Sentimentalismo

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Que sentimentalismo barato. Mas o rosto dela, de Tina, parecia mais de 10 mil filmes de felicidade. Nunca havia visto coisa igual. Teve que se munir de uma couraça de ferro e apertar o estômago, os pulmões e os olhos pra não chorar.

A verdadeira poesia mantém a mesma distância da insensibilidade e do sentimentalismo.

(...) Vou dedicar menos tempo ao sentimentalismo e mais tempo à realidade.

Não procure empatia no mundo virtual. Aqui a hipocrisia prevalece e o sentimentalismo é o que pouco importa.

Eu detesto sentimentalismo barato.

Os românticos veem a vida com melancolia, com um exaltado sentimentalismo.

Com minha ansiedade, meu papel vital de botar a boca nesse mundo, e todo o meu sentimentalismo, queimei a corda que nos unia, por sentir demais aflorada, na pele, o mal que se instalou em minha persona. Fui para cima, quando tudo que eu devia ter feito, era recuar; sutil e superior.

Vou dedicar menos tempo ao sentimentalismo e mais tempo à realidade.

Se o sentimentalismo traz conforto para seu coração, se não desfruta do caráter pleno independente das circunstâncias, se não faz por merecer um amor digno, você é uma mera aberração, pois não goza da virtude do seu próprio ser. Estar condicionado à coisas momentâneas não é dignidade de vida.

“O sentimentalismo é o progenitor, o avô e a parteira da brutalidade”

Quando as folhas caírem nos caminhos,
ao sentimentalismo do sol poente,
nós dois iremos vagarosamente,
de braços dados, como dois velhinhos…


E que dirá de nós toda essa gente,
quando passarmos mudos e juntinhos?
- "Como se amaram esses coitadinhos!
Como ela vai, como ele vai contente!"


E por onde eu passar e tu passares,
hão de seguir-nos todos os olhares
e debruçar-se as flores nos barrancos…


E por nós, na tristeza do sol posto,
hão de falar as rugas do meu rosto…
Hão de falar os teus cabelos brancos…

O sentimentalismo, por ser inerente aos seres humanos, nem todos dele podem desvencilhar-se, mas podem conter-se, dominar, podem procurar, pelo pensamento bem irradiado, encarar a vida de maneira mais racional.

O sentimentalismo foi o mal do século XIX, o genocídio do século XX. O facebook é o mal do século XXI.

Num mundo de psicopatas, os sentimentais, por se oporem à razão, são os que mais sofrem

18/11/13 Me permita derramar alguns litros de sentimentalismo barato nessas páginas jamais impressas, para que eu possa imprimir um pouco do frio que me habita e da ponta do lençol aguada que o sol não evaporou.O silêncio do passado é o silêncio do presente.É o silêncio que nunca terminou porque palavras não exprimem silêncios e eu não sei fazer arte.Só a arte talvez exprimisse essa angústia.
Os dedos que aqui debatem sobre as teclas são débeis e não produzem nada senão consolo.A escrita é o espaço de libertação onde pretendo me refugiar.Se me aprisiono no meu refúgio, permaneço segura.Que se dane a sensatez!Foi assim que você me conheceu: segura,em passeios retilíneos por calçadas planas.E agora?Onde estou?
Em um sonho seu?Que mundinho hiperbólico e imaturo!Imatura eu que não reconheci a estrutura ficcional do nosso ''amor eterno''.Fútil e sem dons artísticos,não pude ler nas suas palmas as marcas visíveis de um futuro distante,não puder decifrar que as feridas das cordas musicais nos separavam drasticamente.São outras minhas feridas.Minhas marcas de ócio e de culpa que não podem gerar qualquer som harmonioso.Não é permitido para essa natureza mundana muito além do som de quebrar de vidros e ranger de portas.Intimamente,me atormenta o latejar desse meu encéfalo .É quando o coração emerge até a superfície do corpo e prejudica o funcionamento adequado do sistema cerebral.
Amor da minha vida, até quando?Talvez de uma vida passada ou futura.Você é do mundo da música; eu, do barulho.Como pude acreditar em sacrifícios se não valia o material da sua palheta?
Me perdoe,Anielle,e perdoe a si mesma pela ingenuidade e pela burrice dos seus raciocínios.Agora só resta dar a paz a ele.Não sei se vai reconhecê-la,o que me aflige.Mas, dessa vez, não poderei parar porque é grande a carga do caminhão que me persegue e preciso ir em frente; planamente,retilíneo.
Não sei se você não reconhece essa melancolia que se apossou de mim ultimamente ou se apenas a ignora.Ficarei aguada até quando?Até mais? Até nunca mais.

Amigo, cuidado com o sentimentalismo excessivo, pois ele bloqueia a racionalidade. Diante das oportunidades de dar vazão a todos os seus impulsos. Peço-lhe, que pare e pense, ponderando friamente sobre todas as conseqüências de seus atos advindas. Não seja a medida de ti mesmo,alegando: Sou livre, sou dono de mim, por isso faço o que quero! Pois, a liberdade quando mal usada, pode se tornar a mais terrível das prisões, pois o tornará cativo, não por existência de grades, mas sim pelas conseqüências dos erros que cometestes ao transformá-la em libertinagem. Saiba que uma consciência cativa por irremediáveis erros cometido no impulso da paixão, é mais torturante do que 1001 noites nas mãos do inquisidor carrasco Torquemada.

Eu de tpm:um poço de sentimentalismo e explosões temperamentais que ninguém sabe como lidar.

Tudo é sentimentalismo

Perfurando o fundo de um coração
Tudo esta ligado ao amor
Até mesmo a solidão.
O aço, o mar, o passo
Tudo que faz lembrar teu abraço.
O vento no rosto, a brisa do mar
Do orvalho se faz dilúvio
Pra quem quer se afogar.
O vermelho derramado no sépia
De uma fotografia antiga,
Faz reviver o passado
De memórias esquecidas.
Poemas são como a dor
Estão ligados ao amor.
O pôr do sol, o laço de fita,
A pergunta sem resposta,
Os loucos de outrora,
O cravo e rosa,
Não precisa de provas
Tudo está ligado ao amor, só você não nota.

O sentimentalismo tropeça e cai diante do primeiro obstáculo que encontra. -

O sentimentalismo fecha os olhos para a razão e para a racionalidade.