Silêncio de um Olhar
O Mistério no olhar, uma mulher no silêncio, encontrará em sua plena consciência palavras certas, no livro da vida. Um labirinto de sentimentos em sua mente; quais são os caminho que desejas seguir; se reencontrar, renascer, compreender, aprender no amor, superar a dor, uma alma que emana energia do universo. Nada posso, nada é impossível, nem mesmo a minha mente na capacidade do entender possa conseguir compreender o Mistério de uma mulher. Me calei, mas não me permito deixar-me de sentir. Meu corpo tomado por uma força tão intensa, consumindo minhas forças sugando minha existência. talvez possa descobrir, ou nunca consigo entender, ou compreender o Mistério de uma mulher.
Amigo mesmo é quem conhece nosso olhar, entende o nosso silêncio e nos ampara com suas ações.
Amigo é para todas as horas.
“Se permita olhar e contemplar em silêncio as singularidades da vida que te cercam para aliviar a mente cansada”
#bysissym
Enfim te encontrei,
Entre sonhos e brumas,
No silêncio do olhar
Que me revela tua alma.
Te busquei nas noites frias,
Em versos e canções,
Nos suspiros solitários,
Nas doces ilusões.
Teu sorriso é minha aurora,
Tua voz, o meu poema,
E no abraço, enfim me encontro,
Resolvo todo dilema.
O destino nos guiou
Por caminhos separados,
Mas na curva do tempo,
Enfim, estamos lado a lado.
Enfim te encontrei,
No sutil toque da vida,
E em ti me refaço,
Em ti sou amado.
É Natal...
É Natal quando um abraço rompe o silêncio de uma ausência.
É Natal quando o olhar brilha mais pela presença do outro do que pelo reflexo das luzes na árvore.
É Natal quando o pão é repartido, não importa o tamanho da mesa.
É Natal no gesto de perdoar, mesmo que o orgulho insista em calar.
É Natal quando a mão estendida é mais forte que a palavra negada.
É Natal quando a simplicidade é suficiente para preencher o coração vazio.
Porque Natal não é o dia, é o sentimento.
É o instante em que escolhemos semear amor no lugar da indiferença.
É o momento em que percebemos que a maior riqueza não se encontra em presentes, mas na presença.
Todo dia pode ser Natal...
Quando cuidamos uns dos outros,
Quando damos à vida o sabor da esperança,
E quando entendemos que o verdadeiro milagre não está no que esperamos, mas no que doamos.
Isso é Natal. E o Natal, quando nasce em nós, pode durar para sempre.
CIO SILENCIOSO
Quando se amornar o ar
Junto de um calafrio
É um beijo só de olhar
No silêncio de um cio.
Ton Jófer.
No silêncio do teu olhar castanho misterioso, Vamos nos desvendando um ao outro, Estamos endoidecidos com o amor e seu feitiço delicioso...
A comunicação pode ser feita de inúmeras formas: a fala. a escrita, o gesto, o silêncio, o olhar, a mímica e tantas outras! Nessa reflexão destaco o choro. O choro pode mostrar a dor, mas pode demonstrar, alegria, tristeza, emoção,
arrependimento e tantos outros sentimentos.
Tenho comigo falas não ditas
escancaradas no silêncio de um olhar.
Promessas não cumpridas, escondidas,
que podem fazer sorrir ou chorar,
florir e enfeitar.
Tenho comigo rabiscos não publicados,
acovardados, que precisam ser arrumados
para escaparem fugidos, para serem pinceis
e pessoas pintar.
Tenho comigo canções não cantadas,
rimadas com perguntas sem respostas
melodias sublimes que flutuam suave,
vem e vão, afinam o dia e compõem a vida.
Prefiro orar por você em silêncio e desejar de que, um dia, você também tenha a coragem de olhar para as tuas próprias feridas e curá-las, em vez de continuar ferindo aqueles que sempre te amaram, segue te amando e continuarão amando-ti.
Eu investi tudo naquele olhar
A minha felicidade está sonhando
Silêncio constrangedor
São promessas de vinda de um amor fechando o meu coração
Fundamental mesmo é o amor verdadeiro, paradigmas
Revolucionar, eu sei que vou conhecer o paraíso
Descrente desta vida
Ao te conhecer, eu descobri a mágia do mundo
Finalmente o que é felicidade, meu mel
Alma bem formada
Liberdade, vida sem ilusão e pragma
Quem espera o progresso sem esforço
Morre na solidão
Será, o que eu sinto é amor?
Pois eu não peço nada em troca
Mas se eu não souber,
Devolva-me o meu amor que te dei
Deixe-me sozinho na sofreguidão
E viverei em paz
Eu nunca contemplei aqueles dias novamente
Quando eu deixar esta constelação, espero, infinitamente, que você encontre outra pessoa
Vivendo dias esperançosos no desejo, paixão e gratidão
Me pergunto, se eu conquistarei um coração melhor do que o meu.
A vida vai lhe ensinar que: um passo para trás, um olhar interrogativo ou um silêncio momentâneo em certas ocasiões, vencem muitas batalhas e é melhor do que ter uma granada na mão.
O Silêncio Que Fala
Existe algo divino nas palavras silenciosas que habitam a fala do olhar.
Um idioma que não se aprende nos livros, mas no sentir.
É preciso que haja um acordo sutil entre quem vê e quem transmite,
um pacto invisível onde a verdade não pode se esconder.
Assim como moldamos nossa fala e afiamos nossa escrita,
deveríamos ter em mãos a cartilha da linguagem das almas: o olhar.
Olhar que acolhe, que desnuda, que grita em silêncio.
Há olhares que embalam, há os que ferem,
há os que são porto seguro, e os que são tempestade.
Alguns são abismos, outros, pontes.
Mas poucos sabem realmente escutar o que os olhos dizem.
Poucos compreendem que, antes da palavra,
foi o olhar que desenhou o primeiro poema do mundo.
Olhar que Ecoa no Tempo
A fotografia é o silêncio que fala do tempo, congelando o que escapa ao olhar e preservando o que a memória se recusa a perder. Um olhar que ecoa no tempo, ressoando o passado e eternizando o presente.
Quando encontro a minha solidão, fixo o olhar no silêncio e consigo ver-te. Nesse meditativo momento, reparo que intimamente não estou só.
Na tua te encontrar em cada olhar, todo silêncio que tende a nos calar, peças a se encaixar, prática de uma estrela que produz sua própria luz, me encontrei em correntes que aprisionam minha alma, meu ego enganado pelo show de luzes, sabores, odores; o espetáculo, meu desejo sendo fabricado dentro de um laboratório, na minha época ainda existia escritório. tecnologia que produz nossa artificialidade, vou conferir as notificações, interações irrelevantes, plano de dominação, estado inoperante, na mídia mais fuga, meu corpo que adormece, anestesiado pela interação, intérprete como quiser, franqueados que comprovam. Sistema acadêmico, gênios enlouquecendo. O cantor que chora suas decepções em voz alta. As pessoas que circulam, aparentemente todo normais, pagam impostos e nas redes fingem que são os tais, quais? Aquele que manipula uma câmera, eu infiltro no filtro,eu respiro meus líricos, me oriento no centro, cada som é um ruído, cada imagem uma luz. O corpo é vazio do ronco do estômago.