Seja Discreto
O Amor
Nem é preciso que seja extravagante,
Inesgotável o amor, amor sem fim,
Absolutamente transbordante,
Não é preciso que seja o amor assim
Absolutamente espetacular, feito um diamante,
Escrito inteiro de palavra sim,
Não é preciso que seja impressionante
Como uma musica de Jobim...
Basta que feito de sinceridade,
Que guarde sempre boa vontade,
Supere as crises de contradição...
Basta que seja, então, amor, mais nada,
A unir quem ama à pessoa amada,
Basta que venha do coração...
Seja uma boa pessoa, mas não perca tempo e energia tentando provar isso aos demais. Os gratos saberão reconhecer seus bons feitos apesar das faltas, já os ingratos sempre enfatizarão as faltas apesar das coisas boas que já fez para eles.
Então, apenas continue trilhando seu caminho e não desista de fazer o bem.
No final das contas o que importa não é o que as pessoas pensam de você, mas sim o que Deus sabe ao seu respeito.
Nem Jesus agradou todo mundo.
Respira e viva, um dia de cada vez.
Bom final de semana... Que cada dia seja iluminado com gotas de alegria e sabedoria para que possamos viver na paz com toda a humanidade.
Apegar-se ao conhecimento é o mesmo que se apegar às coisas.
Todo apego, seja de que natureza for, é uma prisão.
Quem não é livre do que sabe, não pode aprender sempre.
Sábio não é aquele que se imobiliza no seu vasto saber, mas aquele que é capaz de renunciar a tudo o que sabe para saber mais.
Seja qual for a situação em que se encontra, lembre-se que você é o seu melhor amigo. A quem deve se valorizar e se amar.
Cuide-se.
PERFECT!!!!!
Bom, quem me conhece sabe que adoro essa palavra. Sempre digo, que seu dia seja "perfect!" Que você tenha uma semana "perfect!" que o ano de 2008 seja "perfect!" Mas quando foi essa semana uma pessoa comentou que eu estava desejando a todos uma utopia, porque não tinha como ninguém ter um dia, mês, semana nem muito menos ano perfeito, daí senti a necessidade de explicar o que pra mim é uma vida "perfect!" E mostrar que só não é possível como todos temos uma vida "perfect!" depende apenas da forma como olhamos pra ela. Para mim, uma vida perfeita é aquela em que tenho momentos bons e ruins, felizes e tristes, calmos e agitados, altos e baixos... é quando eu tenho desafios, onde eu tenho que ralar muito para conseguir uma coisa que quero tanto, onde nada é me dado de mão beijada, onde eu passo por problemas, por momentos de desespero, de pensar que nada mais vai dar certo, momentos em que eu choro... afinal é um vida cheia de todos aqueles momentos ruins dos quais ninguém quer ter. Agora você deve ta pensando, meu Deus! essa menina é louca... mas preste atenção na minha lógica... Sempre que a gente passa por um momento de aperto, de desespero, supera os problemas a vida fica mais leve, você se sente aliviado, se sente feliz... os problemas existem para nos fortificar, mostrar que somos capazes, e depois que entendi isso fico lisonjeada quando me aparece um problema, eu me empenho ao máximo para supera-lo e mostrar que sou capaz, que sou forte, que amadureci, que cresci... Se a vida fosse feita apenas de coisas boas, seria um tédio, não teria nada de "perfect!" nela, Seriamos pessoas tristes, vazias, sem nenhuma sensação de vitoria, de conquista... teríamos uma vida igual, monótona. Tenho certeza que ninguém ia querer isso né? Espero sinceramente que a partir de agora todos tenham uma vida simplesmente PERFECT!!!!!!!
Acredite que tudo vai melhorar. Porque vai.
Acredite que a felicidade vai te encontrar.
E seja feliz!
E se a dor não for um obstáculo para ser superado? Talvez ela seja apenas uma estrada na qual você caminha.
