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Na mesma pedra se encontram,
Conforme o povo traduz,
Quando se nasce - uma estrela,
Quando se morre - uma cruz.
Mas quantos que aqui repousam
Hão de emendar-nos assim:
"Ponham-me a cruz no princípio...
E a luz da estrela no fim!"

Quando eu morrer,
Não quero que escrevam em minha lápide "filha do pai", porque, se eu fosse, ele não teria me abandonado.
Não quero que escreva a palavra "eterno" porque nada é.
Não quero que escreva a palavra "amor", porque o amor não conheci.
Não quero que escrevam sequer o meu nome, porque não será mais importante.

Para encerrar a conversa, a entrevistadora fez a última pergunta: “Como é que você se definiria?”
Êta pergunta impossível de ser respondida! Porque definir, como o próprio nome está dizendo, vem do latim finis, fim. Definir é determinar os limites. Mas sei eu lá quais são os meus limites!
Para respondê-la, eu teria de encontrar uma frase que não fosse definição, que apontasse para o sem limites. Aí eu me lembrei da frase que Robert Frost escolheu para sua lápide e disse que aquela era a definição de mim mesmo: “Ele teve um caso de amor com a vida”.
Quero que estas sejam as palavras na minha lápide.

(de “Ostra feliz não faz pérola”)

Minha Escuridão.

Sinto-me sufocado pela mortalha do destino...
Com a mente permeada... enevoada e assombrada pelo passado.
Minha mente se assemelha há um velho cemitério...
Impregnado de pensamentos conturbados...
como labirintos assolados pelo manto da escuridão.
Cada lembrança como uma lápide... melancólica e olvidada.
Eu estou me diluindo... sufocado pela escuridão da minha mórbida alma.

Sobre o que quero em minha lápide...
Desculpe a desatenção
Mas pouco me importa o que lá estiver

mal penso nisso
Lápide, enterro
Velório

Se houver bem
Se não, bem também

Problema de vocês vivos
Isso tudo será pra vocês

O segredo para não doer é se entregar.
Na minha lápide escreverei
Mas se eu for cremada,
Do pó eu vim, ao pó voltarei.

Na minha lápide quero: "Eu fui o que você é, você será como eu sou".

O coração tem memória seletiva e só guarda o que vale a pena lembrar, o resto ele sepulta com graça sob a lápide do esquecimento.

Pensei em aprender a voar, mas para que? Se meu anjo tem pernas. Pensei em decorar palavras bonitas e recita-las para você, pra quê? Se o que sinto por ti resumi-se em quatro letras: AMOR. Pensei em te namorar, porquê? Se posso te namorar, noivar, casar, ter nossos filhos e netos, quando meus olhos se fecharem, na minha lápide você escrever: Aqui descansa o meu eterno amor.

É impossível precisar o momento, o instante preciso em que os afetos deixam de ter vida para se tornarem apenas pó sob a lápide do esquecimento.

Inserida por ednafrigato

Olhei a lápide e pude perceber que a história de uma vida pode ser representada por um único traço. 1977 - 2013

Inserida por helder_ricardo_silva

Se a ambição que tem é não ser nada e ainda se sente bem com isso, quem sabe não é mesmo a decisão mais sensata? Ser alguma coisa às vezes cansa muito e no final a lápide espera todos. Algo assim como tanto faz.

Inserida por swamipaatrashankara

Ela nunca desistiu de amar, mesmo sem nunca se sentir amada.

Inserida por AbigailAquino

A liberdade é algo muito subjetivo , pois quem pensa que algo possa prender é quem mais vive preso e pior que isso , bem pior é que as verdades do cotidiano doe e sufoca quem mais poderia te ajudar. Só depois da passagem é que percebe o que tinha na mão para lapidar só restou a lápide para se lamentar.

Inserida por Jherecardoso

Não deixe que a pessoa que nutre um sentimento por você registre depois na sua lápide. Somente você é quem pode surpreendê-la.

Inserida por EliabeSerafim

⁠Em minha lápide 


Em minha lápide, 
já mandei escrever: 
Se você não me visitou em vida,
aqui eu não posso te ver.

Respeite a minha memória,
e por favor, vá em embora.
Não posso ver seus choros,
e nem a sua lamentação,
não derrame as suas lágrimas,
em cima do meu caixão.

Quando você partiu, de mim
nunca se lembrou.
Hoje que estou morto,
logo você voltou.


Não te deixo herança,
nem despesas pra pagar.
Tudo que eu conquistei
em vida, aproveitei para gastar,
até esse sepultamento, pago já está.

Lápide

Quem você procura, por que veio?
Ele não está aqui, não existe mais.
Apenas seus restos mortais,
Símbolo da fragilidade da vida,
Que é uma dádiva, mas se esvazia,
Como um jarro d’água ao regar uma planta,
Entrega o sabor da vida, mas se esvazia.

