Reflexão sobre o tempo e o amor
O TEMPO...!
O Tempo não é tão cruel como muitos pensam.
O Tempo, ao contrário do que imaginam, é um aliado preciso e precioso do Amor.
Desde de que nascemos, o Tempo já faz parte de nossa caminhada aqui nesse mundo e não se afastará jamais, enquanto estivermos com vida.
O Tempo trás junto com ele, momentos de alegria e de felicidade, momentos de paz, momentos de tristezas e angústias, momentos de frustrações e de indignações, momentos de surpresas incríveis, momentos tão bons que gostariámos que nunca acabasse, mas também traz, momentos que pedimos a Deus forças para que cessem rapidamente.
E hoje temos a certeza, de que o Tempo é infalível mesmo, todos os dias ele está presente e faz de maneira primorosa o seu trabalho.
Como uma grande nuvem, o Tempo se desloca silenciosamente, transportando juntos Todos os sentimentos humanos, sim, desde os mais nobres até os mais perversos.
Só Tempo seria capaz dessa grande proeza.
A todo momento, o Tempo dá ordem para que os Sentimentos sejam arremessados a Terra.
Assim como a chuva, os Sentimentos se misturam e caem sobre todos indiscriminadamente.
Recebemos dessa forma, todos Sentimentos.
Mas, a cada de um de nós, foi dado o poder de conviver melhor, com o maior e mais poderoso de todos eles, o Amor.
O Amor é o mais leve de todos os Sentimentos, por isso entra de maneira bem suave em nossas vidas e é extremamente preguiçoso para nós abandonar.
O Amor convive muito bem sozinho ou acompanhado com todos os outros Sentimentos, sejam eles bons ou ruins.
O Tempo....o Tempo mostra a tudo e a todos, que o Amor é o seu parceiro fiel e insiste em ficar com ele todos os momentos.
Os outros sentimentos vão e vem, mas o Amor está sempre por perto, as vezes o Amor, quer ir embora, mas logo volta porque ele não consegue viver sozinho, longe do Tempo.
O Tempo está aqui presente, por isso temos a oportunidade e o livre arbítrio de despertar a todo instante, qualquer um desses Sentimentos.
Mas, o Amor sempre prevalecerá!
De que forma? Isso é impossível?
Claro que não, quando você estiver com o Sentimento de alegria, de Sucesso, de felicidade, de paz, de harmonia, de serenidade, de gratidão, o Amor estará de mãos dadas com todos eles, porque o Tempo e o Amor nunca se separam.
Quando você estiver com Sentimento de tristeza, de angústia, de aflição, de raiva, de ódio, faça um pequeno esforço e pense em DEUS.
Pronto...Nesse Tempo, o Amor imediatamente toma conta de você e junto vem a alegria, a felicidade, a harmonia, a serenidade, a gratidão e de presente a Prosperidade!
E os Sentimentos ruins???
Os Sentimentos ruins saem rapidamente e dão lugar aos bons...
Você esqueceu que somente o Amor não desgruda nunca do Tempo?
E o Tempo?
O Tempo sempre esteve e estará nas mãos de DEUS!
Sidnei Miquelin
20/11/2009
Graças te dou meu Deus, por essa inspiração!
Dedico esse texto a minha minha Esposa Elisângela e a minha filhota Jeniffer, que me ensinam todos os dias a despertar, os meus melhores Sentimentos.
Em um momento muito ruim da minha vida, vocês foram fundamentais!
Com AMOR e compreensão sempre me ajudaram e fizeram acreditar que eu poderia chegar até aqui.
Agradeço ao Tempo, a paz, ao sucesso e principalmente a Deus pelas bençãos em nossas vidas!
Amo vocês Lindonas!
Não me veja como um autônomo, me veja como um admirador, mesmo que secreto. Eu não tenho enigmas, no amor não existe segredo! Apenas sou um admirador do tempo: o tempo é quem cura. O tempo é quem restaura. O tempo é quem nos dá as respostas. Vivo tudo em seu determinado tempo, e por isso me ausento: o tempo ainda não chegou.
