Tag ocasião
Tentações. São coisas erradas que parecem certas na ocasião, mas embora as coisas certas pareçam erradas às vezes, às vezes uma coisa errada pode estar certa no momento errado ou vice-versa.
"Sim, meu príncipe, era mesmo uma pomba,
só que agora já voou..."
[É preciso aproveitar a ocasião. Este provérbio é o desfecho da conhecida história em que, numa caçada, o príncipe em vez de disparar logo sobre o objeto, enredou-se em longas discussões com seus acompanhantes sobre se se trataria de uma pomba ou de uma pedra, até que o objeto (era uma pomba mesmo) escapou voando...]
O quarto fica mais aconchegante, é prontamente transformado em um paraíso, quando estás aqui, linda com a tua essencialidade veemente, excêntrica, tua venustidade abundante, naturalmente, simétrica, a maciez da tua pele, que detém uma grande sensibilidade, um perfume irresistível, tua personalidade autêntica, refletindo no teu jeito sedento, carinhoso, sincero, atributos que me enchem de vitalidade, que me fazem viajar tempo, nossos corpos suados como dois universos partilhando um mesmo espaço, respirações ofegantes, corações entrelaçados, ocasião fascinante, obviamente, memorável.
Uma ocasião satisfatória,
ainda que seja breve,
Pode renovar as nossas forças
aliviando o estresse.
Ao se sentar à mesa com os grandes, fique em silêncio e apenas observe e saiba aproveitar as oportunidades de aprender com quem os melhores.
As palavras, assim como as roupas devem ser usadas de acordo com a ocasião. E há ainda aquelas que independente da ocasião nunca ficam boas em nossa boca.
Às vezes a ocasião não e perfeitas, porém nem as pessoas são.
O segredo está na imperfeição. E nela que encontramos o perfeito encaixe entre a paz e a razão, com o amor é parecido. Pois também buscamos a perfeição só que diferente da paz e da razão, encontramos um vasto mundo cheio de pessoas vazias, em busca de prazer, sem razão e sem paz. Em busca apenas de pessoas perfeitas.
A qualidade é a alma do negócio. A propaganda é apenas uma roupa de marca que o negócio fará uso naquela ocasião.
Quanta virtude cada um possui, melhor se manifesta na ocasião da adversidade; pois as ocasiões não fazem o homem fraco, mas revelam o que ele é.
Imagino que quando morre uma pessoa, essa vira uma estrela que é lançada ao espaço mais distante e nunca pode ser encontrada. Ela vegetará até que algo aconteça.
Talvez quando nada mais existir ela também não exista. Lá de cima olhará ela para nós e nada sentirá, cá de baixo olhando para alguma nos lembraremos de uma ocasião.
Nunca mais a veremos nem a ouviremos novamente, portanto é melhor esquece-la. Não vai existir nada depois e, talvez não exista a algum tempo. Não importa mais. Enfurecemos Deus quando insistimos que faz diferença! Só quero relaxar.
Quis o acaso (seria mesmo?), fez a ocasião (seria mesmo?) que eu (re) encontrasse você. E eis que alguns anos depois, e quase anos depois de você alimentar um esnobismo grosseiro; aqui estejamos de novo debruçadas sobre outro prisma... Rindo, contrariando e misturando sentimentos: se outrora se tratava de alongar a distância, agora, por que não medi-la para nos alcançarmos!? Na linha tênue entre o acaso e a ocasião, havia ali um momento miraculoso, onde o desejo encorajava, e depois se apagava, cada um recebido com a mesma intensidade. Nesse quase abismo, móvel, havia uma atração das nossas estranhezas (seria mais sua!?), uma dissolução silenciosa das fronteiras (im) postas anos atrás, uma mistura de proximidade e distância, de disponibilidade e de reserva que evitava ao mesmo tempo a vitalidade que irradiava. Por ali a gente passava, e por várias vezes se voltava lá depois de longa ausência. No intervalo entre o acaso e a ocasião, refletiu longamente, deixou-se envolver, deixou-se despertar, com delicadeza extrema, com desejo de elucidação e de entrelaçar os corpos. Talvez, o acaso e sua ocasião quiseram nos mostrar outro lugar, não de incrustação decorativa ou de realce exótico, mas de que a cada passo podemos nos surpreender com seus segredos e suas astúcias. Por isso, leve consigo seu segredo. Mas há como que um reflexo desse segredo toda vez que vejo o meu verde gramado, observo o céu estrelado, a delicadeza laranja do meu carpete e ouço qualquer vibrato de violino. Ah, leve consigo seu segredo. Mas não se esqueça da relação estabelecida com o acaso e a ocasião, de um bom tempo, que fizera parte da nossa primeira existência efêmera.
Meu coração estranhamente ausente de mim ressurgiu... Com vontade de perpassar todas as clivagens, de estabelecer relações intrínsecas com a “ocasião” e a “circunstância”, duas noções essenciais para se conhecer nossos detalhes ocultos, para reavivar instâncias esquecidas, de forma a aflorar nos lábios reticências, todo um não dito dos gestos de mão, um calafrio emergente pelo corpo, decisões e sentimentos que presidiam em silêncio num coração adormecido.
Leve consigo seu segredo. Mas há como que um reflexo desse segredo toda vez que vejo o meu verde gramado, observo o céu estrelado, a delicadeza laranja do meu carpete e ouço qualquer vibrato de violino. Ah, leve consigo seu segredo. Mas não se esqueça da relação estabelecida com o “acaso” e a “ocasião”, de um bom tempo, que fizera parte da nossa primeira existência efêmera.
Não desvie o olhar daquele que pede alguma coisa para você, e não dê ocasião para que alguém o amaldiçoe, porque se uma pessoa amaldiçoa você com amargura, o Criador atenderá ao pedido dela.
Amigo e "amigo":
Se você quiser um amigo, coloque-o à prova, e não vá logo confiando nele. Porque existe amigo de ocasião, que não será fiel quando você estiver na pior. Existe amigo que se transforma em inimigo, e envergonhará você, revelando suas coisas particulares. Existe amigo que é companheiro de mesa, mas que não será fiel quando você estiver na pior. Quando tudo correr bem, ele estará com você, mas quando as coisas forem mal, ele fugirá para longe. Se você for apanhado pela desgraça, lhe dará as costas e se esconderá de você. Mantenha-se longe de seus inimigos e seja cauteloso com os amigos.
(Eclesiástico 6, 7-13)
..."Um pequeno instante é o tempo necessário para entrarmos para eternidade."... - Ricardo Fischer -.
Você possui em seu armário um vestuário próprio para cada ocasião. Roupas para o clima denso do ego, para os temporais do orgulho, para as noites sombrias da vaidade e para os dias refrescantes e amenos do amor. A escolha é sua, vista-se