Solidão
sonhei que a terra era habitável,
o estranho que não tinha humanos
somente a sujeira deixada por eles
talvez sejam relíquias de suas vidas...
noite esperança que se cala
no ventre de tua alma
resquício que embrenha
durante a madrugada...
o sopro eterno do te amor,
estando envolto em seus lábios.
o encanto que desvenda cada sonho de amor.
prevalecendo estado mais puro da sua vida.
Fogo que sai de dentro da alma
Acalma minha áurea
Traça meu destino alinhado com o dele
Faz de mim uma artista
Vem quebrar esse paradigma
Alguns olhares aparentam mais do que se imagina
Fogo que sai de dentro da alma
Dance com minha áurea
Permita que o meu destino alinhe-se com o dele
Faz de mim uma bailarina
Vem desvendar esse enigma
Alguns olhares revelam mais do que se imagina
preciso de você...
bem vinda...
anoitece no minha alma,
no horizonte vejo seus olhos morrerem
por um amor que nunca mereceu,
a luz terminou num exato momento,
dizem que o amor é seu para sempre...
e quando vejo a escuridão lembro do teu amor...
No seu submundo restou reflexos do meu espirito perdido...
no calor que faz nessa vida deixo claro teor que passou,
não compreende que quero dizer tudo está evidencia,
num sentimento clandestino vago sem proposito,
até olho no fundo dos seus olhos...
Me pergunto oque Eu faço de errado?! Pessoas se achegam dizendo que me ama, me levando ao Universo temporário; Depois apenas vão embora Como se nada tivesse acontecido e Eu me acabo nesse triste Fim?! Apenas ela a Solidão tem feito morada, e tem sido minha Fiel Companheira...
Todas as tragedias tem ironias em brejas de ilusões.
sendo o ápice do amor intencional cujo a virtude se expande,
em tantas atitudes que são reciprocas de afinidades,
expandindo pelas laterais de sentimentos desencontrados...
que fazem quer apenas a solidão emocional...
sentido de posse que aniquila a alma.
e transcendendo o desejo em farpas na alma.
as afinidades ganham a soberba do algoz...
deferi mais não abate,
sendo definitivo o estado primata...
do ser folgaz tua alma se restringe...
no mero apogeu do amor.
_Seu sangue é tinta de seu poema,
no contraste da alma a singularidade,
tão unica que abrange a eternidade,
num tempo que gravidade termina
na virtude do teu bem querer
máximo no amor.
senti cada delicia do desejo...
sendo mais forte do que existência...
e os sonhos paralisam no tempo e no espaço
num sentimento continuo e derradeiro.
expressando a vida.
em cada instante que sentimento
seja infindável gosto de seu corpo,
nas linhas d' desejo mais profundo...
nessa que é a extensão da alma.
no preludio de tantos dias vazios...
suplanta seu ego no mais puro amor.
por Celso Roberto Nadilo
Escolhas
Meus sonhos são meros pesadelos...
meus anjos são demônios
que desejam seu corpo
se reiunem perto do seu corpo inerte,
enquanto sonha com seus anjos...
sua carne seu amor, romântico,
seja minha companhia essa noite
e abrace a eternidade...
Estou aqui sentado jogando um pouco de games online, no momento sou o mais forte dentre os meus companheiros mas do outro lado dessa tela de fantasia e devaneios, minhas lagrimas escorregam pelo meu queixo tornando minha noite cada vez mais vazia, me lembrando da real vida, da realidade triste que eu não queria.
Sem ter como ver o fim dessa escuridão que veio me cobrir durante minha derrota, meus dedos se negam a deixar o teclado e enxugar meu rosto enquanto reinicio a partida, só para se, quem sabe, talvez, poder reviver em uma nova história.
A madame não entende meus pensamentos, a madame não liga para meus versos, para minhas frases nem para meus sentimentos.
Ao entender a madame não me inclui nos seus planos, ela me retira do seu pensar e me trata pior que um qualquer sem utilidade a qual usar.
Eu, o moço, estou a esperar uma brecha na vida de lágrimas da madame, uma oportunidade para entrar, para ao menos uma piada contar, quem sabe um sorriso roubar.