Quem nunca escreveu uma carta ou recebeu uma carta, não sabe o que é amar.
As cartas são como um pedaço de carinho que recebemos e guardamos.
São como memórias que podemos voltar.
Algumas são como enigmas, com letras trocadas e meio juntas.
Outras parecem uma obra de arte que temos medo de estragar.
Também tem aquelas que trazem além de belas palavras o seu cheiro.
Como eram boas as cartas.
Passado esquecido 3
Parei, e não queria mais sofrer? Busquei o Pai maior para aliviar meu coração Sabia em algum lugar esperava na solidão Buscava em cada rosto a imagem do amor Batia em porta errada pois o amor não estava lá Busquei vales e montanhas entre o céu e o mar Atravessei milhas e milhas na esperança de Encontrar
Mas você estava tão perto Com esperança no olhar No desejo incansável de duas almas se encontrarem
Peço ao pai em oração Meu coração fragilizado de emoção Que canta a canção dos anjos Com doce amargo proibido Dentro do horizonte perdido
Avistei teu sorriso em busca do paraíso Corro na noite e escondo atrás da lua A terra molhada mostra o olhar devorando-me Cansada rogo ao pai em pensamento
Livre com amor invencível a procura De aconchego, vou ao encontro do jardim Deito entre flores e espinhos Respiro o medo da noite como animal ferido Deito calado e uma gota de lágrima se transforma Em oração
46 | Ditado por Valeria
Passo-a-passo Meus passos levam atá você Meu corpo e como um imã Num instante vejo em sonho Teu rosto de anjo calado
No fundo dos olhos a o mar azul De teu ser Confunde no barulho de meus passos
Passo no compasso do amanhã Lua e noite estrela e eu Na trajetória da vida Transformo no eu em flor
Rasga o inconsciente da alma Sangra meu peito coberto de amor No suor de dos movimentos corro a gritar No silêncio ecoando no peito a saudade No futuro longínquo sem dor
Sem se perder no tempo, fecunda no chão A semente, germinando com força e gratidão, Não recuo e não posso mais Enraizou com sabor do doce fruto Não sei não Esse amor vem dos deuses Adocicar no íntimo do nosso eu.
Por que tem que haver despedidas
Se na verdade o que querias
Era nunca se separar?
E por que dói tanto a partida
A alma triste, abatida
e o coração dispara a chorar?
Talvez um dia o tempo explique
Mas, também pode ser que
complique
Pois amor não tem
como explicar.
Tempo.
Sem tempo.
Contratempo.
Corre o tempo.
Aliado do vento,
que voa com o tempo.
Mas sempre há tempo,
de arrumar um tempo,
pra curtir o momento,
ao lado de quem faz um tempo,
que nem olha direito,
no reflexo do espelho.
Arrume um tempo...
Ame-se de qualquer jeito.
Se fechar as contrariedades que defrontamos ao longo do caminho da vida é deixar do lado de fora a oportunidade de desbravar grandes coisas.
DEIXO O TEMPO PASSAR
Deixo o tempo passar,
toda vez que ao seu lado eu estiver.
E ele passa sem eu perceber,
mais rápido do que imaginamos,
mas não perco tempo,
ao seu lado eu ganho.
Ganho o seu calor em forma de amor,
e troco constelações de estrelas
para contemplar a o universo do
seu olhar,
meu lugar.
E não importa quanto tempo eu tenho,
o que tenho, quero gastar contigo,
independente do amanhã,
temos hoje,
temos um ao outro.
