Sol
"... e tu, sol, cobre a minha canção
como manto de ouro dos teus raios
Que as tuas notas sejam luzes
límpidas, puras, claras"
O Sol brilha no mundo e o mundo vive com a luz.
Seja como o Sol, mesmo longe, continue brilhando na vida de quem você ama
"Há dias que vem e não deveriam ficar.
Há dias que vão e deveriam, para sempre, continuar.
Quando 'cê me vem, me sobra nada e até me falta o ar.
Sua presença me faz sobrar a paixão, só o amar.
Fito seus olhos, me pego com o coração, à palpitar.
Desejo te abraçar.
No teu beijo, me adoçar.
No doce da voz, me deliciar.
Quisera eu, não te sonhar.
Nessa paixão, não me aprisionar.
Você é o meu Sol, quiçá o meu luar.
És meu rio, o meu mar.
Na imensidão da tua alma, eu hei de me afogar.
Infelizmente os dias de saudade vem, mas não deveriam ficar..."
"Em suas tempestades fui arco-íris e você foi-me apenas um céu gris.
Eu que sempre fiz suas vontades, abdiquei das coisas que eu sempre quis.
Minha felicidade, só existe no teu riso feliz.
Por vezes sua felicidade me fez infeliz.
Não entendo o que sinto e você não tem pudor no que diz.
Cada palavra proferida por você, constrói um castelo de areia nos sonhos de um tolo infeliz.
Nos tristes capítulos da minha vida, achei que você colocaria um fim, mas de tais capítulos, você foi só mais um adir.
Com seus sentimentos, suas ações, não condiz.
Nas minhas verdades, sou infeliz.
Nas suas ilusões, feliz.
Pra tê-la comigo, o que eu podia, eu fiz.
Meu amor é Sol, céu azul; sua indiferença, só mais um céu, gris..."
Meu Deus, meu Deus. . .
O sol bem vermelho...
No céu se escondeu, muito além...
Uma estrela caiu...
Um anjo subiu...
Dizendo amém...
Voa tão leve...
Aquele que tem a vida breve...
Tristeza não tem fim...
Tão rápido partiu assim...
Por muito tempo, muito tempo...
Um suspiro fundo...
Por todos tão querido...
Foi embora desse mundo...
Vamos chorar de mansinho...
Que o céu hoje também chora...
Assim Deus se manifesta...
Conosco fica a saudade...
Mas a eternidade...
Abre-se em festa...
Descanse em paz Marcelo...
Janela da alma
Quando olho pela janela e não vejo mais as crianças brincando lá fora. Pergunto-me, o que aconteceu?
O que aconteceu com a espécie humana que estava aqui, na bolha artificial do mundo?
Um vírus! Um vírus, meu Deus, está acabando com os seres humanos.
Mas, espera! Veja! Alguns humanos ainda sobrevivem e usam máscaras.
Máscaras, não da vergonha que são alheia, mas da proteção. Pessoas morreram, crianças nasceram. Uma nova sociedade está surgindo com o nascer do Sol desta manhã. Lá fora, pela janela da alma, já não vejo, no silêncio das grandes cidades, a ansiedade humana. Nem a luxúria do consumismo. Apenas vejo o horizonte e, no silêncio, distante de mim, o inconformismo da ignorância alheia. E eles usam máscaras, parecem humanos, mas ainda resistentes. Ainda resistentes, meu Deus, a luz do novo mundo que vai surgir!
Quando sua majestade o sol, se levanta,
uma maravilhosa mágica acontece.
Acorda um mundo inteiro de seres vivos,
o qual energiza, ilumina e aquece.
Não cobra nada por isso, simplesmente
todo santo dia e infinitamente,
nos presenteia...nos enaltece!
O amanhecer traz consigo uma nova chance,
de tentar de novo,de fazer direito,
de reinventar e de fazer bem feito.
Às vezes, aquelas lembranças dolorosas invadiam sua mente fazendo dia de sol virar noite sem luar.
Livro - As Mulheres Invisíveis