Texto palavras
O que eu sinto agora as palavras não podem expressar;
Isso que trago em meu peito é imenso, não tem nem como explicar;
Se um dia eu pudesse fazer você enxergar;
Que era comigo que você poderia ficar.
Dizem que no amor vale tudo;
Eu não quero ser assim;
Minha opinião não mudo;
Eu só vou gostar de quem gosta de mim.
O poder das palavras é tão forte que bastam alguns termos bem escolhidos para que as coisas mais odiosas sejam aceitas. Taine refere precisamente que foi invocando a liberdade e a fraternidade, palavras então muito populares, que os jacobinos conseguiram «instalar um despotismo digno do Daomé, um tribunal semelhante ao da Inquisição, hecatombes humanas idênticas às do antigo México». A arte dos governantes, como a dos advogados, consiste principalmente em saber manejar as palavras. Arte difícil porque, em qualquer sociedade, palavras iguais têm sentidos diferentes para as diversas camadas sociais, que empregam aparentemente as mesmas palavras mas não falam a mesma língua.
O tempo pode ser fator de mudança, bem como, por exemplo, a raça e crenças, no sentido das palavras.
Democracia e liberdade são precisamente as palavras mais usadas as que variam de sentido de povo para povo, como por exemplo as palavras democracia e socialismo, tão frequentemente utilizadas hoje em dia.
Na realidade, estes termos correspondem a idéias e imagens completamente opostas na alma dos latinos e dos anglo-saxões.
Para os Latinos, democracia significa sobretudo o anular da vontade e da
iniciativa do indivíduo diante do Estado, o qual cada vez mais tem a seu cargo dirigir, centralizar, monopolizar e produzir. Para ele apelam, constantemente e sem exceção, todos os partidos, radicais,
socialistas ou monárquicos. Para o Anglo-Saxão, nomeadamente o da América, a mesma palavra democracia significa, pelo contrário, um desenvolvimento intenso da vontade do indivíduo, a diminuição
do papel do Estado, ao qual, além da polícia, do exército e das relações diplomáticas, nada se deixa para dirigir, nem sequer o ensino. Deste modo se vê como a mesma palavra possui, para estes dois povos, sentidos totalmente contrários.
Em Palavras ....
Poderia dizer por toda a eternidade o que sinto por você ...
Como explicar. O nascimento de uma flor ...
Como explicar o brilho do sol ...
Como explicar o deslumbrante paixão pelo Luar ....
Como explicar nossos pensamentos a noite ...
Como explicar o sorriso ...
Como explicar o choro de alegria ...
Como explicar o significado da vida ...
Como explicar o alívio e a paixão pela música ...
Somos como borboletas ...
Evoluindo para uma criatura mais bela ...
E tudo ao seu tempo .....
Meu tempo se vai como as águas por entre meus dedos ....
E o seu floresce com a primavera ...
Embelezando esse novo tempo ...
Estaremos para toda a eternidade ligados por nossas almas ...
Mas em estações diferentes ....
Eis que minha estação e meu tempo se vai ...
Em meu tempo o inverno não demora a chegar ....
Mas de primavera a verão todas as estações estarão ligadas ...
Assim como nos pela a Eternidade ....
Irmãzinha
Inexistir,inexistir
Nycht,Nycht
Palavras que tem ecoado
em minha mente com frequencia.
Inexistir,desejo gritante
Finito,vazio.
Quanto mais preto e branco
mais preto e branco se torna.
Dissonante existência sim
Existência ao vento
Momentos,segundos,de alegria
Quando me sinto vivo.
Talvez eu deva ser esquecido...
Tempo não significa nada mesmo..
Nem eu.
E você.
preludio virtuoso espaço vazio,
entre palavras espaços,
nada tem sentido,
apenas vulgaridades,
seladas ponta luxuria,
musica que cantares,
triste notas que murmuro,
nunca foi um canção...
ate fundo a proliferação...
a ti aberração fardo...
que nunca se arrepende
ser obtuso ato fedonho....
suja o amor com tantos apegues.
virtuosa pranto ardi-o...
como uma febre sois a perdição.
tom fugas de meias tonalidades,
entre meios partida que floresce...
murmuro entre luzes sem sentido.
dizeres que sois um sucesso.
apenas vulgares o teor aubrito
seria um marco apenas então...
um martilho da cultura falada
como musica que tocada
em tuas cavas mais profundas
atrativo deixado por tais
nunca é feito por artista...
é murmurado entre frestas,
de um mente que busca...
essa ostentação tão falada
praticada por pequenos...
sonhadores relapsos...
puro murmuro.
por celso roberto nadilo
Sou um louco que come palavras
Minha fome é tanta que já alcancei a obesidade
Preciso fazer uma dieta
Então deixarei por hoje de escrever
E vou somente ler
Ler poemas, poesias, e jornais...
