Sociedade
Acredito na plena capacidade renovadora da sociedade, mesmo que só diante da dor. Pois não há mudanças, em tempos felizes.
A grande doença na sociedade contemporânea do século XX e XXI aparece quando fazemos contrariados o que não temos a menor vontade e empenho em fazer.
Antes da oposição a venda de armas de fogo em futuro projeto a ser votado a sociedade civil esclarecida deve se movimentar contra a farta proliferação e fácil comercialização de pre-armas letais de fabricação oriental adquiridas por qualquer um, encontradas nos comércios informais e em banquinhas de ambulantes nas principais cidades do Brasil.
A Cidadania Solidaria é a sociedade civil deixando de ser vitima e participando de novas soluções de novos e antigos problemas. Juntos podemos acreditarmos e sonharmos em um mundo melhor que retorna mais humano e consciente pelo esforço, pela ação amorosa, pessoal e profissional de cada um.
Eu luto por que acredito que a sociedade civil cidadã deve ser co-participe da governança paralelamente com o poder publico em todas as esferas.
Toda a arte é hoje as lembranças mais remotas de uma época ou uma idade em que à sociedade humana teve realmente ética, valores familiares, princípios, virtudes, educação, civismo, cidadania, personalidade e moralidade. Atualmente à máquina superou a mão de obra humana e o dinheiro enquanto valor passou a ser divindade, patrono e justificativa para todas às torpes atitudes de baixarias, abusos animalescos e incivilidades.
A sociedade de consumo contemporânea não está doente como a grande maioria, ainda pensa. Ela deixou de ser parte de um agente e de um processo consumidor e passou a ser a muito tempo um outro tipo genérico de mercadoria fugaz em com estreito tempo de validade para o consumo seguro.
Na sociedade contemporânea do século XXI ficou cada vez mais difícil encontrar o amor e a felicidade em par sem saber para isto bem administrar o interesse pessoal acima de todas as coisas, um inabalável egoísmo selvagem sobrevivente e a vida sempre em torno e à partir de nos mesmo.
A atmosfera e os locais da arte e da cultura na sociedade contemporânea à partir da gestão cultural deixa de ser tão artística, filosófica, educacional e estética para se tornar paulatinamente um meio e ferramenta da administração econômica, politica e financeira pública e privada.
Em uma sociedade em que muitos, ou até mesmo a maioria, estão vivendo pela evolução ou o prazer de seus corpos, menos preocupados em exercitar e evoluir as suas mentes e a sua criticidade, qualquer governo sem instrução, discernimento ou senso de justiça será capaz de governa-los.
Dado o momento atual da sociedade a qual faço parte, utópicamente desejo um dia no qual o trabalho seja realizado por básicas necessidades de se ser saudável de corpo e mente, sendo este entendido e exercido socialmente como uma atividade vital à estas necessidades, não de poder.
Os alicerces de uma sociedade estão cravados na educação que seus indivíduos recebem, em como são educados, treinados e elevados. A gestão da educação jamais deveria espelhar autoritarismo, pedindo que todos sejam democráticos. 'Faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço' nunca bem ensinou.
Deveriamos viver em uma sociedade alternativa aonde pudessemos fazer o que quisessemos se nos importamos com a opnião dos outros, aonde pudessemos ir e vim sem nenhuma interferencia, aonde pudessemos viver da nossa maneira!!!
A sociedade anda adoecendo, e poderia ser tudo isso revertido (ou quase tudo isso), se não deixássemos valores, ainda que pequenos, serem mudados ou esquecidos;
Premiados filmes, cultuados livros e excelentes músicas, não deveriam faltar em lar algum..
A nossa sociedade separa os seres humanos como bons consumidores ou consumidores defeituosos. Para os primeiros, os serviços, a tecnologia e os bens de consumo estão acessíveis. Para os consumidores defeituosos, que não conseguem concretizar seus desejos, criados artificialmente pelos meio de comunicação de massa, resta o tratamento policial e a permanente exclusão do bolsão de riqueza dos centros urbanos modernos. Esses, têm que ir para as favelas do Terceiro Mundo, construir suas casas com o que sobra e viver sob um estado de vigilância permanente. É para conter estes, que a qualquer momento podem se rebelar e reivindicar a justiça e a igualdade material, que existe a polícia e as leis de exceção. Para isso os aparelhos de repressão são extremamente eficientes, pois é para isso que foram verdadeiramente criados.
Espero que a sociedade, não só do Brasil, mas mundial, perceba que o mundo é cada vez mais uma ilha. Todas as pessoas precisam umas das outras. Essa desigualdade social no mundo não tem razão de ser. Podemos distribuir melhor a riqueza do mundo. O mundo produz muita riqueza, mas quanto mais riqueza a gente produz maior fica a desigualdade. A sociedade tem de repensar e procurar diminuir a desigualdade. No fundo, temos de viver cada vez mais em comunidade e se respeitando. É tentar viver de uma maneira mais equilibrada.