Duas almas
No amanhã da saudade relembro o apego do passado. Em minha alma veio cravada a angústia com o apego de um amor que não foi capaz de aprender com o tempo. Ódio, mágoa, ficaram presas nas lembranças. Nascem duas almas com os corações separados. Se encontram na encruzilhada do destino com sonhos totalmente distanciados, pensamentos diferentes do tempo mas unidos por um só sentimento chamado amor. Um elo cravado no peito sem desfazer as marcas até completar o aprendizado As mágoas permanecem na alma sem saber a razão, a dor continua sem entender e sem compreensão Dois elos unidos cheios de falhas sem saber qual a razão Vão permanecer até levar a evolução, por não mais poderem voltar a cumprir esta missão Vão aprender a perdoar sem saberem a razão, vão esquecer o passado e marchar na escuridão. Pois, só o amor nos levar ao perdão
Gosto de gente:
Que trata as pessoas com respeito, independentemente de quem sejam e do que façam;
Que sabe o que quer e tem atitude de se posicionar;
Que é verdadeiro consigo mesmo e com o seu próximo;
Que não é egoísta, mas compartilha, com prazer, o que tem de melhor;
Que não acha que a vida se resume a dinheiro ou músculos, mas que reconhece o valor de quem está próximo;
Que entende a necessidade de investir seu tempo em melhorar como ser humano;
Que sabe dialogar e expor seus motivos, aceitando opiniões contrárias;
Que reconhece não ser perfeito e não se sente capaz de julgar seu próximo.
Gosto de gente de verdade, que ame, compartilhe e viva o real valor da dádiva da vida.
Horizonte do meu eu
Dentro de um olhar triste busquei minhas lágrimas cansadas Procurei resposta de um coração dorido Vem o vento soprar as lembranças de um sonho lindo Olhei a frente em direção do horizonte Não consegui ver a força do universo em mim Fechei meus olhos para não entristecer a alma, calei-me diante da dor e chorei junto com o amor Entre as nuvens do céu e o azul celeste, uni o vento frio que sopra na alma embriagada de saudade… Dentro do infinito eterno de solidão encontro parte da esperança Entre os desencontros ainda sinto a luz e vejo os reflexos de um passado em pensamento a purificar a alma dorida...
O tempo é implacável e as mudanças acontecem repentinamente, deixam marcas, histórias... Deixam lembranças. Aproveite cada segundo, pois o abraço afrouxa, o sorriso se desfaz e as lembranças mínguam.
Mude as circunstâncias mudando primeiro você. Afinal, novos ciclos começam quando os velhos terminam.
O tempo não cura tudo
— Alô?
— Oi! Quem é?
— Sou eu. Não precisa dizer nada, só me escuta.
Tudo bem? Como têm sido teus anos longe de mim? Cheguei hoje de viagem e pensei em te ligar. Sei lá, puxar um papo, te resumir minha vida nesses oito anos. Eu sei que a gente não se falou nesse tempo, e que eu, tampouco, respondi as tuas mensagens. É que andei tão ocupado que mal tive tempo de pedalar como antigamente. Na verdade, eu precisava de um tempo. Queria estar longe e não estender mais o nosso vínculo. Tu sabes que eu nunca fui muito bom com despedidas, e acredito que eu ainda devo me profissionalizar em “adeus”. Tu lembras daquela faculdade na qual eu queria passar tanto? Então, depois de três anos tentando, eu entrei. Foi a maior festa lá em casa. Minha mãe pensou em te ligar, mas não tínhamos mais o teu número. Ou melhor, foi o que eu disse pra ela. Até hoje a coroa insiste em dizer que tu és o melhor parceiro de festa que ela teve, e especialista em queimar todo o churrasco. Tenho tanta coisa para te contar que, se eu demorar muito, meu bônus acaba e só poderei te ligar amanhã. Tu sabes: “A vida tá difícil.” Meu bordão ainda é o mesmo. Afinal, sou graduando e não formado. Vais precisar ter um pouco de paciência caso escutes um “tututu” ao invés da minha voz. Há uns dois meses eu ganhei uma viagem com acompanhante para Bali, acredita? Para Bali, cara! Sim! Eu fui sorteado na agência que o Pedro trabalha. Na verdade, eu não sei se realmente foi sorte ou a desculpa dele maquiada para irmos juntos. Ah sim, nem te falei: estou namorando. O conheci naquele posto que a gente sempre comprava o teu cigarro que eu tanto odiava. Até que, do ódio, surgiu um amor. O guri é meio louco, mas é tri gente boa. Dirige um fusca, têm umas tatuagens mucho locas pelo corpo e um cabelo bagunçado que eu adoro. Ele sabe como me tratar bem. É doutor em me arrancar gargalhadas e faz questão de me mandar toda manhã alguma citação do Gabito Nunes. Pelo estilo do cara, não deveria se empenhar pela metade, mas, segundo ele, o amor é sujeito à mudança. Além dos seus defeitos já acostumados, quase morre a cada texto que eu publico. Ele acha que será uma carta de término, exatamente como eu fiz contigo aquela vez. Lembra?
