Sementes
preciso drogas mais fortes
só teu sangue me embriaga,
tantas noites pela frente,
sinto mil maneiras de bebe la
é exatamente tudo preciso
a droga que me alimenta,
tente se sentir livre
dei tuas lagrimas
sinta meu sangue escorrer
doses mil noites
doces que sangram
alimentam
nossos sonhos...
meu anjo sangre
nossos desejos
escorrem mil
noites de prazer...
por celso roberto nadilo
34 – Enquanto Pastores não querem fazer Parcerias Missionárias para não faltar Dinheiro nos seus Caixas, Deus fala aos pequenos, aos endividados para mandar suas sementes ao Campo Missionário. Isso que é Deus, isso que é Parceria. Pr. Teófilo Karkle.
O que me impressiona é não conseguir ver o futuro,
olhar nos olhos e não perceber como será a viver.
Intenso e suave assim defini o momento
em que eu apenas pensava em você.
Te vi distante, esperando alguém
E esse alguém sendo eu a me aproximar,
sempre somos tímidos e bobos até o tempo passar.
A gente sempre demora de fazer o que tem vontade
testamos os sorrisos e os olhares
encontramos e nos perdemos com vontade
Sem restrições nem tempo de se preocupar.
Estou plantando sementes no pensamentos,
é um risco! eu sei!
Posso colher espinhos e me desapontar,
essa dúvida me motiva a cultivar,
As vezes sem pensar
procuro viver
A vida é feita de plantações e colheitas!
Colha o que planta, se gostas dos frutos
plante as mesmas sementes
A!!!!
Não esqueça de rega-las!
Vamos plantar poesia
Nos campos desertos da vida
E um pouco de coragem...
Vamos plantar poesia
Rima por rima
Na terna paisagem...
Vamos que é cedo ainda
E o dia não termina
Sem um pouco de bobagem...
O caroço de uma fruta é como a vaidade, o orgulho e o ego em nós, que devemos desprezar em nossa degustação interior, a não ser que deseja plantar essas sementes para colher frutos indigestos em sua vida
Agostos
________Quem vive a vida com gosto - nas intempéries dos Agostos, pulando cordas e quebrando gelos, ou, acendendo fogos e transpondo invernos - sabe que uma Primavera está para chegar...
Recordo-me bem do frio de Junhos na cidade e Julhos no campo, quando levantávamos bem cedo para a missa das cinco e para ver as vacas no curral - exatamente nesta ordem...Víamos as tardes se acabarem nas montanhas cinzas e ofuscadas pelo por-do-sol, um vento sem sal e sem gosto... Então, sonhávamos com a chegada dos ventos de Agosto - aquilo é que era vento temperado!
Pelo menos a gente podia dar corda no tempo: soltar pipas - ainda que em combate com as ventanias, redemoinhos de folhas secas e esterco de gado.
Recordo-me feliz de sentar-me no balanço da varanda e ver o curral fechado de tábuas e porteiras de braúna as manhãs geladas de inverno - resto de outono revirado de folhas secas e úmidas pelo orvalho da noite.
À tarde, a névoa se dissipava e o sol forte de inverno esquentava a terra vermelha e a plantação murcha e pálida - um cheiro de poeira passada, passando longe e deixando seu rastro sobre as folhas mortas, que nem tapete velho.
O anoitecer era um frio de gelar a pele e a memória. Dava uma saudade das tardes de abril e das manhãs de maio!
De repente, tudo vai ficando pra trás, mas o registro fica na mente e nas recordações - eram como beijos roubados às pressas... Por isso, soltar pipas em Agosto era muito bom... Enquanto elas se empinavam e se perdiam pelo espaço, as lembranças flutuavam na mente!
Naquele tempo, a gente não tinha fotografias e nem precisava de gavetas... Somente para guardar roupas, talvez...
Os olhos eram os nossos melhores armários... Tudo viam e tudo trancavam, arrumadinho - cada coisa em sua prateleira - e lá também se penduravam os raios de sol, as nuvens avermelhadas desfiadas e as cachoeiras que batiam nas pedras soltando faíscas de luzes... Filetes prateados e alucinantes que cegavam as nossas vistas, que nunca mais saíram da memória.
As coisas novas nunca ficam nos mesmos lugares... Os redemoinhos da vida as espalham pelos ambientes por onde andamos... Mas no armário dos olhos, nada sai da sequência e as imagens, em cores efusiantes, desfilam uma a uma, bagunçando nossas cabeças, estremecendo nossos lábios e levitando nossos corpos - viajamos, literalmente!
Às vezes, nos sentimos meio árvores - fixas no chão, embora seus galhos balancem e alcancem os céus, continuam ali - um exemplo de aceitação. Idosas e crescidas, não sairão vivas do lugar e se saírem, estarão mortas.
