Texto sobre as Eleições

Cerca de 68 texto sobre as Eleições

⁠Nas eleições municipais de 2020 os Guardas Municipais vão demonstrar o tamanho de sua força política nas cidades, e por consequência, nos estados e no País. O tamanho de nossa força política também vai determinar o tamanho dos passos que daremos a partir de 2021. Não tem segredos, ou a NAÇÃO AZUL MARINHO acorda e toma as rédeas de seu destino, ou será como um elefante seduzido nas mãos de domadores cruéis que só querem proveito próprio".

Inserida por OSEIASFRANCISCO

"⁠Bom! Ah tá! Novas eleições? Sim... Novas eleições. Uma alternativa a ser considerada, mas diante do quadro político e a profunda crise ética que passa principalmente a instituição política do País, a melhor proposta é a radicalização dessa proposta: Novas eleições para novos candidatos e aproveitar a possibilidade para se livrar definitivamente dessas pessoas que transformaram o Estado brasileiro numa empresa particular que gerenciam para seus deleites privados em detrimento da miséria e sofrimento do povo. Novas eleições e juntamente a inelegibilidades de todos os políticos de todas as instâncias e de todos os cargos pelos próximos 50 anos. Sem esse condicionamento, novas eleições com os mesmos será forma mais simples para continuar a mesma coisa, exatamente do mesmo jeito como sempre. Então, não vamos cair no canto da sereia de novas eleições com os velhos políticos. Se de fato queremos resolver o problema da corrupção e recolocar o Brasil na rota do crescimento, ou seja, resolvendo a crise ética, moral, política e de representatividade ".

Inserida por OSEIASFRANCISCO

⁠[ Eleição ] Anarquista não vota em eleições, isso é um fato! E se contra fatos não há argumento, debater sobre isso é como sentar em uma cadeira de balanço, ela vai te movimentar, mas você não vai chegar em lugar nenhum. E acima de tudo, o ato de não votar em eleições ou anular o voto, é uma questão de caráter, Anarquista não vota, e isso é um dos principais motivos que determina que ninguém tem mais respaldo do que nós (Anarquistas) para conscientizar o próximo, para mostrar que o caminho pode ser outro, fora desse espectro politico de Esquerda, Direita ou Centro, são lados representativos, portanto aquém da Anarquia e seu propósito de uma sociedade autogestionada na política, na justiça, na saúde, na educação e na segurança.

Inserida por devesa

⁠"Eleições em 2022, o brasileiro mais uma vez vive o dilema: a esperança no político outsider e a desconfiança no político known. Um povo que é sempre usado como meio para projetos alheios, escaldado muitas vezes, agora está desconfiado e o desafio dos políticos pretendentes, aos cobiçados cargos da República, é conquistar a confiança e despertar o desejo do povo a creditar seu voto num nome, num projeto".

Inserida por OSEIASFRANCISCO

⁠Estas eleições estão marcadas por uma intensa guerra de reputação: um, sujo, que se autodeclara limpo a qualquer custo, e não gosta quando outros mencionam sua sujeira; outro, até o momento sem qualquer condenação judicial por corrupção, afirmando sua boa reputação, mas tendo dificuldade em ser reconhecido como tal, uma vez que o sujo inescrupulosamente o acuso de sujeira, com o objetivo de desacreditá-lo perante a sociedade brasileira e, assim, obter vantagem política. Tantas são as acusações, que gerou uma outra guerra, a judicial: cada qual recorre a justiça, a fim de se defender. O triste é perceber, que estas tão elevadas e necessárias instâncias da Justiça, não estão sendo cegas, como deveriam ser. Enxergam quem querem ver, e favorecem quem querem ver no poder. A continuar assim, perguntemo-nos: Que país vamos ter? Deus tenha misericórdia de nós, e venha nos socorrer!

Inserida por PASTORJORDAO

⁠As eleições no Brasil só servem para os eleitores aproveitarem como um carnaval fora de época, onde a única diferença entre o evento tradicional e as eleições é que em vez de dançar músicas carnavalescas, passam a dançar jingles de candidatos que apresentam falsas qualidades que o povo só percebe depois de alguns meses, após eleito ou não.

Inserida por edgarneto_s

⁠A política como ópio do povo aparece nas eleições eleitorais como forma de suavizar o sofrimento do povo que se alimenta de esperanças renovadas em face das promessas de políticos pelo uso do vernáculo convincente e boas retóricas, um verdadeiro lenimento para a alma e bálsamo para o futuro. Com as promessas de campanha agora tudo pode melhorar. Surgirá um anjo salvador com o prumo de Deus nas mãos. Não haverá mais desemprego; vão acabar com as filas nas unidades básicas de saúde; as ruas serão asfaltadas, haverá valorização dos profissionais da educação, os servidores públicos serão valorizados, haverá cuidados com os direitos dos idosos, crianças e portadores de necessidades especiais; a torneira da corrupção será definitivamente fechada; a criminalidade será combatida com efetividade; os cidadãos terão direito à liberdade e ao território. A esperança pode renascer, por meio do ilusionismo vernacular, das boas retóricas; da boa impressão deixada das reuniões; do charlatanismo espetacular; muita gente feliz com os cargos e contratos prometidos; um jogo de mentiras aquece o coração do povo que sonha em ter respeitado os seus direitos; mas logo depois volta à normalidade ao perceber que foi vítima de um estelionato eleitoral. E segue o jogo do poder e do engodo.

Inserida por JBP2023

Aceitar esses trinta, mais, talvez menos reais que os políticos distribuem nas eleições, em troca de votos, não é corrupção popular. Continua sendo corrupção politica, e mesmo assim, a única chance que o povo tem, de quatro em quatro anos,de receber dos políticos algo além do desprezo e do esquecimento.

Inserida por demetriosena