Textos de Esperança

Cerca de 5406 textos de Esperança

Asvezes o sonho se acaba na fronteira de um pensamento
depois faz um vali,entre o sentimento e o futoro,trazendo uma colheta quase que empossivel,avida se faz sem sentido,se faz sem rumo, e nos coroamos,por algum tempo em uma coroa de espinhos, a procura,de uma outra saída,e não existe nada mais que não seja ter que esperar pelo tempo,porque so ele tem a capacidade de nos dizer o que estamos buscando.A encerteza vai nos levando,a um mundo desconhecido o qual nunca estivemos,mas precisamos ir, porque nada fica,nada volta e tão pouco para, somos apenas capachos,entregue nos braços de alguma esperança,e nada mais.

Inserida por tudoazul

Asvezes o sonho se acaba na fronteira de um pensamento
depois faz um vale,entre o sentimento e o futuro,trazendo uma colheta quase que empossivel,avida se faz sem sentido,se faz sem rumo, e nos coroamos,por algum tempo em uma coroa de espinhos, a procura,de uma outra saída,e não existe nada mais que não seja ter que esperar pelo tempo,porque so ele tem a capacidade de nos dizer o que estamos buscando.A encerteza vai nos levando,a um mundo desconhecido o qual nunca estivemos,mas precisamos ir, porque nada fica,nada volta e tão pouco para, somos apenas capachos,entregue nos braços de alguma esperança,e nada mais.

Inserida por tudoazul

"ANALISE"

O poeta não sente dor mas finge que sente
Ao escrever rouba a dor e o amor que não sente
Não analise o que escrevo, por favor
Escrevo, simplesmente por escrever, este prazer de escrever
Um prazer tão elevado, não para editar ou para o exibir
Apenas só pelo simples prazer de escrever
Afinal escrever um poema é gerar um filho parido com amor e dor.
Escrever pelo prazer da escrita, o poeta não sente dor
Mas finge que sente ao escrever a dor e o amor que não sente.!

Inserida por IsabelMoraisRibeiro

Viajando

Vou andando sem saber o que vivi
Não quero no presente
Nem no futuro
Chorar pelo que perdi
Quero apenas sentir meu corpo
Vivo na esperança e sonhar
Sem mistério a desvendar
Sou brasileira e mulher
Vou pela estrada a fora
Não me chame de senhora
Não se preocupe com meu nome
Me chame Maria, Severina,
Marina, Clementina
Ou outro qualquer
Sou todas Marias,
Sou todos José...

Inserida por ValeriaPintofrases

"ABAFADAS"

As palavras ficam abafadas
Pelo silêncio que invade a nossa vida
Neste mar revolto que acalma-me por dentro
Ondas salgadas de um beijo com tanto amor sem tormento
Que chora e desagua no meu peito com um doce olhar
Mar bárbaro e tantas vezes cruel...
Escrevo na areia uma palavra
Que o meu corpo é uma represa cheia de amor para dar
As palavras ficam presas...
Mesmo que tente apagar o que foi escrito
A vida prega-nos partidas e o silêncio fala mais alto
Momentos em que temos a lua, só para nós, que invade o nosso amor!

Inserida por IsabelMoraisRibeiro

"FLORES"

Senhor, escuta as palavras de uma pobre mãe.
Que te agradece por tudo o que tens feito por ela.
Obrigado por me teres dado estes filhos lindos.
Que eu tanto amo, todos perfeitos e saudáveis.
Obrigado pelas flores que puseste no meu jardim.
Obrigado pelo jardim mais belo da minha vida.
Pelas sementes que no meu ventre germinaram com amor.
Oito flores que eu tanto amo, fortes e cheias de vida.
Flores que se espalharam e voaram pela vida fora
" obrigado"!

Inserida por IsabelMoraisRibeiro

"GRITA AO VENTO"

Amor, meu amor, se precisares de mim.
Grita o meu nome ao vento, ele virá com o teu recado.
Ouvindo a tua voz com o gemido do tempo.
Fecho os meus olhos com uma música suave.
Acariciando-me com a dança dos teus, dos meus lábios.
Se precisares de mim meu amor grita
Grita o meu nome na tempestade do vento.
Ele virá com o teu recado, docemente sobre o meu rosto
Tu sabes que a minha alma chora de dor
Mas se não falo sobre isso, é porque o vento não deixa
A lua com medo da dor, esconde-se nas palavras cheias de amor.
As letras deitam-se de bruços na relva fresca.
Penduradas com o coração numa árvore estão os poemas.
Rosas fatigadas dos beijos abandonados.
Vento de duas cores, das sombras dos girassóis!
Meu amor, se precisares de mim, grita o meu nome ao vento
Ele virá com o teu recado, com o gemido do tempo.!