Nada precisa que seja eterno, e sim que seja vivido cada mínimo momento com a intensidade de uma eternidade.
TALVEZ EU NÃO SEJA DO TIPO NAMORÁVEL
Cansei de jogar a culpa nos outros, a verdade é que eu não sou uma pessoa fácil. Demoro para ser cativado, tenho dificuldades para perdoar mentiras e minha sinceridade quase sempre afasta as pessoas de mim. Quando as pessoas falam “eu te amo” na primeira semana eu fico com o pé atrás pensando: “de duas uma, ou ta falando isso só para ver se eu vou dizer se também amo, ou de fato não deve dar o mesmo valor que dou para um eu te amo”, enfim... Ando meio cético no terreno dos sentimentos e tenho desenvolvido o péssimo hábito defensivo de querer descobrir primeiro o defeito das pessoas, na tentativa frustrada de depois não ser surpreendido. E sabe o que eu descobri com tudo isso? O óbvio: que ninguém é perfeito, que todo mundo tem defeitos e que se procurarmos motivos para não ficar com alguém, sempre vamos encontrar vários. E em meio a qualidades e defeitos de pessoas que eu mal conheço, eu me pergunto: “Será que eu conseguiria conviver com isso a longo prazo?”, “Será que com o tempo essa pessoa vai continuar a sorrir quando eu contar as minhas piadas sem graça?” “Será que se eu não ligar, ela vai me ligar?”, “E se eu ligar? Como eu vou saber se ela teria me ligado?”,”Como poderei saber se sou ou não indiferente pra ela?”. No fundo, eu sei que todo esse questionário se resume a uma palavra: medo. É o velho medo de sofrer... Existe uma frase do Paulo Coelho (eu nunca pensei que um dia fosse citar Paulo Coelho, mas esta frase é realmente muito sábia), que diz: “O medo de sofrer é pior que o próprio sofrimento”. E mesmo sabendo disso, a gente continua a temer. Afinal, é natural ter medo de andar em labirintos, depois que se descobre que existem armadilhas nele. Antes disso a gente anda no labirinto e mesmo não sabendo para onde estamos indo, não nos sentimos perdidos. Engraçado essas coisa, né?! E levando em consideração as minhas feridas abertas, meu traumas, medos e fantasmas eu cheguei a conclusão que talvez eu não seja do tipo namorável, mesmo que uma outra parte de mim discorde, a parte racional é a quem escreve agora. E eu queria poder dar voz a minha outra parte, aquela que só quer um pretexto para por meu lado romântico em prática, mas isso me torna tão vulnerável... Sabe, a gente se abre, a gente acredita, a gente sonha e depois quando as coisas não dão certo, damos um jeito de nos culpar por isso. Mas é besteira esse lance de se culpar por acreditar, porque agora vejo que bem pior do que se culpar por ter acreditado em algo que não deu certo é não conseguir acreditar mais em nada. É... Talvez eu não seja do tipo namorável, talvez eu deva dar um tempo das pessoas, ou admitir que eu sou um solteiro convicto. Mas a verdade é que eu não sou, e por mais que eu queira convencer meu lado racional disso eu não consigo. Porque quando meu Eu racional diz “talvez eu não seja do tipo namorável” o meu Eu emocional responde em um lonnnnnnnnngo e pesado silêncio, e mesmo sem proferir uma única palavra, neste silêncio impossível de ignorar, é como se ele dissesse: “hey, eu ainda estou aqui viu?!”. Talvez eu não seja do tipo namorável, mas talvez eu seja mais do que aquilo que o meu racional diz. Talvez eu seja até um sonhador, um bipolar, um lunático, um romântico, talvez eu seja a minha ultima esperança.
Seu achismo para mim não passa de um atrevimento ignorante..Ou seja ele apenas deixa sua imagem mais decaída.
Por melhor que a página atual seja sempre haverá a possibilidade da próxima ser melhor. (Garotos Também Amam)
Adicionado em 23/07/2009 (ernestomf@ibmecsp.edu.br)