu sei que sou
imperfeito... Prazer!
Sou humano;
Todo ser humano precisa amadurecer e enfrentar dentro de sí uma grande batalha - que é a busca pela liberdade de sí mesmo.
Libertar se de padrões que lhe foram impostos e não lhe fazem sentido potencializa sua força interna e retorna para sí o poder de escolher, aceitar ou transformar suas relações em sua volta.
Pensar, sentir e agir, descobrindo quem verdadeiramente és - Único.
Lutar por sua autoconsciência lhe trará autonomia e individualidade para poder se relacionar em qualquer esfera com plenitude e acesso ao seu livre arbítrio.
* Sua Beleza é sua essência.
* Sucesso é certo.
Ao te ver sorri, sorri porque te enxerguei.
Aquele sorriso lindo, logo me encantei.
Um encanto singelo e muito sincero.
Quem diria aquele dia seria tão belo.
O céu azul estrelado, um mar cor caribe.
Elementos que deixam o cenário sublime.
Com uma espontâniedade que até me inibe.
Essa alegria é única e que nunca a subestime.
A cada dia que te conheço vejo essa alegria.
A comunicação flui sem nenhuma agonia.
Nem esperava tanto que isso iria acontecer.
Essa sua singularidade é linda de se ver.
Nunca deixe que ninguém faça a perder.
Porque sendo assim é saber viver.
O que é sucesso?
Sucesso é ver o que se tornou e sentir orgulho de si próprio(a).
Sucesso é deitar com a cabeça em seu travesseiro e ter a consciência de que você e honesto(a) e integro(a) em suas atitudes.
Sucesso é ter pessoas que você ama e elas o à tem.
Sucesso é você ser inspiração e exemplo para alguém.
Sucesso é você não ter nada, mas ter tudo que te faz ter, Sucesso.
Seja você alguém solteiro ou comprometido, se ainda não o faz,
comece a Namorar a si mesmo, sinta a felicidade de estar consigo, perceba suas qualidades, não foque tanto nos seus defeitos, ou seja, demonstre a si um amor de verdade, um necessário respeito.
Penso honestamente que quando o amor vem de quem sabe se amar, deve ser um mais caloroso, acolhedor, mais saudável, que tem mais valor, um bem de quem está se amando para quem está sendo verdadeiramente amado, um inconfundível sabor.
A reciprocidade é rara e ficará ainda mais difícil de existir se uma das partes não se ama, além do mais quem tem amor por si, saberá a hora adequada de ir embora, portanto, um amor verdadeiro precisa ser certeiro de dentro para fora.
Há quem ouse fingir, não perceber o mal que a si mesmo faz.
Que se cala em um turvo silêncio, insistindo em chamá-lo de paz.
Que paz? Não é paz! Se nunca aprendeu, é orgulho ou capricho.
Por não querer se reciclar, prefere conviver com o lixo.
É a saga do centauro, cara de homem, coração de bicho.
Entre tantos e todos, sendo só em si mesmo. Sentimento assombroso insiste em ficar, e como explicar?
Entre idas e vindas, uma estrada, uma vida, são muitos e nada faz mudar.
Entre erros e acertos, aprendendo a viver, na vivência, na prática, na raça.
Entre ganhos e perdas, só há uma certeza, somos instante e tudo que temos é passageiro.
Entre linhas contínuas, se faz uma vida, com pausas e vírgulas, até que se chega ao ponto final.
Fui alcançado prontamente por uma vívida gentileza sonora no íntimo de uma melodia entusiasmante sicronizada com o ritmo da chuva que foi intensificando gradativamente, ficando cada vez mais forte e emocionante, deixando aquela breve ocasião muito envolvente.
O som do tempo lá fora estava muito evidente e aparentemente incansável num grande espetáculo celeste, enquanto que as notas iam se reunindo harmoniosamente, todas empenhadas para acompanharem o mesmo compasso com um entusiasmo reluzente.
