Sujeito

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⁠AS TRÊS PRINCIPAIS VERTENTES METAFÍSICAS: Fisicalismo, Panpsiquismo e Idealismo

Qual delas faz mais sentido?

1. FISICALISMO:
Um Objeto existe primeiro e é base da formação do seu Sujeito.
Exemplo: Cérebro ou Corpo existe primeiro e é base da formação da sua Alma.

2. PANPSIQUISMO:
Qualquer Objeto contém o seu Sujeito.
Exemplo: Pedra contém Alma.

3. IDEALISMO:
Um Sujeito existe primeiro e é base da formação do seu Objeto.
Exemplo: Alma existe primeiro e é base da formação do seu Cérebro ou Corpo.

Inserida por Amanciorego

⁠Quando deixaremos de ser apenas objeto para ser sujeito da nossa história?

Inserida por I004145959

⁠O pior sujeito para se conviver é o do tipo iludido.
Em tese, isso acarreta em um erro que ocorre comumente na sociedade. Erro este, que é imbutir no seu cotidiano, aquele ser que se acha impreterível, ou digo, acha-se ser...

230123

Inserida por J6NEMG

⁠A partir do momento que considerares como um sujeito que independe do próximo, automaticamente serás entitulado como um indivíduo rico.

300123

Inserida por J6NEMG

⁠Todo sujeito por mais tenebroso, cruel e obscuro que seja, possui algo de bom, ou outrora já fora útil à determinada pessoa.

151023II

Inserida por J6NEMG

😳

Depois que o sujeito (ou sujeita) perde a vergonha, não tem mais nada a perder, tá ferrado.

Inserida por reconceituando

SUTILEZA
Assim, meio sem jeito
Vai entrando no peito
Conquistando respeito
Transformando o sujeito
Que saiu do relento
Tamanho tormento
Aragem e vento
Um novo rebento
Bem mais atento
Abastece o sustento
Do amor que é alento.

Inserida por alfredo_bochi_brum

⁠SEM DEMORA
E então chegou a hora
De aflorar tantos defeitos
Noutros tempos eram glórias
Crucificando o sujeito
Que logo ali sem demora
Ressuscita o seu jeito
Sem deixar mais ir embora!

Inserida por alfredo_bochi_brum

⁠PREITO
Corta forte no peito
A dor que não tem jeito
Vai judiando o sujeito
Que se sabe imperfeito
É preciso respeito
Quando algo é desfeito
Sempre fica um proveito
Experiência é um eito
Que eleva o efeito
Melhorar é um pleito
De se ver mais direito
O caminho é estreito
Para um bom conceito
E ter paz em seu leito.

Inserida por alfredo_bochi_brum

Meu quarto

No teto do meu quarto
Havia minha goteira
-Mas que grosseira!
A goteira latia.

A goteira pedia
Por um pouco de moradia
Mas não poderia,
Poisme incomodaria.

Inserida por hayron

⁠Ignorar o outro e resumi-lo a um objeto de seu prazer é um ato irresponsável. Responsabilidade afetiva é não ser apático ao outro enquanto sujeito desejante nem à sua própria condição de sujeito responsável por seu desejo.

Inserida por JaneSilvva

Quando o Verbo gera ação, o predicativo do cristão produz frutos e o sujeito oculto na oração encontra-se subordinado a Deus em agradecimento.

Inserida por HelgirGirodo

Conjuga-se o verbo amar a dois quando o predicado concorda com o sujeito da oração.

Inserida por HelgirGirodo

As cobranças que cada sujeito consciente faz a si mesmo são mais cruéis que qualquer taxa imposta pelos outros.

Um intelectual é o sujeito que sabe o que está acontecendo e sabe o que é preciso fazer. Um líder é o sujeito que sabe essas duas coisas e sabe uma terceira: sabe obrigar os outros a fazer.

– Certa vez, um repórter foi me ver na prisão. Um sujeito repulsivo… Um pouco antes de comê-lo junto com as barras que me confinavam, os guardas, o diretor e os cravos crescendo perto do portão, ele se virou, suando copiosamente, e perguntou: “Você acha que pode viver pra sempre?” E eu disse…
– Aqui é o fim da linha, Terminal!

A vida é como uma estrada desconhecida em que a gente viaja sem destino certo, sujeito a acidentes, sem saber onde e quando essa viagem termina!

Todo homem é sujeito ao fracasso, mas somente os ousados conhecerão o sucesso

“O Ser humano desse tempo é um sujeito peculiar,
tudo ele transforma em mercadoria,
até a si mesmo,
Tenta vender-se no trabalho,
em redes sociais,
e nas relações de forma geral
e a moeda de troca são aprovações,
que o sujeito peculiar nem sabe para que servem”.

O final da análise consiste na queda do sujeito suposto saber, e sua redução ao advento desse objeto 'a', como causa da divisão do sujeito, que vem ao seu lugar. Aquele que, fantasmaticamente, joga a partida com o psicanalisando como sujeito suposto saber, a saber, o analista, é aquele (o analista) que vem, ao termo da análise, a suportar não ser nada mais que este resto. Esse resto da coisa sabida que se chama objeto 'a'.