Sentir a Vida
Permita-se
Permita-se sentir a vida com tudo a que você tem direito. E se tudo que você tem direito não for tão bom assim, permita-se assim mesmo!
Amar é sentir aos pulos, o coração...É dar um abraço apertado, sentir da vida, a emoção. É brincar na chuva, de mãos dadas feito laço. É ouvir mil vezes a mesma canção..
Preciso tanto do seu corpo,
Para sentir a vida em sua plenitude,
Para me perder em seus braços,
E encontrar a paz que a alma tanto busca.
"O vazio é tudo o que me habita, e eu anseio sentir a vida, mesmo que através do pecado."
Do livro - Quase Santa.
Bom dia!
Como é maravilhoso sentir a vida e permitir que ela seja conduzida pela mão de Deus...
Feliz dia!
O SENTIDO DA VIDA
Mais importante que buscar o sentido da vida, é sentir a vida com todos os sentidos que ela nos deu.
Realizacão pessoal; paz de espírito, irá sentir na vida uma alegria louca, quem descobrir que existem poesias lindas, músicas deliciosas, atitudes construtivas, palavras maravilhosas, antes de viver com o nome alheio na boca.
Viver não significa acordar todos os dias, viver é sentir a vida pulsar dentro de si em cada amanhecer, viver as emoções. Ser feliz e sorrir com a felicidade dos outros, chorar as tristezas, abraçar cada momento vivido, sonhar com um mundo diferente e fazer essa diferença.. viver é estender as mãos a um amigo quando ele procura as suas, é saber que não somos melhor, nem pior que ninguém.
Viver, é pisar em espinhos sentindo as flores, é cantar para esconder as lágrimas, enganar a saudade, vivendo e revivendo tudo de novo. Viver é aproveitar cada segundo agradecendo a Deus. Aprenda a viver, a vida ensina.
posso ver o mundo através dos seus olhos
posso sentir a vida na sua voz posso acreditar na realidade do amor só de pensar em você
Posso Te Amar sem ao menos te tocar posso ser feliz só de ver seu sorriso lindo
posso te dizer te amo sem ter percebido e eu te amo mesmo sendo impossível
Capítulo 3 - Entre a Dor e o Amor
1. Entrelaços do Sentir
A vida é feita de camadas. Cada emoção que sentimos, cada relacionamento que vivemos, acrescenta uma nova dimensão ao que somos. Às vezes, essas camadas brilham como um amanhecer tranquilo, mas, em outras, pesam como o céu antes de uma tempestade. O que permanece constante é o aprendizado que cada experiência nos oferece — mesmo que, no momento, isso pareça apenas dor.
Houve um tempo em que o silêncio dentro de um relacionamento se tornou ensurdecedor. Era como se estivéssemos em lados opostos de um abismo, gritando palavras que o outro não conseguia ouvir. O início havia sido diferente. Havia risos, toques leves e promessas ditas com o tipo de convicção que só a paixão oferece. Mas, com o tempo, o que parecia fácil tornou-se difícil. Pequenas mágoas se acumularam como grãos de areia em uma ampulheta, até que, um dia, percebemos que não havia mais tempo.
Eu me lembro de uma noite em particular. Estávamos sentados à mesa, cada um em sua própria bolha de pensamentos. A luz branda do abajur criava sombras suaves no ambiente, mas não conseguia iluminar o espaço vazio entre nós. Era como se algo tivesse morrido ali, algo que nenhum de nós conseguia nomear. Foi naquela noite que decidi escrever uma carta. Eu sabia que não era uma solução, mas precisava tirar de dentro de mim as palavras que haviam ficado presas por tanto tempo.
Na carta, falei das minhas inseguranças, dos meus medos e, sobretudo, da minha esperança de que ainda fosse possível encontrar um caminho de volta. Não foi uma tentativa de resgatar o que havíamos perdido, mas um gesto de honestidade, uma maneira de me reconectar comigo mesma. Quando terminei de escrever, senti um alívio que há tempos não sentia. Percebi, então, que às vezes o ato de se expressar é mais importante do que a resposta que esperamos do outro.
