Sujeito

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⁠O poeta é um sujeito que não sabe das coisas.

Manoel de Barros
Pen, Marcelo. Retrato do artista quando coisa. Folha de S.Paulo, 10 nov. 2004.

Um dia
fantasma
amor
sem sujeito
impossível
falar
silêncio de pedra.

O sujeito que nunca tenha lido um livro até o fim, mas que de tanto vasculhar índices e arquivos tenha adquirido uma visão sistêmica do que deve ler nos anos seguintes, já é um homem mais culto do que aquele que, de cara, tenha mergulhado na 'Divina comédia' ou na 'Crítica da razão pura' sem saber de onde saíram nem por que as está lendo.

Sou um sujeito de choro e sorriso fácil, mas de gênio e personalidade difícil.

Um indivíduo mergulhou num rio, e jamais apareceu! Onde está o sujeito?

Provavelmente morto no fundo do rio.

Na frase "Eu não sou amado por ninguém!" o sujeito não conhece o amor de Deus!

⁠O desejo de perfeição, leva o sujeito a fazer coisas imperfeitas. O excesso de controle leva a uma falta de controle.

⁠Eu sou imperador, mas não me ensoberbeço com isso, pois sei que sou um homem como os mais, sujeito a vícios e a virtudes como todos o são

⁠Casamento pra quem for sujeito
Não precisa de contrato
Sentimento é patrocínio vitalício
É só juntar os nossos trapos
Fechei meu negócio da china
Porque a menina combina
Minha rima define
Teu jeito resume
Atriz do meu filme
Sente o perfume

Coração, sujeito de personalidade forte,
Mantém sua opinião ainda que ninguém se importe,
Carrega consigo uma dominante emoção, um ritmo de pulsar impulsivo a depender da ocasião,
Surtos de Racionalidade chega a apresentar, um interno conflito entre si e o ponderar,
Apesar de tudo, bem intencionado, mas tenha atenção em como vai cativá-lo.❤

⁠Sujeito fracassado! de sonhos aniquilados, prisioneiro dos pensamentos obscuros acorrentado na imagem de um verme , dentro da nuvem negra da vergonha que sufoca as lembranças de dignidade. Em um dia se prostrou em lágrimas na tentativa de alívio , ele escuta um Hey! Sua reação foi olhar de um lado para o outro em dúvida se era para ele. "Hey menino!" O moribundo logo vê uma criatura de olhos de menina, sorriso malicioso e corpo de marfim. Ao reconhece-la , o coitado logo mostra suas feridas, ela com seu sorriso diz: "calma " e lhe entrega uma tulipa, e exclama " a nossa última dança não acabou!" O homem se amedronta , se achando indigno da interação com tamanha beleza. Em um pequeno lampejo em sua memória, lembrou que em seus lábios maliciosos sentiu a pureza num beijo, em seu imponente corpo de marfim encontrou o aconchego do lar ,em um dia de inverno ,a maciez da mais fina ceda ,que so a realeza poderia possuir, após seus corpos se tornaram um só ,os olhos de menina se tornaram olhos de uma mulher amada. Após lembrar desse momento, ele sentiu algumas das suas feridas cicatrizarem . Com um sorriso confiante, percebeu que eles não sabem dançar sem o outro...

Eu tenho o cheiro do pecado (às vezes, até de enxofre), mas sou um sujeito puro (com aquela essência de alecrim que inspira paz).

Não deseje o mal de ninguém. Você também esta sujeito a errar e isso não vai te tornar uma pessoa ruim. Seja tolerante para ser tolerado!

Barganha Trivial

O sujeito alorpado, loquaz e pacóvio havia o jaez frugal, porém tinha que engodar até o fenecimento. A balbúrdia existia nas vielas mórbidas contemplando o arroubo, e meu homizio sutil era ignóbil aos vastos alaridos cânions de blocos.
Fui ardiloso ao tal belicoso que enfatizava o hedonismo por curra e jurava o fugaz fleumático; minha alcunha era ígneo, pachorrento e parco. Com meu âmbito de sumidade supri o tal nódoa; pérfido de calamidades, perscrutou aos minuciosos cantos geométricos do lar, num desejo perene o pederasta ficava cada vez mais plissado, e eu taciturno. Ele estava rubicundo de voracidade, era leigo do existencial piso falso que eu adorava exercer o ócio. Como eu estava recôndito, estava pândego. Ele começou a suscitar, chorar e atreveu a tergiversar. Levantou, e foi ruar. Incólume estou aqui.

⁠" O sujeito está atolado de lama até o pescoço, você é o único que lhe dá a mão para salvá-lo e ele quer olhar se as suas unhas estão feitas."

⁠Turismo em Tóquio, sujeito se hospeda no hotel,
raramente sai, uma voltinha de táxi, um lanche na
barraca, e volta contado vantagem do que não viu.

Quanto mais elevado um sujeito é espiritualmente, menos necessidade ele sente em julgar o mundo.

“Amar a humanidade é, de todas as formas de amor, a mais estúpida. Porque o sujeito ama a humanidade, mas na verdade não ama nenhum ser humano especificamente. Jesus Cristo nunca amou a humanidade, amava os seres humanos.”

A ingenuidade da malícia

Era ele o malandrão, papava todas, muito mais engano, um sujeito profano, eu nem me importava o quanto o professor de religião cuidava da natureza essencial, mas a canetinha surrupiada era um mal, e aquela moedinha também não faria mal, pois bem a malandragem maliciosa que pensava ser poderosa, burlando os conceitos da ética e moral, despretensiosa juventude, que acompanhou por muito tempo, transformou se em lamento aquela tempestiva passagem, um carro sem engrenagem, um asno, quanta bobagem eu ria, mas virou pranto essa milícia a ingenuidade da malícia que machucou a própria dor, mas preencher o interior da sensata primícia, os céus, o culto, a missa.

Infelizmente por eu ser jovem, estou sujeito a todos os tipos de tolices juvenil.