Vou colher somente coisas boas e naturais
Dizem que comer demais engorda
Mas palavras é insaciável, quanto mais como, mais quero comer
Vejo que minha obesidade pode me levar a refletir mais
Então não me importo em ser um obeso cultural
Apesar de que os magros terem mais valor...
nene policia
Minhas palavras questionadas.
Minha alma arrebentada.
Coração desejando sonhos que não levam à nada.
O que sei é meu nome.
O que sei é o seu nome.
Mas o que um pequeno ser que ao mundo veio sem saber o por que, sabe sobre você?
O que sei é pouco, mas se torna o bastante para continuar desejando que você apreenda a contemplar as pequenas coisas que tornam a vida um palco onde nunca iremos desejar um aplauso....
Especialmente duvidoso
Autor: LCF
1
O que têm;
As palavras, as frases, os textos;
Dos mais sagrados e os seus contextos;
De especial?
2
O que têm;
As críticas, as filosofias, os sentimentos;
Dos mais poderosos e os seus momentos;
De especial?
3
O que têm;
Os erros, as humilhações, as concretizações;
Dos que mais tentam e as suas emoções;
De especial?
4
O que têm;
As dúvidas, as mentiras, as verdades;
Dos mais humanos e as suas amizades;
De especial?
5
Quer dizer, o que tenho eu de especial?
Quem sou eu afinal?
PALAVRAS
Passeio pela areia branca da praia
Faltam-me as palavras rimadas
Falta-me a vontade de assumir
Falta-me lucidez para esquecer
Falta-me coragem de fazer algo diferente
Falta-me energia mesmo quando escrevo
Falta-me inquietação na alma
Falta-me saudade, pela ausência
Falta-me tudo e nada....
Mas no final encontrei-te em frente ao mar.!
Que a intensidade dos nossos sentimentos sejam maiores do que as nossas palavras, que elas possam se manifestar no olhar, na maneira em que sorri. Pois os sentimentos bons, aqueles como de uma criança precisam se sobressair em meio aos medos e lembranças do passado.
Que possamos ser simples, para poder aproveitar cada pequeno momento por menor que ele seja.
Que possamos ser grandes de espirito, para encarar os problemas de peito aberto e de cabeça erguida.
Que possamos ser livres de todo preconceito, pré-julgamento, e rancores.
Que possamos olhar para dentro de nós mesmos e ver que a vida embora breve, é linda. É apenas uma. E dela levamos apenas os aprendizados, as recordações, os bons momentos.
Que possamos fazer dela um grande almanaque de coisas boas, de histórias de amor e conquista, de superação e de sabedoria, de maneira que possamos nos orgulhar de tudo o que fizemos e ter a certeza de que não deixamos de fazer nada do que queríamos.
Que possamos valorizar esse grande privilégio que é viver.
Pote de tintas
Busco palavras pra dizer ainda não sei bem o que.
Quem sabe falar sobre cores.
Ah! As cores que um dia imaginei saindo de um pote de tintas.
Ao abrir o pote me surpreendi,
Elas saíram todas juntas formando uma espiral sem fim.
Foram se entrelaçando e tornando a atmosfera brilhante e,
Como num passe de mágica,
Flores surgiram, o sol apareceu, crianças sorriram.
Assim como eu, não precisaram de palavras pra mostrar o quanto estavam felizes.
Afinal, não só as palavras dizem!!!!
julho 2014
POESIA, TERNURA VERDE
Agora a ternura vive entre minhas palavras
feito as aves dos grandes rios
que voam sobre as verdes florestas,
assim, a ternura voa sobre as poesias
e suas palavras carregam o alimento da alma,
para reescrever um longo caminho
feito o rio amazônico que de tão gigantesco
engole seu caminho.
Assim a ternura me engoliu,
derrubou a resistência de minhas margens,
arrastou feito pororoca os barrancos,
devorando o que restou de mim.
Fico agora divagando entre as palavras novas
e o feito antigo da poesia, a ternura...
E no meu peito - arde uma floresta verde.
Sábio não é aquele que sabe dizer palavras bonitas ,
mas aquele sem palavras convence pois suas atitudes gritam verdades que muitos buscam mas poucos encontram...
Amar com sinceridade, perdoar de verdade, calar diante de uma afronta e em Deus se refugiar diante do que amedronta...
Sábio é aquele que vive antes de qualquer palavra ser dita...
Débora Aggio
REGAÇO MEU
Meu corpo é um poema sem palavras...
A minha alma escuta o meu silêncio..
As lágrimas inundam o meu regaço.
