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Quando você encontra a pessoa certa, você sabe. Não consegue parar de pensar nela. É sua melhor amiga e sua alma gêmea. Mal pode esperar para passar o resto da vida vida com ela. Ninguém nem nada se compara.
Crianças, não se podem apegar ao passado. Porque não importa quão forte você segurar... ele já se foi.
Quando seu melhor amigo perde alguém... você larga tudo e corre pra ficar ao lado dele, somente pra ficar parado e não saber o que dizer ou fazer.
Não há como saber qual é o lugar mais seguro, então o melhor a fazer é estar em boa companhia.
Talvez não existam sinais. Talvez um colar é apenas um colar, e um puff é apenas um puff, talvez a gente não precise dar sentido a tudo. Talvez a gente não precise que o universo nos diga o que queremos, talvez já saibamos, bem lá no fundo.
Barney: Ele nunca devia passar um dia sequer sem te ligar, porque quando eu passo um dia sem falar com você... Esse dia não é bom.
Marshall: Sinto falta do meu pai, Ted. Tenho tanta saudade.
Ted: Eu sei.
Marshall: Quando eu era criança, nós passávamos o verão em Upper Peninsula. E todo ano não voltávamos pra cabana até o meio da noite. Então, já estava um breu no meio das árvores. E eu nunca conseguia ver nada à frente dos faróis mas sempre me sentia seguro porque papai estava dirigindo. Ele era de certa forma um super-herói que podia ver bem longe dentro da escuridão. Agora ele se foi. E está totalmente escuro. E não consigo ver onde estou indo. Não consigo ver nada.
Barney: Eu amo tudo nela e não sou um cara que fala isso facilmente. Sou um cara que fingiu amar a vida inteira. Eu achava que amor era apenas algo que idiotas achavam que sentiam, mas essa mulher deu um nó no meu coração que eu não desataria nem se quisesse, e houve vezes que eu quis desatar. Isso tem sido esmagador e humilhante, e até doloroso às vezes, mas não pude parar de amá-la mais do que posso parar de respirar. Estou perdidamente, irremediavelmente apaixonado por ela. Mais do que ela imagina.
Barney: E, o mais importante, o que quer que façam na vida, não é lendário a não ser que seus amigos vejam.
Mas amor não faz sentido. Digo, não dá para ser lógico ou não sobre isso. Amor é totalmente sem sentido, mas temos que continuar ou estamos perdidos e... E o amor está morto e a humanidade deveria enterrá-lo. Porque amar é a melhor coisa que fazemos.
(Ted)
Há momentos na vida que deve decidir quais coisas pode ver sendo derrubadas e quais deve preservar, não importa o quê.
Você acabou de passar por um furacão emocional. Precisa dar um tempo para se recuperar.
Vocês têm alguém que os ama e estão estragando! E pelo quê? Quem manda mais? Isso não é amor! Amar é confiar em alguém ao ponto de contar o que incomoda. E é isso que iremos fazer.
Só honestidade, vulnerabilidade. Isso é amor! Já amei alguém, mas não disse isso o suficiente. Agora, gostaria de poder dizer todo dia.
Mas se você tem alguém que estará lá por você, alguém com quem você possa contar, você ficará bem. Você tem alguém assim?
Marshall: Antes achava que a família era um direito. Na verdade, é um privilégio. E deve ser ganhar.
Ted: Foi então que percebemos... Não sabíamos quando íamos nos ver de novo. Acabava aqui. É engraçado. Em momentos assim, quando o que está acontecendo é demais para se lidar, às vezes é melhor...
Mother: Não dizer nada e apenas aproveitar o tempo que resta.
Betty: Estar assustado não o faz saber que o que está lhe acontecendo é importante?
Ted: É, se você não estiver assustado, não está se arriscando. E se não estiver arriscando, então, que diabos está fazendo?
Ted: Vocês ficarão chocados, crianças, quando descobrirem como é fácil se separar das pessoas para sempre. É por isso que quando encontra alguém que quer manter por perto, você faz algo a respeito.
Marshall: Eu prometo para você, seus melhores dias ainda estão por vir.
Lily: Amo muito você por dizer isso, mas chega uma hora em que isso deixa de ser verdade.
Talvez não existam sinais, e o colar seja apenas um colar, e um pufe seja apenas um pufe. Talvez não precisemos dar sentido a tudo. Talvez não precisemos... que o Universo nos diga o que queremos. Talvez nós já saibamos, lá no fundo.