Quem você procura, não está aqui,
Somente em sua memória ele vive,
Cada gesto, cada olhar,
A palavra que ecoa como o vento nas árvores,
Produzindo sons que se perdem no tempo.

Quem você procura, não está aqui,
Mas em outra vida, no passado,
Nos ecos das histórias que deixou,
Marcadas em suas lembranças.

Quem você procura, não está aqui,
Mas em você, todos os dias,
Ao dormir e ao levantar,
Ele estará presente. 

Ele estará sempre vivo enquanto você se lembrar que ele não esta mais aqui.

Inserida por yhuldsbueno

A poesia de uma lápide...

Inserida por CordeiroClaudio

A vida é para ser bem vivida! Trabalhe, estude, ame! Ao final ela será traduzida em um pequeno risco que separa o início do fim, em uma gelada lápide.

Inserida por wagner_r_oliveira

Converse com as pessoas como se fosse perdê-las amanhã

Ninguém, ao menos que diante de um diagnóstico fatal, está preparado para perder quem ama.

SABEMOS QUE O RELÓGIO DA VIDA NÃO PÁRA E QUE UMA HORA SERÁ A NOSSA HORA, CONSEQUENTEMENTE TAMBÉM DE QUEM AMAMOS.

Transferimos a responsabilidade de muitas faltas para a tal “correria do dia a dia”, realmente o tempo voa, chegamos na sexta-feira e exclamamos: — Nossa, sexta de novo! Parece que foi ontem! Contudo, é uma falácia a dita “falta de tempo”, sabemos que, na verdade, este é igual para todos, o que existe são questões de prioridades.

É bem fácil notar que as nossas relações estão cada vez mais carentes de afeto, pois do pouco tempo de que dispomos com os nossos familiares, estamos com os celulares na mão, interagindo com o mundo, à exceção de quem está ao nosso lado.

Muito ouvimos de que a vida é curta, já o escritor Francês Jules Renard acredita que ela não é comprida nem curta e sim, ela tem uma duração própria. Se for parar para pensar, creio que sua reflexão seja a mais adequada, todos nós conhecemos histórias de pessoas que perderam filhos ainda na infância, e já outros que tiveram avós que viveram mais de cem anos.

TODOS TEMOS A CONSCIÊNCIA DE QUE UM DIA SERÁ O DO “ADEUS”, OUVIMOS DESDE PEQUENOS QUE A ÚNICA COISA CERTA NA VIDA, É O FIM DELA.

Mas sinceramente, não nos preparamos para o fim da nossa e, menos ainda, de pessoas queridas.

Se tivermos o cuidado de conversar e dar aquele abraço bem apertado sempre que vemos quem amamos, talvez as lágrimas frente a uma lápide, sejam apenas de saudade, mas nunca de remorso.

Inserida por maitekeitel

Esta seria as inscrições para a lápide de meu tumulo:
I.Teorilang
Aqui jaz aquele que viveu todos os seus dias voltados ao entendimento da humanidade, em seus mais simples propósitos e motivos desta existência. Agora convicto da conclusão deste ciclo, de maneira satisfatória para alma e espírito, sigo para o meu próximo estagio, à disposição
Daquele que me criou, pois somos todos viajantes
a caminho da evolução e em Sua direção, pela eternidade...

Inserida por ivan_teorilang

⁠Os meus livros e pensamentos escritos são a lápide que vos deixo, meus filhos.

Doctorstrangelove

Inserida por antonio_horta_marques

⁠Qual flor Bela e airosa fez parte da tua pálida existência? - Nem mesmo o lírio e a rosa de ti teve clemência ! Nem mesmo haverá uma única flor em tua solitária lousa? Não há nem ao menos no recinto frio em que tu repousas uma única murcha flor dada de presente por alguém que sem despedir-se partiu de repente...

Inserida por WendelBonatti

⁠A noite passada, no vazio do infinito, deparei-me com um anjo pálido e doente... A noite passada,na agonia de meus agitos, veio-me uma solidão de repente... - Era a tristeza no olhar aflito,era um anjo vagando no tormento, era o eco estrondoso de um grito de pura dor e lamento... Era um sangue negro que escorria sobre a minha face doentia, era o anjo da morte a me buscar, era a virgem sanguinolenta que no vago sombrio se perdia... - Era ela - um anjo de lábios frios e macilento usando um negro véu, n'um belo ofuscar! Era o meu próprio medo que perdia-se ao gélido vento... Era o sonho oculto da misteriosa criatura que lentamente fenecia... Era a dor poética da negra rosa - murcha flor- que na lápide abandonada e escura já não florescia... Era uma alma pusilânime... Era um devaneio exanime... O meu ego em letargia... - Era a triste vida que de mim já se esquecia!...

Inserida por WendelBonatti

⁠Dor é uma coisa meio estranha, quando chega faz tanto barulho que parece que vai nos enlouquecer, depois vai se acomodando dentro da gente, vai ficando quietinha, silenciosa, até que um dia vira só poeira sobre a lápide da memória. 

Inserida por ednafrigato