Sem Resposta
"Invadi as profundezas de sua caverna. Não em busca de respostas, porque delas não se faz minha sobrevivência. Mas por curiosidade. Pelo delicioso prazer de conhecer o inimaginável, o inexplorado, as cores, tons e sons que ainda não foram registrados. E em suas paredes, fazer rupestres as letras do meu coração." (Victor Drummond)
Podemos falar sobre isso por muito tempo. Parece-me que não há uma resposta única aqui, mas há várias considerações que, juntas, podem ser reunidas em uma resposta de várias etapas.
Não adianta perguntar-nos qual o caminho da felicidade, ninguém sabe a resposta. A felicidade não está no caminho, ela é o próprio caminho. A felicidade é construído à medida que se caminha.
Os homens deliram em seus pensamentos tentando encontrar uma resposta para sua existência não entendendo há maioria deles que D'us hé o criador de todo universo.
uma vez perguntei e não me respondeu!
perguntei pela segunda vez! e nada de resposta.
insisto em perguntar ! e nada de respostas.
hoje esqueço de perguntar, ao mesmo tempo que esqueço você.
Se as tuas orações não lhe estão dando respostas.
Pode ser que talvez não tenha orado corretamente...
Não se desespere quando se encontrar em situações tempestuosas; pois, as respostas só chegarão, quando você se encontrar calmo e em paz de espírito.
O que me entristece é ver as pessoas procurando em um psicólogo as respostas que não conseguem dar a si mesmos
Me perguntei o que fiz durante todos esses anos da minha vida! Não achei a resposta, porque não fiz absolutamente nada.
Se um dia me perguntarem se faria tudo igualzinho outra vez. A minha resposta seria: - Não. Pelo menos uma virgula eu mudaria de lugar.
As vezes penso que as respostas virão. As vezes, não. Olha ao longe e o que vejo é o espelho do tempo, convicções implorando por adoção. O mundo mais raso me desagrada. E preciso buscar os recantos onde ainda existe profundidade que favoreça o mergulho. Eu não me adapto às estruturas da superfície. Seria o mesmo que ser mortal além da conta. Mas sou mortal. Não quero ser, mas sou.
DA RESENHA E DA CRÍTICA
A minha resposta é: não, meu amigo. Eu não escrevo unicamente porque alguém me pede, quando alguém quer ou quando eu quero. A inspiração é dona de mim e escrevo quando as palavras me chamam, quando uma leitura, um pensamento ou uma imagem me procuram. Por isto as minhas releituras não são profissionais, uma vez que saem naturalmente, livres e felizes da minha imaginação.