Minha amiga me ligou na segunda, falou que tu vais te casar. É verdade? Só pode, né?! Teu rosto está estampado na coluna social que ela fez questão de digitalizar e mandar por e-mail. Por um lado eu fico feliz. O nosso plano de nos esquecermos deu certo. Mal e porcamente, mas deu. Eu também estou feliz. Mês que vem estou indo tirar umas férias na África. O Pedro tem fissuras por lá e o meu coração ainda bate quando vejo aquelas crianças com olhares que refletem a vida. Ainda vou morrer com a vontade de querer abraçar o mundo e resolver a vida dos necessitados.
Esse tempo longe fez eu entender que o amor não discerne distâncias, não conta as horas e que a saudade não vem a óbito com as substituições. Ou melhor, o tempo não cura tudo, só tira o incurável do centro das atenções. Existem saudades que passam a ser nossas amigas. Como uma filha, uma vez gerada, só podemos deixá-la de lado quando outra pessoa assumir e der um jeito de tratá-la. Antes de embarcar no aeroporto, uma senhora com roupas e acessórios de cigana pediu para ler minha mão. Interpretando minhas linhas turvas, graduada nas leis da vida, me encarou com dois olhos negros acompanhados de uma voz suave: “A memória conserva a felicidade dos momentos compartilhados e a mente faz o trabalho de lembrar o porquê não estendê-la. Não existe receita para a felicidade, não há fórmulas para o amor, não existirão remédios para a saudade. O coração tem memória, passe a respeitá-la! Não o subjugue, pois ele sabe muito bem a diferença entre lembrar e amar. Quem um dia amou, leva a saudade antiga no bolso para poder viver em paz com a novidade de um novo amor.”
Tututu…
Todos os anos pessoas entram e saem de nossas vidas, algumas delas deixam marcas boas outras ruins. Independente disso muitas vezes elas nos fazem crescer e amadurecer.
Não é, pois, necessário precisar a maneira como se ama entre nós. Os homens e as mulheres ou se devoram rapidamente no chamado acto do amor, ou se entregam a um longo hábito entre dois. Também isso não é original. (...) por falta de tempo e de reflexão, é-se obrigado a amar sem o saber.
“Eu sou toda essa junção de histórias e lembranças, de escolhas e consequências, de amores e decepções. Eu sou toda essa junção de idas e vindas, partidas e recomeços, retrocessos e superações. Eu sou tudo o que vivi, colhi e plantei. Eu sou tudo o que plantaram em mim, até mesmo aquilo que não reguei. Eu sou o cultivo, a saudade e a partida também. Eu sou toda essa junção de sorrisos, de arrependimentos e motivos para tentar outra vez. Eu sou o amor enrustido, falo “amar” fluentemente, e a minha mente salta quando há amor correspondido. Eu sou o ontem, o amanhã e o presente. Sou pretérito, (imperfeito), porém completamente consistente. Eu sou o amor em primeira pessoa, sou a cena não vista da reciprocidade. Eu procuro amor de verdade, quando na verdade, é o amor que me encontra escondido. Eu sou sentimentos na medida em que me permito sentir, e na proporção em que me permito sonhar. Eu sou a prosa presa à procura de um lar. Eu sou toda essa junção de atos, ante a tudo que me permiti juntar. E perante tanto desamor, eu me desarmei, e decidi amar.”