Saudade Desconhecido
Eu vou para um paraíso desconhecido com você,
Porquê nem mesmo o êxtase,
Se compara com o teu prazer.
O desconhecido que você se tornou para si mesmo é quem te impede de seguir e evoluir, te aprisionando na mais fria e cruel das celas, o medo.
Era uma segunda-feira
Como ontem também tinha sido
E aos pés da castanheira
Um antigo desconhecido
Murmurava frases indecifráveis
Que julgaram ser engano
Mas em suas notas memoráveis
O legado de um velho cigano
Num quarto de mofo e pó
Prenunciava o começo e fim
Das derrotas de um homem só
Aos desvarios de um milhar de festins
E mesmo as cartas centenárias
Não teriam previsto as brigas
Das tardes de costura ordinárias
Ao fim consumado em formigas
Se nem daquela que foi a mais bela
Puderam compreender os romances
Na piedade, na nobreza e na guerra
Ao vento que não relega outra chance
Humilde aprendiz
A poesia me salvará, Adélia diz.
Salvará aquele desconhecido poeta
e a mim, humilde aprendiz.
Só Jesus salva, constrange-se ela.
Mas de muitas formas ele fala!
É Palavra poética.
Harmonia, alegria, remanso, descanso, salvação.
Pronto, já me acalmei!
Regulados estão coração e respiração.
A quem pergunte:
Onde poesia nessas linhas há?
Respondo: Na inspiração.
Inspiração do ar,
Que antes da garganta não passava;
Inspiração do pensamento,
Que refúgio soube buscar.
Sim, a poesia me salvará!
No céu.
Na terra.
E entre eles está o desconhecido.
O homem gasta bilhões para descobrir o desconhecido, mas gasta muito pouco para o conhecido ( educação, saúde etc...) Não teme o desconhecido
Pois sempre está em busca.
O que move é a vontade é o desejo da conquista E quando o conhecido se torna problema, simplesmente ignora.
Finge que não existe.
E com isso a terra está pagando caro pelo descaso .
Já não era desconhecido
Ainda assim procurei,
Convivi,
Me esforcei,
Me doei,
Me abri,
...esperei...
Me machuquei,
E descobri o que conhecia
E entendi o que já sabia
Ela simplesmente surge,
Cresce
E se torna parte da sua vida.
Fazia tempo que não me sentiaassim
E ao mesmo tempoesse sentimento me parece tão desconhecido,
Como se nunca tivesse existido.
Não á tiro de minha mente,
Que sensação estranha é essa?
Só sei que ela me deixa nessa pressa
Pra terminar tudo depressa
Assim eu tenho mais tempo pra falar com ela.
Não sei por quê, mas me vejo fazendo coisas que normalmente não iria fazer
Eu sorrio olhando pra essa tela fria
Mas o sorriso é quentinho
Assim como sinto meu coração aquecer,
E batendo depressa quando penso em você.
Fazia tempo que não me sentia assim
E nem sequer eu queria
Mas não se pede permissão a vida,
Ela simplesmente te da uma razão para viver seus dias com mais alegria.
Ter fé significa enxergar o "desconhecido".
Quando conhecemos com o olhar,a confiança
Quando vislumbrado com a alma,a fé.
"Que os caminhos me levem para o desconhecido, que as ondas quebrem as fronteiras, que o sol ilumine meu caminho e que o vento me leve para voos mais altos"
Ivanildo Sales
O conhecer do desconhecido
Somos andarilhos vagando pelo desconhecido.
No desconhecido, conhecemos pessoas fantásticas.
Pessoas, que são como jóias raras.
Jóias, que são guardadas a sete chaves em nosso coração.
Coração, que vibra na frequência do amor.
Amor que não se mede, que não se descreve, apenas se sente.
No sentir, o desconhecido caminho se torna mais claro.
O andarilho encontra, nessas pessoas, o conhecer de vagar pelo desconhecido caminho, chamado Amor♥️🌹
“A leitura pode danificar seriamente a sua ignorância.” Um desconhecido disse isso...
Alguém disse também que quanto mais sei, mais me dou conta do tanto que sou ignorante.
Desse Modo... Paciência é virtude de saber... Todos tem seu tempo...
Ensinamos para combater a ignorância... Esperamos dia-a-dia o fim da ignorância, qual esta longe dos olhos da humanidade.
Eu te deixei entrar, mesmo ainda sendo um desconhecido
Logo, você apareceu no meu sonho como se fosse meu
E meu corpo tensionava sempre que eu te via
Até que você cometeu um ato clichê
Partiu meu coração, sem saber
Mais um nó...
Está nas entrelinhas...
O desejo, o sonho, a vida,
O desconhecido amor...
Sinto que sentes ao ler...
Lágrimas molham minha escrita.
Por uma factível, porém...
Dolorosa e sentida saudade.
Sou eu a única realidade,
Deste amor sem face.
Psicocriado no calor do abraço jamais dado...
No beijo de lábios que nem sei.
Desato o nó de minha fala,
Do amor vivo em vaso sem rosa,
Aqui... tão somente aqui,
Nas entrelinhas,
Apenas nas entrelinhas...
José Henrique