Rezo o rosário da dor da minha alma
Onde silenciosa sepultei os meus poemas
Gosto quando me olhas com os teus sentidos
Tocas-me com os teus pensamentos....
E beijas-me com o teu silêncio...
Tango de uma alma traída quando a afastam
Um mergulho no tempo....
Feito num momento.... de um lamento
Um sofrimento num cansaço....
Pranto de um desejo, de um abraço
O grito silencioso de uma lágrima reprimida...
De uma dor aprisionada
Onde a poesia é a minha companheira...
Das madrugadas mal dormidas..
A solidão sempre foi meu caminho...
Onde sigo.....a rota do vento....
E atravesso a tempestade.
Agora enxugo minhas lágrimas cheias de saudades.
De tristeza entregue a uma dor intensa...
Onde só queria uma pausa para poder colher a lua.!!
Palavras ao vento, ou somente em movimento
Tudo tão lento e rápido ao mesmo tempo
Que quase perco meu alento
no colo do Tempo
Maiúscula ou minúscula
estamos todos na mesma busca;
complicada e confusa, ou não,
só obtusa
Mas não perco a esperança
quem acredita sempre alcança
Se eu consegui rimar,
você até o Senhor pode tocar
escutar
abraçar
alcançar
amar!
Pai sabe onde as palavras se calam
Nos espaços entre as batidas do coração...
Onde em milésimos de segundos
Morremos e ressuscitamos sem perceber...
Ali onde a vida se faz mais preciosa,
Bem ali eu te guardo, vivo em mim,
Pra sempre lembrar que a vida pode me dar folhas
O tempo pode fortalecer minhas raízes,
Mas sou semente semeada por ti...
Nas tempestades resisto não pelas folhas ou pela raiz...
Mas na certeza de como arvores honrar minha semente.
A imagino ensinando-lhe os primeiros passos, as primeiras palavras, sua angústia a cada joelho ralado, os abraços apertados antes de dormir...
O imagino na fase dos "porquês", dizendo "mamãe!", a admiração a cada nova coisa aprendida, ao tocar a carpintaria pela primeira vez...
A imagino vendo-o cair sem poder ajudar-lhe nesses passos, tão ferido que não fala, joelhos em carne viva, sem poder abraçar-lhe...
O imagino vendo sua mãe e já aceitando todos os "porquês", sem poder falar "mamãe!", tão certo da missão que a admiração foi-se ficando no caminho, tocando a carpintaria pela última vez...
A imagino Mãe...
O imagino Filho...
palavras mortas sem sentimento
sem razão de viver
para que tanto sentir
nossos momentos sórdidos
ate nunca seja para sempre
não me diga amor
sem á sensatez
diria deuses nos piores dias,
seria sem querer
uma fonte de desejos
por prazeres proibidos
aos mortais mesmo
que estivessem no céu
seus medos seriam um sol
diante um pregador de falsos ideais
sendo uma boa forma ser e sentir...
nestes momentos em trevas de perdições...
através das eras morremos ao poucos...
Afogue-se nas palavras, mantenha-as trancadas, cale-se.
Sufoque seus sentimentos, amargure-se.
Seja seu próprio juiz, condene-se.
E quando imaginar que em algum lugar encontrará compreensão, não se anime, pois terá sido mera ilusão.
Deixe que te julguem, permita que saiam impunes.
Saiba que vão te olhar, mas jamais te enxergar.
Entenda que existem duas versões de você, a sua e a dos outros, e a que vai ser levada em conta, não é a sua.
E quando não aguentar mais, chore, mas sofra só, pois em momentos de tristeza não há quem permaneça.
E ainda assim, quando tudo parecer calmo, você verá que não terá valido a pena... por isso, ame-se, liberte-se, conquiste e desbrave novos mundos.
"ESPELHO ENCANTADO"
Deste lado do espelho
Apenas eco de palavras.
Entre o silêncio que chama
Das minhas, das tuas incertezas
Assisto ao bailado dos dias que não entendo
Bebo este vinho entardecido numa garrafa
Que como eu não respirou.
Fogo em que me queimo, no silêncio espero
Vem-me à memória os dias em que o céu rasgou-se
Para trazer-me a embriaguez das palavras.
É como beber a incerteza
E decantá-la no odor das palavras
Capto-lhes o sabor, bebo-as de esperança
Engano-me, como me engano aqui deste lado do espelho
O perfume do teu olhar, do teu corpo oferecido
Feito de lenha, para arder, queimar.
Soam as badaladas de um relógio maluco
Que resolveu cantar as avé-marias ao meu ouvido.
Olhar suspenso de lágrimas cansadas
De um espelho numa casa vazia, abandonada
Por alguém que vos olha do outro lado do tempo sem sorrir!
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