Este sincronismo certamente foi muito significante, a chuva que caiu expressivamente, inspirou uma linda música e reunidas deram inspiração pra estes meus versos, minha mente e a minha alma foram tocadas por este nexo de artes, uma sonoridade divina, palavras poéticas e uma musicalidade bastante emotiva.
-Ser delicado-
Conhecer
Conhecer a si próprio
Conhecer a todos
Ate que ponto podemos julgar
A min
A você...
Julgar sem conhece
Sem entender
Sem se importar
Conheço o que?
A sua casca
Pode ser ela,
linda
Podre
Invejável
Desgastada
Julgar a sua superfície
de forma tão...
Delicada
Destruir seu infinito
de forma tão...
Abusada
Que mal tem?
Você se deixa levar tão bem
Ser que julga
Ser que conhece
Como pode
de forma tão
Deprimente
Se denominar
Delicado
Cuidar de si mesmo é uma tarefa fundamental na vida de qualquer pessoa, e é um aspecto importante do cuidado em geral. Quando falamos em cuidar de nós mesmos, estamos nos referindo a uma série de práticas e hábitos que visam preservar nossa saúde, bem-estar e felicidade.
Uma das primeiras coisas que precisamos fazer é dedicar tempo e atenção a nossas próprias necessidades. Isso pode incluir coisas simples, como dormir o suficiente, fazer exercícios físicos regularmente, comer de forma saudável e equilibrada, meditar ou praticar atividades que nos relaxem e nos deem prazer.
Podemos incluir coisas como aprender a gerenciar o estresse, praticar a autocompaixão e a aceitação, buscar ajuda profissional quando necessário, estabelecer limites saudáveis em nossos relacionamentos (amigos, família, pessoal) e desenvolver a resiliência emocional.
Cuidar de nós não significa que somos egoístas ou egocêntricos, mas sim reconhecer que nossa própria saúde e bem-estar são fundamentais para podermos ser úteis e contribuir para o bem-estar dos outros. Quando estamos bem, somos mais capazes de lidar com as dificuldades da vida, de sermos pacientes, tolerantes e compreensivos com os outros, e de lidar com as situações de forma mais construtiva e positiva.
Dona de si ..
E de uma vontade enorme de fazer o que dá na cabeça... não ligar com a opinião de ninguém porque ninguém paga as contas dela... livre, leve e solta feito pluma ao vento.. vai onde quer, faz o que bem entender e não está nem aí pra julgamentos.. ela é linda, ela é do bem..ela é forte e destemida.. ela é ela né.. e o resto é resto.. Mulher com M maiúsculo... ela se garante até no sorriso... perfeita feito poesia..feito rima..
Existe uma diferença entre acreditar no impossível e acreditar em si mesmo.
Existe uma diferença entre ser ingênuo e ser sensato.
Existe uma diferença entre alimentar utopias e alimentar sonhos.
Existe uma diferença entre fantasia e realidade
Quando a gente delimita muito bem essas diferenças, fica fácil nos permitir. Nada nos impede de fantasiar, isso é até saudável, mas saber que nem tudo que se fantasia pode ser transformado em realidade é fundamental para a nossa saúde mental e felicidade.
Então, permita-se! Se existe 1% de possibilidade vai lá e coloca 99% de trabalho e faz acontecer, caso contrário não perca tempo, o seu bem mais precioso tentando transformar pedra em flor.
Amanhecer
No amanhecer bem vindo
desabrochou em si
o amor mais lindo.
Seu abraço, seu lar.
Seu coração, seu lugar.
Em seu olhar só há ele para inspirar.
No amanhecer bem vindo
desabrochou o amor.
Há sorrisos.
Há cumplicidade.
Há esperança de dias ensolarados.
Eles são poesia e canção versando o verbo amar.
Eles são dois sóis que ao tocar o mar,
o fazem brilhar.
Eles são brisa mansa que sopra devagar, perfumando os caminhos por onde passar.
Eles são o amor que faz a poesia rimar.
Eles são o amor que floresce a cada despertar.
No amanhecer bem vindo,
dois corações transcendem
amor.
Eles são como o Poeta admirando a Flor.
Eles são o verdadeiro sentido do amor.
Tatiane Oliveira