Sorriso
Tão vazio são meus olhos, por não ver-te .
Há tanto pranto em meu riso e tú ser amado,
tão longe do meu abraço.
Então, ledes e diz-me!
Será assim tão insensato o coração?
Verti em vão todo o sentimento
e por muitas vezes temo a cada passo,
que do seu caminho desencontrou.
Bem Querer
De ti eu gosto tanto
Que toco teu céu
Só pra sentir
O doce riso no lábio meu...
Para ser ninho
Busco nos teus olhos
O brilho do entardecer...
E abraço tira sono
E cheiro é danado pra ser sonso
Pela manhã flores nascem
Pra te merecer...
Vai! Abraça a vida!
Envolve-te por completo, seja inteiro.
Faz poesia do pranto, seja riso o teu canto!
O olhar que se vê seja atento, pra que não passe de ti a felicidade do encontro.
E este, quando posto face a face exale o perfume do amor.
Faz a vida valer, mostra pra ela o que é crer!
Aviva a tua lucidez de viver.
Traz cores, formas, faz de ti um novo florescer.
Meu coração, não sei porquê,
Bate feliz quando te vê.
Você me pede para esconder o riso e sentir o romantismo por detrás das músicas antigas, cantaroladas na tua voz cheia de melodia. Você me escreve poesias no meio de uma rodovia que anda a passos lentos e eu nada mais faço do que admirar teu talento, com um sorriso diminuto no canto dos lábios.
“Eu me viciei no seu riso,
Por mais que eu nunca tenha o visto.
Acostumei-me com a sua voz sonolenta
me saldando boa noite diariamente.
Acostumei a sonhar com eu e você,
mesmo sem nunca ter nos visto juntos.
E a viver em um mundo só nosso
sem ao menos saber se você existe...”
"Quem Sou Eu?
Aos Meus Amigos
Eu Sou,
Quando Poder...
- O Riso Do Humor.
Se Precisar...
- O Ombro Da Confiança.
Se Quizer...
- O Conselho Da Consciência.
E Pra Sempre...
- O Sórrizo Da Gratidão!"
CORRENDO RISCO
Nesse seu riso largado,
Nesse seu olhar meio de lado,
Nessa sua conversa fiada
Vou embarcar!
Nesse seu jeito imprudente,
A sua proposta indecente,
De um amor “caliente”,
Penso em aceitar.
Por ser um amor de momento,
Sem culpa e arrependimento,
Que nenhum dano pode me causar.
Vou me arriscar!
Noite Menina!!!
Vejo hoje a noite menina ainda
inspirando sonhos
e eu um palhaço, um bobo risonho
acreditando nesta noite tão linda.
Ah! Doce ilusão de um coitado
outra noite dessas enebriantes
fascina meu ser, este esplendor delirante
quais aquelas outras noites do passado.
A lua novamente me encanta, enfeitiça e brilha
meu coração pulsa pleno qual dono de si
mas me encontro só, nesta ilha.
Esta noite menina tem mistérios que "inda" não descobri
me envolve, me chama e mesmo sendo armadilha
vou rasgar teu véu, e quando ela se for verei que outra vez me iludi.
E se eu não sei trazer o riso ao seu rosto, não quero ser quem te derruba lágrimas. Minhas frutas verdes caem do pé antes do tempo, mas o sabor é um pouco ácido e seu estômago é fraco. Vai, porque ouvi o jardineiro dizer que nas árvores da redondeza existem frutas maduras.
“Teu riso”
Teu riso, de dentes pequenos,
De calmaria, de dia amena,
De dia tranqüila, e de noite serena,
Tire-me a vida, mas não me tire teu riso,
Que é reluzente de alegria,
Que é resplandecente, e me arredia,
Teu riso me dar prazer
Teu riso me alivia...
18/12/2010
Essas ondas que batem no casco, com seu riso encantatório, anulam, machucando os ouvidos, as franjas do tempo e dos dias. Esfrego os olhos para ver além do Tejo, para lá o que que há? Ah, que quero espichar o mapa para avistar a direção, mas a bússola é dificil e o mar, árido". (O último verão em Paris, crônicas, 2000)
Essas ondas que batem no casco, com seu riso encantatório, anulam, machucando os ouvidos, as franjas do tempo e dos dias". (O último verão em Paris, crônicas, 2000)