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Mulher não é objeto pra você usar quando tiver vontade e quando enjoar jogar numa gaveta,mulheres tem sentimentos, e são como um pássaro que você não pode trancar em uma gaiola,se você o der bons motivos para ficar ele fica,mas se não trata-lo com carinho ele simplesmente vai embora !
Assim como roupas e sapatos, sentimentos e lembranças que não nos servem mais apertam, machucam, doem e ocupam espaço demais em nós. De vez em quando é necessário fazer uma faxina nas gavetas do coração e nas prateleiras da memória para liberar espaço para coisas novas. Em todos nós há uma caixa chamada esquecimento, jogue tudo que não serve nela e deixe que o tempo leve.
Hoje retirei da gaveta aqueles velhos sonhos guardados e à luz de novos tempos bordei sobre eles a esperança.
Gaveta da escrivaninha
Na gaveta da escrivaninha,
guardo parte do meu passado.
Às vezes a abro,
no canto,em uma pequena caixa,
estão fotos, cartinhas, pétalas
de rosas,já bem ressequidas.
Cada uma, sua história tem,
quando em minha mão estão
ganham vida, são pedaços
de um tempo, coisas que
não se apagam.
Uma saudade só minha,
na gaveta da escrivaninha.
Roldão Aires
Membro Honorário da Academia Cabista de letras Artes e Ciências
A cada esquina um novo amor, um novo cheiro. Mais uma aliança jogada na gaveta, mais uma ilusão que vira poema.
"Livros é uma gaveta tão simples...
Mais é também como um baú...
Ok, não trás tesouros, nem nenhum brinco
valioso.
Mais te trás pensamentos.
E você é bombardeado de informação
E você viaja...
Sem sair do lugar.
Ler é tão bom!
Você entra incorpora o autor
E passa a conhecer o seu mundo
Isso que torna a leitura interessante."
GAVETA
Se eu por ti já não mais choro
É que tua partida finalmente
Virou fato consumado.
Nada mais se pode alterar.
Se a serenidade de meus dias
Conseguem enganar os que me cercam
É que resolvi esconder a revolta
Na gaveta onde guardo as emoções.
Aquela que um dia resolvestes abrir.
Revirastes à minha revelia
Lendo, relendo e brincando
Com tudo o que não deverias.
Assim, como já não choro,
Reorganizei a velha gaveta
E tranquei-a com chave.
Aquela que jogastes fora.
Gaveta
Qual fim levou as lembranças que em ti deixei?
Talvez jogaste-as na primeira gaveta
E trancando-as com duas voltas e meia
Vislumbrastes esquecer-me por escassez...
Seja sincera, achastes mesmo, desta vez
Que expulsar-me-ia desse teu coração?
Tire-me da gaveta e guarde a solidão
Porque ela sim merece o esquecimento!...
E pra nós dois, que tal o renovamento
De tudo isso que ainda será recordação
(Jefferson Moraes)
Olinda, Pernambuco
26/08/2014
Não posso dizer qual parte do meu corpo mais me agrada, mas consigo reduzir em três as favoritas: os olhos, que me fazem enxergar longe, as penas, que me levam para onde quero, e a mente, que me possibilita aprender, guardar lembranças e o melhor de tudo: imaginar.
Não se protegeu do sol
Queimou-se
Não se protegeu da chuva
Molhou-se
Não se protegeu da faca
Cortou-se
Não se protegeu da água
Afogou-se
Não se protegeu do amor
Feriu-se
Não se protegeu da peste
Adoeceu
Protegeu-se de tudo
Não viveu.
