Solo
Poema
Família,
Árvore da vida
enraizada no fértil solo
de amor do Criador.
Entrelaçada no conjugal amor, multiplica sementes que um dia desabrochadas se filiam como fruto e flor.
Da terra ao céu ascende,
em direção a luz ardente,
até um dia findar
como energia à fonte divina retornar e se eternizar.
Semeastes tuas manifestações sobre esse solo, germinastes em faces e concedeu-me os frutos, nessas expressões. Hoje, lhe reconheço, recebo, aceito e sou grata! Em mim ouço-te... nítida voz em comunhão!
No alto manancial, assim como a água brota do solo, meus sentimentos se sobressaem diante de tal imagem, mas o som da nascente se sobressai diante de minhas palavras fazendo uma mistura de som e poesia!
A chuva são lagrimas
Lagrimas de dor
Que cai no solo
Se transformando em um rio finito
Que deságua no infinito
que logo retorna ao ceus
Para mais uma vez sofre
E retornar ao chão.
No solo onde vivo e hábito, desfiz os laços, daqueles que sempre (querem) mais, e, nunca se contetavam, liberados cósmicos estão, em todos os tempos e momentos.
Em cima do solo eu nao tenho valor nenhum quem sabe embaixo dele eu tenha algum.se minha vida fosse um filme seria de drama e terror
Imagine que ser solteiro é igual a um cantor , vivendo carreira solo, e certo dia , você jogando conversas atoa , você conhece uma pessoa com a voz linda( coração ) , e então decide fazer uma canção ( conhecer mais sobre a pessoa ) , e percebe que vocês dois cantando juntos , tem sintonia , vocês sentem uma conexão na voz , e então decidem fazer uma dupla , e sente que tudo está fluindo , que ambos estão conectados .
No me molesta ser corregido, pues aprendí que sólo los tontos no aceptan instrucciones que les permitiría transformarse en sabios y ser mejores que sus maestros.
"Quando a alma endurece
Pelo solo empobrecido
Ainda é bom pra plantar a saudade
de coisa que veio na vida
e por não ser a hora
Passou depercebida
E agora te desconhece
Merecidamente
A vida passa
Depressa como a chuva"
Edson Ricardo Paiva.
Das consumições
No solo
à lágrima caída e fecunda
espinhos de um filho
em subversão
partir no desleixo
é que, à parte, sangra
esfarelam sonhos
e a alma parte
não é só no puxo de mãe
que se sente dor...
também por amor
sofre um viajor
em seus flutuantes dias
vão-se luas
vêm destempos
e à luz dos silêncios
desaparição...
na busca tardia
é que se torna fria
tal conexão
ao voo ingrato
desdéns, rebeldia
fenece-se às chamas
o que noutrora havia...