Inserida por IsabelMoraisRibeiro

"CABELOS"

Passo por este vale os versos que cantei na mocidade
Divinas mãos, flores de espanto pelos campos
Peito rasgado das lágrimas que vendi, dos desenganos
Graças infinitas deveras impenitente, favos de mel
Pedras no deserto, bravas luzes da troca
Fogo puro, do deserto, pela aldeia despovoada
Penitente doce que tocou com alegria
Peito que sangrava, pendura-se sem esperança
Consome com crueza a vaidade, derramada, resplandecente
Doce quietude de quem ama tanto que inflama
Sinto, suspiro, rego, colho, rezo
Planto os grandes vales com versos da nossa historia meu amor
Água que guia esta minha alma em lágrimas de dor banhada
Suspiro dos lírios nos meus cabelos
Que cobria-se de quem ama tanto, a quem tanto ama.

Inserida por IsabelMoraisRibeiro

"FELIZ"

Eu só quero cantar a vida
Amar e saltar na chuva
............
Dançar sobre a areia da praia
Sentir a brisa quente do sol
.............
Não importa se é inverno ou verão
Não importa se é dia ou noite
............
Eu só quero cantar sobre a vida
Letras expressivas com emoção
...........
Palavras belas diz-se ao coração
Alegria de amor, dando luz, cor à paixão.!

Inserida por IsabelMoraisRibeiro

"CONTO DE OUTONO"

A chuva caia com imensa intensidade
A noite estava escura cheia de neblina
Como se não houvesse lua no céu
Ela estava perdida à procura do seu amado
Mas o seu amado não estava em lugar nenhum
O amor e a dor consumiam o seu coração
E uma parte dela morria
O seu amado havia levado essa parte com ele.
Ela não conseguia explicar a dor no seu peito
Chorava de saudade sangrando por dentro.
Pergunta ela porque o conheci?
Era uma simples noite de outono, numa simples festa
Num simples momento, um simples beijo
Coisas simples que foram o bastante para abrir um buraco
De esperança no seu coração para faze-la sofrer de amor
Ela fecha os olhos e pensa no seu amado
No dia em que se conheceram
Do primeiro abraço, do seu único beijo
Olhares profundos dentro dos olhos um do outro.
Uma lágrima desce vagarosamente pelo seu rosto
A dor que de repente a consome, simplesmente desaparece
Olhou para o passado para sentir o que viveu
Não no sentido de quem me dera voltar para trás
Mas apenas para perceber se valeu a pena amar tanto o seu amado!

Inserida por IsabelMoraisRibeiro

"LIVRO FOLHEADO"


Outono quente de livro na mão
Caminho descalça pela areia fria da praia
Oiço o mar a desfalecer
Chorava o mar de amor nas vagas que batiam nas rochas
Naufrago das palavras entre os livros lidos
Livros folheados asfixiados de felicidade
Páginas rasgadas que tu talvez nunca conseguirás ler
Tatuagem esboçada inundada de harmonia
Letras desdobradas, incompreendidas mal amadas
Outono quente onde escondo a minha alma na gaveta da cômoda
E os meus olhos entre os livros no cesto do nosso quarto .!

Inserida por IsabelMoraisRibeiro

"FOLHA"

Amo-te com as lágrimas da felicidade
Por toda a minha infinidade
Escrevo-te meu amor este poema
Com a saudade estas palavras que tu talvez nunca irás ler
Amo-te mesmo com medo das horas que apoderam-se de mim
Escrevendo-te com a dor do nosso amor já amadurecido
Amo-te nas horas de entrega, onde nos conjugamos
Nas lágrimas de dor convertidas em alegria
Feitas em dias, horas, minutos de felicidade
Sem limites onde juntos, juramos ao luar amor eterno
Amo-te tanto que dói, só de te o dizer
Escrevi numa folha tudo que sentia, mas nunca não irás ler
Porque rasgarei a folha, lançando-a ao vento
O malandro do vento trouxe de volta a folha com toda a felicidade!