E se no fim a madame nem de mim lembrar, eu, o moço, fico feliz por pelo menos ela me olhar.
Me dê cinco minutos para parar o mundo e te mostrar o quanto é desanimador estar aqui
Me dê alguns instantes para abrir seus olhos para o que realmente tudo isso me faz sentir
Pois como sei se o que vejo ou sinto não passa de uma ilusão, se no meu leito de plena solidão não consigo buscar paz para meu coração ou descanso para minha cabeça escorada no chão
No momento o que desejo é sair da minha dimensão desordenada a qual não me encaixo e só me faz cair
Flutuar no abismo cintilante e viajar para a terra que nos meus sonhos construí.
Amor clandestino sempre desatino,
declaração que definha alma,
sentimento que morre,
numa situação que se dissolve no atroz
as velas de um velório torna se distante pesamento,
que se distingue na involuntária expressão,
refletida num espelho de ilusões.
Poema que acalma com dose de vinho
ou seis latas de cerveja.
dentro de um recipiente alegria
e esquecimento desejos e até paixão...
depois uma ressaca do cão
que arde no calor do estomago revirado...
um remédio é continuar bebendo
ou começar a dor de cabeça.
a dor parece prazer pois começa depois de beber
e quando termina é um alivio,
ainda da vontade de beber estranho prazer...
depois de brigas e desentendimentos alguns goles.
parecem esparecer a mente em conflitos abrasivos,
derretes a mente numa cascata de lagrimas,
como a canção que alguém coloca numa radio.
musica conflitante mais um gole o dia está quente,
e logo estará frio novamente.
num rio de lagrimas sem fim, pássaro ferido,
ama até seu fim na paixão...
o refrão mais um gole na solidão...
Eu errei e te vi partir
Cê tá deixando um pouco de você
E levando um pouco de mim
Eu não queria que terminasse assim
Por causa do meu erro
Eu tenho que encarar esse triste fim...
malocas do antigo mundo,
sonho deixamos de ter
sonhos que quereríamos ter
virtudes da terra que cobra
a vida que deixamos para trás
numa vida que o passado era simples
que ainda encanta nos corações
ainda vivemos em casas de palafitas
em lugares ermos, mas,
agora uma selva de pedras
viajamos dentro da terra,
e assim vivemos poluindo a terra...
e vivendo por viver,
mesmo que as palavras sejam desencontradas...
no ermo do discurso distorcido revoa
a esperança que declina a vida simples
e assim deslumbra arte de um momento
vista pelo olhos do mundo...
bom sentir um momento esperar que seja uma delicia
do apenas viver entre muito dias monótono.
a mente prega peças dos quais atue ...
até que acorde num momento vazio...
aonde esteja a sombra água fresca,
um templo para sonhar e viver momentos únicos
projetando um significado a sua existência,
viajando por lugares que te faça sentir livre com tua alma.
deixando tudo para trás em uma outra vida...
em que a distorção da vida moderna seja um alivio,
entre dias as noites nada tenha de melhor
que passagem do tempo entre as entrelinhas
esteja a felicidade, o que é isso além de momentos...
virtudes que mundo virtual deslumbre que realidade
o abrace dentro de outros mundos outras vidas.
o desejo sempre torna se mais forte...
em busca de coisas melhores até apatia formar uma opinião.
tenho por si a viajem a mundos desconhecidos...
para obter conhecimentos e aventuras ao desconhecido.
Celso Roberto Nadilo
Pai Nosso
Pai Nosso, cadê o teu céu?
Por que tanta gente aqui morre de fome?
Por que que alguns vivem o luxo de um reino?
E por que de um direito eu nem tenho metade?
Cadê, Seu Pai Nosso, onde está o meu céu?
E por que, pra comer, nem um pão tive hoje?
Em qual crime me enquadro por cumprir tal sentença?
E por que estão matando os pobres já tão ofendidos?
Cadê, então, a tal libertação?
Onde busco ajuda contra o mal?
Peço ela, a quem?
Diego Muniz
08/04/2017
@diego2muniz (instagram e twitter)
facebook.com/diegomunizpoesia
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