Assim, um pouco de nós se sente como árvores e outro tanto como o vento. É quando paramos estáticos, ou corremos o mundo só com a imaginação e o registro de nossas vivências. Mas não somos como elas que vivem as estações e não se descabelam com as mesmices . Quando florescem e frutificam, se superam em beleza com a nova safra. E se não dão flores ou frutos, renovam sua roupagem em folhas verdes e viçosas.
Na essência, nunca seremos como elas - envelheceremos aos poucos, mas para sempre e o viço da juventude se esvai, lentamente... Aí nossos brilhos serão outros - o conhecimento, a sabedoria e a renovação de valores.
Árvores e pessoas precisam ser adubadas com insumos potencialmente necessários à renovação e fortalecimento interior - elas perdem a flexibilidade dos seus galhos e as pessoas se emperram - corpo e mente.
Dizem que em Agosto os cães ficam raivosos e atravessam as cercas de suas casas, em busca de outros seres, para descarregarem suas raivas.
Talvez seja também a época de o homem soltar seus gritos e suas lamúrias - libertar o peito e deixar o ar sair em disparate, como pipas ao vento - as cores são as nossas marcas... o branco a nossa paz.
Quem sabe os Agostos de nossas vidas sejam oportunos desejos de repaginação de nossos layouts - tempos sagrados de reconstrução dos nossos projetos e recondução das ideias - renovação de tons, símbolos, sabores e percepções - o espelho de um outro EU.
O outono deixa sementes, que domem aconchegadas pelo inverno - berço temporário. Mais tarde, precisarão ser lançadas ao solo para germinarem. Como as pipas, as sementes devem ser lançadas ao vento, harmoniosamente!
Afagadas pelas mãos serão, respeitosamente, depositadas ao solo.
Foi em Agosto que, sem nenhum gosto, descobri que as férias eram passageiras - o mês de soltar nosso tempo era sequestrado pelos devotos do ensino que jamais entenderam que 'o aprender' é viver solto e livre de regras ou razões e que as pipas só se soltam sem amarras...
Agostos são guardadores de conhecimentos que brotam nas Primaveras . "Agosto é quando Deus deixa a natureza traduzir visivelmente o tempo das mutações". Transformações virão, aceitações, quem sabe? As sementes são novos gens prontos para diferentes combinações - mentes em evolução.
Deixemos as flores colorir os campos, os jardins e nossas vidas - olhos precisam de cores!
Então, sacudam os seus ventos, renovem suas poeiras - não deixem a sombra encobrir o sol - não deixem as lágrimas ofuscar os horizontes, não deixem a tristeza destruir as alegrias e não deixem o choro ofuscar os sorrisos. Vivam felizes os seus Agostos, enquanto aguardam, ansiosos, pelas suas Primaveras.
texto- Delza Marques - 8/08/2017- (Lendo Miryan Lucy Rezende).
Escolhemos as direções dos caminhos da nossa vida, mas o que encontraremos nestes caminhos depende das sementes que jogamos enquanto percorremos estes caminhos.
COLHEMOS O QUE PLANTAMOS
Profª Lourdes Duarte
Tudo o que colhemos hoje, são frutos das sementes que plantamos ao longo da vida.
A vida é um eco. Se você não está gostando do que está emitindo hoje, volte ao passado, reflita e o eco de hoje,não será consequência do que você emitiu anteriormente?
Se você não está feliz com a colheita atual, analise as sementes que plantou e em que terreno cultivou.
As nossas atitudes e boas ações, mesmo que pareçam pequenas aos olhos de muitos são grandiosas porque reconhecemos o valor de cada um, através das suas ações e atitudes.
Conserve os olhos fixos num ideal sublime, e lute pelo que deseja sempre com dignidade, agindo não pelos outros, mas por você mesmo. Não desistindo fácil dos seus sonhos e objetivos almejados, pois só os fracos desistem e só quem luta alcança vitórias e colhem bons frutos.
Lembre-se, “O valor de cada um é relacionado com o valor das coisas às quais deu importância.” Saiba da importância as coisas positivas, o supérfluo não acresce muito, já é supérfluo. Plante boas sementes e colha bons frutos.
NOSSA HISTÓRIA DE VIDA
Autora; Profª Lourdes Duarte
A cada dia construímos nossa história. Sem pensar conquistamos um lugar no mundo e escrevemos letras por letras de uma história que só acaba com a nossa partida para outro plano. Que ela seja repleta de capítulos com bons exemplos e outros tomem como lição e torne a ler, sempre que for preciso.
Deixamos brilhar a nossa estrela, sejamos como elas, com brilho próprio. Que saibamos construir os nossos caminhos e não apenas, andarmos por caminhos que os outros construíram.
A vida não é feita só de acertos ou vitórias, mas é com a vida que aprendemos mais.
Se o capítulo que escreves no presente, não seja como esperavas, voltes ao passado e penses nas sementes que semeastes ao longo da vida. As de hoje são frutos das que foram semeadas anteriormente.