Inserida por IsabelMoraisRibeiro

A coisa mais linda depois de uma tempestade é a gente olhar o lindo azul do céu e o reflexo do sol nas flores...
Se hoje é dia de chuva, amanhã será dia de sol,
Se hoje é dia de luta, amanhã será dia de glória,
Se hoje fecham-te uma porta, amanhã Deus te abre a fronteira da vida!

Babhina

Inserida por Babhina

Muitas vezes achamos que a tristeza invadiu a nossa vida como se nunca mais tivesse a pretensão de sair, mas se não lutarmos contra isso, ela realmente tem o poder de permanecer por muito tempo. Nós temos a decisão de como enfrentaremos nossos medos, nossas angústias e por quanto tempo esses sentimentos estarão ativos.

Não há mal em ficar triste quando passamos por algum problema, é até muito importante liberarmos aqueles sentimentos que ficam escondidos lá dentro, mas para diminuir a estadia da tristeza, a primeira ação que deve ser feita é pelo menos tentar ser otimista com relação ao problema. Por mais que a solução esperada não aconteça tão rápido quanto imaginava, o tempo que ficou pensando positivamente no mínimo levará para longe aquela tristeza.

Não se martirize pelo que ficou no passado, já aconteceu e não há como voltar atrás, a única solução está em arranjar formas de ultrapassá-lo, e não permanecendo no sofrimento. Não acontecerá nada de positivo se continuar pensando através do pessimismo e da negatividade. Deixe a fraqueza de lado e seja otimista, pois o mínimo que pode acontecer são os bons sentimentos começarem a fazer parte da sua vida.

Inserida por PensamentosdoDia

"AGUAS CLARAS, PÉ DESCALÇO"

Pé descalço, coração de pedra magoado
Que cega esta nossa
Mais que nossa idolatria
Voluntária morte
Esta mortal vida,mal vivida
Onde deixamos reinar a tirania
Tão mal servida
Que bravas águas
Lágrimas no oceano profundo
Perdidas e esquecidas
Que chorei na mocidade
Daquelas que já foram celebradas
Noutra idade
Relembradas em liberdade
Sentidas de bravura
Águas claras
Mostrai-vos tão nossas conquistadas
Da memória antiga
Pé descalço e já magoado
Quando não poder ser amado
O canto das aves
Alegraram o meu pensamento
E o meu ouvido
O perfume das flores
Mostraram-me o céu na terra
Vivo isento e pobre sem abalar
O sentimento da fraca
Humanidade que se vive neste mundo
Cada vez mais frio
De calor humano
Pé descalço e magoado dos caminhos
Onde o mais escuro é claro
O mais leve é pesado
O mais brando é duro
Como as fragas das serras
De giestas, estevas.
Que cega esta nossa idolatria
Desta nossa voluntária morte
Sem viver a mortal vida
Reinando a tirania
Fechando os olhos
De sermos mal servidos
Pé descalço, magoado coração de pedra!

Inserida por IsabelMoraisRibeiro

UM CONTO "HOMEM SÓ, JÁ NÃO"