Essa experiência me ensinou que o amor não é apenas um sentimento; ele é uma prática. É sobre estar disposto a ser vulnerável, a enfrentar os próprios medos e a abrir espaço para que o outro também o faça. É, sobretudo, sobre aceitar que o amor verdadeiro não é perfeito — ele é feito de rachaduras, de escolhas difíceis e de coragem.
2. Histórias que Moldam
Mas nem toda dor pode ser resolvida. Algumas vêm para nos transformar de maneiras que só compreendemos muito tempo depois. A perda de um irmão e amigo querido foi uma dessas experiências. Lembro-me do dia em que recebi a notícia. O mundo parecia ter parado, como se cada som ao meu redor tivesse sido abafado por uma cortina de silêncio. A ausência dele era palpável, e o vazio que deixou parecia impossível de preencher.
Por muito tempo, tentei fugir dessa dor. Preenchi meus dias com tarefas, cercando-me de pessoas e buscando distrações que, no fundo, eram inúteis. Mas, eventualmente, percebi que não era possível escapar. Foi ao revisitar as memórias que compartilhamos que compreendi algo profundo: ele não havia partido por completo. Cada momento que vivemos juntos, cada conversa e cada gesto, permanecia vivo em mim. A dor da perda, percebi, era o preço que pagamos pelo privilégio de amar.
E então há as conexões que nos moldam de maneiras mais sutis. Uma amizade de infância, por exemplo, me ensinou sobre o poder da empatia. Passamos por fases de pura alegria e por momentos de desafio, mas foi em uma dessas crises que nosso laço se fortaleceu. Quando minha amiga enfrentava uma dor profunda, descobri que apoiar alguém não é apenas oferecer palavras de conforto — é estar presente, mesmo quando não há nada a dizer. Foi nesse espaço de silêncio compartilhado que nosso vínculo se tornou inquebrável.
3. Camadas do Sentir
O amor, em suas diferentes formas, é tão multifacetado quanto a vida. Ele nos desafia intelectualmente, conecta-nos emocionalmente e desperta nossos sentidos. Em cada experiência, há uma lição escondida, esperando para ser descoberta. Às vezes, essa lição vem na forma de uma alegria avassaladora; em outras, ela surge das cinzas de algo que acreditávamos ser permanente. O que permanece constante é a capacidade do amor de nos transformar.
Ao refletir sobre essas experiências, percebo que cada conexão que cultivamos nos aproxima de nossa própria essência. Seja no calor de um abraço, no peso de uma despedida ou na troca silenciosa de olhares, somos moldados pelos laços que criamos e pelas histórias que compartilhamos.
4. Reflexões Silenciosas
E assim, deixo este convite a você: pense nas pessoas que passaram por sua vida. Quais marcaram você de forma indelével? Quais momentos de alegria ou dor o transformaram? Às vezes, a resposta para nossas perguntas mais profundas está nas histórias que carregamos, nos ecos das vozes que ainda ressoam dentro de nós.
A vida é um ciclo constante de encontros e despedidas, luzes e sombras. Mas, se há algo que aprendi, é que a luz sempre encontra um jeito de atravessar até os espaços mais escuros. Cada conexão que fazemos, cada laço que criamos, é uma centelha dessa luz, nos guiando de volta para casa.
O sábio não segue o que lhe querem ensinar!
Ele tem que sentir a vida, ele sabe que só aprende experienciando, sentindo cada passo e vibrando a cada vitoria, fazendo as suas próprias escolhas e não seguir o que lhe querem impor.
A dor ao bater com a cabeça faz com que ele reflita e aprenda. Ele é um ser único e não fotocópia de ninguém.
Ele gosta de sentir cada pedra no seu caminho, elas não estão ali por acaso, todas trazem sabedoria.
É preciso sentir a vida nos detalhes mais imperceptíveis, para compreender melhor qual o nosso lugar neste vasto céu, que diante dos nossos olhos nos convida a sermos livres.
Nildinha Freitas
Preciso do seu corpo, não apenas para o prazer,
Mas para sentir a vida, para me completar,
Para encontrar a paz, para me sentir amado,
Para ter a certeza, que não estou só, que sou cuidado.