Tropecei feio. Esfolei o coração, rasguei a alma e fiquei sem um risquinho de força. Pensei em desistir, achei que a felicidade não estava no meu destino e que a minha sina era morrer sozinha, sem nenhum sonho realizado, sem nenhuma história bonita para contar. Tentei me esconder do mundo, joguei no lixo a esperança que sobrou e os planos que guardava na gaveta. Foram duas semanas e três dias mergulhada em mágoas, deitada em um lençol encharcado de lágrimas calejadas, com um coração gritando de dor. Já não suportava tanta angústia, eu morreria de tristeza se naquela manhã o sol não me beijasse a face, se o azul do céu não me revelasse o quanto eu estava perdendo, se a menina do prédio ao lado não desenhasse com os dedos um coração singelo e se o carteiro não deixasse debaixo da porta aquela frase que me fez renascer, querer viver e colocar a felicidade no porvir: Menina, a cana só dá açúcar depois de passar por grandes apertos.
Nada restará para lembrar. Se restar será passado e ficará em uma gaveta. Espero nunca mais abri-la.
É um paradoxo o craque de futebol bater a falta cheia de efeito na gaveta e o juiz considerar o gol sem efeito!
Caixão não tem gaveta e não vamos levar nada daqui, estamos aqui somente de passagem, pois essa é a regra que apreendemos enquanto evoluímos por aqui no planeta que chamamos de casa!
Poesia para as 2 da madrugada...
(Nilo Ribeiro)
Momento único e seu,
não se divide com ninguém,
seja você rico ou plebeu,
este momento vai mais além
em toda sua intimidade
exercite a introspecção,
se busque com profundidade,
atinja seu coração
tenha lápis e papel,
pois, irá precisar,
anote os sinais do céu,
comece a se depurar
seja bastante honesta,
não mascare a imperfeição,
quando a alma se manifesta
dá ao espírito a direção
revelar,
é tirar o véu,
é a realidade encarar,
mesmo que seja cruel
revire as gavetas,
disponha de alguns objetos,
se não está satisfeita
repense outros projetos
reveja a vida profissional,
cuide do seu caminho,
nem toda dor é um mal,
até a rosa tem espinho
analise a vida amorosa,
cuide muito bem de você,
sabe aquela rosa...!!!
mesmo com espinho ela tem prazer
tudo fácil, é difícil,
o difícil podemos facilitar,
Deus nos deu um exercício
nossa vida para brilhar
não é sucesso financeiro,
muito menos poder,
de que vale tanto dinheiro
se na vida não há prazer
comece agora a bocejar,
assim, esta é a realidade,
deixe esta poesia lhe marcar
em busca da sua felicidade...
“Peguei uma folha de papel essa semana. Sentei-me à mesa calmamente. Peguei a primeira caneta que eu vi e escrevi o título de meu poema. Observei atentamente o meu braço que ainda estremecia, e na ultima linha escrevi o seu nome e um eu te amo. Guardei-a em minha gaveta onde ali estavam mais algumas escritas por mim. Fechei-a e desejei um dia entregar todas aquelas cartas a você.”
- John
A gaveta! Abri uma gaveta que a anos estava esquecida, praticamente abandonada, nela objetos diversos, muitos deles lixo, no entanto, alguns extremamente valiosos. Comecei a observar os papeis, objetos e recordar das lembranças que remetiam-me. Foi quando observei ao distante o sol desenhando o amanhecer, compreendi naquele momento, que precisava abrir as gavetas da minha alma e observar o que venho carregando do passado. Algumas lembranças valiosas, outras que só ocupam espaço, algumas que trouxeram-me um sorriso, outras lágrimas. E hoje é o dia que decidi para separar as coisas, observar o que não quero mais e principalmente separar aquelas que ainda quero carregar comigo.
POESIA DE GAVETA
Aprisionados aos papéis
Os poemas são fiéis
À sua fria condição
De esperar publicação
(Guilherme Mossini Mendel)
O coração é a gaveta da alma. Não guarde nele sentimentos ruins ou energias pesadas. Guarde apenas levezas, sutilezas e delicadezas.
Use o coração pra guardar pessoas queridas, sentimentos bons, lugares bonitos, lembranças doces e não para guardar ódio, rancor, mágoas e afins. Além de não merecerem o espaço que ocupam, esses sentimentos tornam a vida pesada demais.