Homem deixado entregue ao seu destino
roto quase despido, tinha chorado, tinha gemido.
Já tinha fugido das responsabilidades, tantas vezes do tempo
Da verde eufórica mocidade, agora já na madura velhice
O gosto falso de uma caminhada dada na verde preguiça,
Onde quis fortalecer a fraqueza da solitária serra
Mora nos bosques repletos de diversidades, nos rochedos nas grutas
Com o seu fiel amigo, um lobo abandonado
Por um caçador repugnante que tantas vezes batia no lobo indefeso
Como nos cães que ele tinha e tem
Caçavam juntos o homem sem nome,
Ele não gosta nem de lembrar o seu passado
Apenas o presente numa terra agreste dura
Fugia das pessoas que o olhavam de lado chamando-lhe louco
Coitado diziam, mal sabiam
Que era mais feliz numa gruta na serra
Do que com um bom carro que tinha
Um Audi topo de gama, uma casa na zona mais cara de Lisboa.
Mas não era feliz, encontrou a felicidade quando o deixaram
O roubaram, entregue a si próprio no meio do Monsanto,
Roto quase despido e revoltado
Quando deu-se por ela era um sem abrigo triste e solitário.
Resolveu fugir da cidade para o campo
E foi quando começou a viver nas grutas das serras
Enfiados nos rochedos, nas fragas
Foi quando viu um animal quase morto cheio de feridas
Não deixava ninguém aproximar-se dele
Estava moribundo mas tinha garra
Afinal era um animal selvagem
Domesticado por um verdadeiro animal o seu dono
Um caçador que o tinha roubado à sua pobre mãe loba, coitada
Lentamente começou a aproximar-se, mas o lobo uivava
Ele com calma foi ganhando confiança
O lobo começou a baixar a guarda, estava tão ferido que metia dó
Mas devagarinho conseguiu aproximar-se dele
Tinha caçado um coelho selvagem
Coitado nunca tinha comido carne crua
Era repugnante dizia ele em pensamento, comer a carne crua
Mas o amor que ele tinha por aquele animal ferido
Era tanto que nunca tinha sentido por ninguém
Era uma mistura de sentimentos desconhecidos dele até então
Repartiram a carne entre os dois e a confiança estabeleceu-se
Ele conseguiu agarrar-se ao lobo que ainda o abocanhou
não o mordeu, aceitou o abraço de um homem que não conhecia
Afinal o antigo dono nunca o tinha abraçado
Só lhe batia como batia nos seus cães o caçador era um homem rude
Talvez sem instrução coitado não é desculpa mas enfim
O lobo tinha ganho um amigo, o homem tinha ganho
Mais uma razão de continuar o seu destino
Já não estava sozinho tinha um fiel amigo, o lobo.
Andam assim os dois pelas serras, montes
Bosques, rochedos, fragas e grutas do nosso amado Portugal!

Inserida por IsabelMoraisRibeiro

"TECER AS PALAVRAS"

As sombras das casas senhoriais frias
De pedras escuras
Sobreviventes aos séculos em estado de destruição
Hoje queria tecer as lágrimas
Da chuva que cai lá fora
Pérolas que enlaçam o fio da tua
Da minha sorte
Ser agulha nas malhas de lá do nosso esquecimento
Tecer todas as mágoas no linho
Dos lençóis ao vento no estendal.
Nas horas difíceis
Morremos de tédio acendemos a televisão
Navegamos na corrente
Barco sem remos, velas erguidas ao tempo
Atiramos pedras ao rio sem as ver cair
Gememos de fúrias esmagadas.
Fragmentos de memórias que tombam desamparadas
Como folhas soltas
Ao sabor do vento, no tempo
Gaivotas que levam as letras ilegíveis
De palavras irônicas.!

Inserida por IsabelMoraisRibeiro

Título: Esperanças

Todo mundo espera por seu sonho,
Mas muitas vezes ele não sai do seu sono.

Todo mundo espera algo de alguém,
Mas muitas vezes esse alguém não vem.

Todo mundo espera pelo grande dia da felicidade,
Mas muitas vezes esse dia não chega a sua idade.

Todo mundo espera pelo reconhecimento,
Mas muitas vezes ficamos no esquecimento.

Todo mundo espera por ser campeão,
Mas muitas vezes não chegarão.

Todo mundo tem esperança,
Quem sabe eu não volto a ser criança,
Pois muitas vezes choro por minhas lembranças.

Autor: Nélio Joaquim

Inserida por NelioJoaquim

AGASALHO MEU

Amor amo-te em silêncio
Como a mansidão do rio
...........
Que cala negando
Na insensatez do vento
......
Deixo-me ir nas águas
De um remoinho
............
Sombras de uma luz
Que ilumina a minha alma
............
As horas que passam são folhas
Secas de um inverno esquecido
.......
As tuas lembranças são
O agasalho do meu desejo
............
Só a tua essência veste
A minha inocência desta noite
.......
Abraço os teus sentidos
Recolho-me no caminho da saudade!

Inserida por IsabelMoraisRibeiro

AMOR DE ALERTA

Colhe
Em mim o amor
......
O amor
Que se avizinha
.......
Toma-o
Ou
......
Toma-me
Nos teus braços
......
Onde no teu ombro
Eu repouso
.......
O meu corpo
O meu cansaço
........
Perdidos e germinados
Num único olhar
.....
Em ti refaço-me
Das dores da alma
......
O meu descanso
O meu remanso
........
O amor de alerta
Que me penetra nas entranhas
.......
Talvez de tantas
Tantas artimanhas
........
Colhe em mim o amor
O amor que se avizinha!

Inserida por IsabelMoraisRibeiro