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Todo mundo tentou me alertar, eu agradeço
Mas eu já não estava aqui
Me perdi em nós e gostei mais de você
Do que você gostou de mim
E tudo certo
Eu Heeim, sabe aquela pessoa que você sempre gostou?
E ela nunca lhe deu bola --"
Pois é, quando você ta em outra ela aparece para dizer
que sempre gostou de você... Eta deboche!
Sou favelado e tatuado, todos os dias corro perigo, estou depressivo carregando o peso da sociedade me chamando de bandido. Querem me ver morto? Eu não duvido, encomoda muita gente, ver um preto vivo. Nas senzalas passava fome de 5 em 5 dias, hoje retrato minha história em poesias.
Autor: M.Cauã❤️
A cumbuca de ouro
Eram dois vizinhos, um rico e outro pobre, que viviam discutindo. O rico gostava de pregar peças no pobre. Um dia, o pobre foi à casa do rico propor um negócio. Queria que ele lhe arrendasse um pedaço de terra que servisse para a plantação de uma roça de milho. O rico imediatamente pensou num pedaço de terra que não valia coisa nenhuma, por onde nem formigas passavam. O negócio foi fechado.
O pobre voltou para sua casinha e foi com sua mulher ver a tal terra. Lá chegados, descobriram uma cumbuca (espécie de vaso).
— Chi, mulher, está cumbuca está cheia de moedas, venha ver!
— E de ouro! — disse a mulher. — Estamos feitos!
— Não — disse o marido, que era homem de muita honestidade. — A cumbuca não está na minha terra e,portanto, não me pertence. Meu dever é contar ao dono da propriedade.
— Bem — disse o dono da propriedade — nesse caso desmancho o negócio feito. Não posso arrendar terras que dão cumbucas de ouro.
O pobre voltou para sua casinha, e o rico foi correndo tomar posse da grande riqueza. Mas, quando chegou lá, só viu uma coisa: uma cumbuca cheia de vespas terríveis.
— Ahn! — exclamou.
— Aquele malandro quis trapacear comigo, mas vou pregar-lhe uma boa peça.
Botou a cumbuca de vespas num saco e encaminhou-se para a casinha do pobre.
— Ó compadre, feche a porta e deixe só meia janela aberta. Tenho um lindo presente para você.
O pobre fechou a porta, deixando só meia janela aberta. O rico, então, jogou lá dentro a cumbuca de vespas.
— Aí tem compadre, a cumbuca de moedas que você achou em minhas terras. Aproveite esse grande tesouro — e ficou rindo.
Mas assim que a cumbuca caiu no chão, as vespas se transformaram em moedas de ouro, que rolaram. Lá de fora o rico ouviu o barulhinho e desconfiou. E disse:
— Compadre, abra a porta, quero ver uma coisa.
Mas o pobre respondeu:
— Não caia nessa. Estou aqui que nem sei o que fazer com tantas vespas em cima. Não quero que elas ferrem o meu bom vizinho. Fuja, compadre!
E foi assim que o pobre ficou rico e o rico ficou ridículo.
Ele nunca gostou de mim, talvez ele me odeie secretamente igual odeia o pai. Ele gosta de me impressionar, porque eu devo ser seu objeto de admiração. Ele quer ser eu numa versão melhorada. E ele quer que eu acompanhe isso de longe, mas adivinha?
Prefiro ganhar “pouco” á ter que me submeter a mesquinhez de pessoas, não afetar minha qualidade de vida e de que eu levante de minha cama sabendo sem pressa ou ansiedade de que posso ter um dia após o outro com um sorriso no rosto. É este sou eu.