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O primeiro e último problema do indivíduo é integrar-se internamente e ainda assim, ser aceito pela sociedade.
Conhecer a si próprio é uma proposta de se autogerir: de evoluir a partir de dentro, conscientizando-se, momento por momento.
Gestalt - Jorge Ponciano Ribeiro - p. 28
As coisas recomeçam permanentemente. Cada instante é um começo. Penetrar no instante significa buscar a totalidade.
“Ao considerarmos uma relação promissora, é essencial que estejamos plenamente presentes, sem distrações ou expectativas externas. Quando nos fragmentamos, culpando o presente por nossas hesitações, criamos justificativas para nossas verdadeiras intenções.”
Oração Gestalt
Eu sou eu e você é você,
Eu faço as minhas coisas e você faz as suas coisas.
Não estou nesse mundo para viver de acordo com as suas expectativas,
Assim como você não está para viver as minhas.
Se nos encontrarmos é lindo,
Se não, nada há a fazer
Uma planta não sobrevive fora do seu ambiente, da mesma forma que um ser humano, se for tirado do seu ambiente, privado de oxigênio, comida, e assim por diante. Assim, temos sempre que considerar o segmento do mundo em que vivemos como parte de nós mesmo.
Podemos dizer que as coisas se autorrevelam, elas contêm um apelo interno de autorrevelação e de autorrealização: "a água diz: bebe-me"; "o fruto diz: come-me"; "a mulher diz: ame-me". As coisas em si não se autocomplicam, elas simplesmente são e se exibem, cristalinamente.
As coisas estão presentes inteiras. O limite real das coisas é sua própria realidade, que pode ser incompleta, se vista dentro de um conceito de projeto, mas que será completa se vista atualizada aqui e agora.
Não existe parte sem todo ou todo sem partes, figura sem fundo ou fundo sem figura, mas existe uma relação dinâmica, criadora modificadora entre cada um destes elementos.
Eu sou eu, uma rosa é uma rosa.
É importante que o homem não perca a singularidade de sua existência, porque, diferentemente de uma pedra, de uma rosa, ele Densa, sente e fala, mas não deve viver de pensamentos já pensados, conviver com sentimentos que lhe foram impostos e falar palavras que não são suas.