Tudo que construímos tem objetivos, um deles e quem sabe o mais importante é ser feliz. Se temos de esperar a felicidade ou se temos que espera colher as boas semente que que lançamos hoje no solo da vida, tenhamos o cuidado de selecionar essas sementes antes de ser lançadas ao solo. Se for para semear, então que seja para produzir milhões de sorrisos, de solidariedade e amizade e que os frutos colhidos sejam bons e gere felicidades. Dessa forma, a nossa história diária será marcada por capítulos que merecem ser lidos.
Lembre-se, a caminhada ainda não terminou a realidade te acolhe, sonhas com tua vitória, luta por ela e constrói a tua história com dignidade.
Às vezes a vida parece ser um tanto quanto ingrata, até mesmo injusta.
Parece que quanto mais tentamos controlar a vida, mais a vida nos controla.
Às vezes tentamos esconder atrás da alegria de um sorriso, a amarga tristeza das lágrimas.
Mas lembre-se: Sempre depois da tempestade, vem o brilho do sol iluminar as nossas vidas e as sementes regadas pela chuva, germinarão bons e inesquecíveis frutos de felicidade.
Das espumas geladas, absorvidas, criei nuvens macias para conforta - la no seu deleite, e assim conspiramos para frutificar sementes, das quais, germinaram mais, fortalecendo minha tenra vivência.
E tu Terra, que hoje és cinza e pó, voltarás a ser verde e vida porque no teu ventre repousam as sementes da esperança.
O dia da colheita sempre chega muitas vezes de forma inesperada ...portanto CUIDE de sua terra e plante suas sementes.
Uma Flor em meio a flor...
Florindo o jardim da vida colorida.
Este ser, Leticia, semeia Amor, Luz, Alegria e Paz.
Sorria e a vida se mostrará mais amena; olhe com cândura e ganhe benção divina; ame e viva cada dia em paz com seu coração.
Sendo como as flores: perfumadas, delicadas, coloridas.
Leticia Gil
Junho/2003 (?)
Tudo depende de como você utiliza a "energia", que é Deus dentro de voce.
Se você planta, vai colher exatamente aquilo que plantou.
Cuide dos seus atos, seus pensamentos e suas palavras.
Cultive sempre as boas sementes, e sua colheita será abençoada.
Acredito que você goste de uma paisagem florida repleta de frutas, pássaros e borboletas.
Você poderá ter esta visão logo ali naquele terreno baldio próximo à sua casa.
Porém para que isto se torne realidade, pare de jogar lixo naquele lugar e passe a jogar sementes.
Como você já sabe, sempre colhemos o que plantamos, e se forem sementes então, seu desejo, com certeza, será realizado.
(teorilang)
Do rumor do mundo...
Meus pés vão fugindo...
Desfolham-se ilusões e vão-se sem apegos…
Quero mais óh Senhor...
Um sonho, paz e sossego...
Que sigam em mares amargos...
Ironias, falsos júbilos e descontentamentos...
Que singrem os tolos desejos...
E soprem novas esperanças...
Em meu coração tão ressentido...
Os meus vinhos por mim bebidos...
Em cálices aos céus apresentados...
Nas mesas de meus inimigos...
Tenham-me servido...
Para manter-me o coração alforriado...
E o espírito mais leve fazendo-me da ingratidão ter-me esquecido...
Que rolem e que finjam os mascarados...
Os incansáveis trabalhos não concluídos...
Os desejos gastos e os amores perdidos...
Os mistérios contra mim conspirados...
Não frutifiquem suas sementes...
E que em meus caminhos...
O amor seja sempre doce e clemente...
Se queres saber sua grandeza...
Saibas que nem tudo é perfeito...
Mas que nunca deves perder a pureza...
E que sonhar seja preciso...
Muitas vezes ansioso espreito sigo...
Por caminhos não percorridos...
Atento ao vento e ao seu conselho amigo...
Somos apenas nós...
Que traçamos nosso destino...
Mil vezes abro a boca…
E nada digo...
Outras tantas falo sem pensar...
Podes ser igual a todo o mundo...
Ou diferente como convier...
Só não podes nunca...
Perder a vontade de amar e viver...
Sandro Nogueira
Assim como a água que flui incessantemente, é sábio liberar cada dia passado, deixando para trás tristezas e memórias. O ontem já se foi, uma história já contada. Hoje é um solo fértil onde novas sementes estão germinando, aguardando para florescer e criar uma narrativa fresca, cheia de promessas e oportunidades. Abraçar o presente é reconhecer a constante renovação da vida, permitindo que cada dia seja uma página em branco, pronta para ser escrita com as experiências, aprendizados e momentos que se desdobram ao longo da jornada. Liberte-se do peso do passado, concentre-se no agora e cultive com esperança e gratidão.