Riacho
RIACHO RASO
Não quero ser poderoso mar,
forte, profundo e extravagante.
Não quero sua grandiosidade,
nem a avidez da sua beleza
Não quero ter a sua voz rouca
das muitas águas que se rebelam
em ondas agitadas e bravias.
Quero apenas ser riacho raso,
ter calma , doçura e pequenez.
Com águas mansas e cristalinas
rodopiar com folhas e flores,
quando o amarelo outono chegar.
Quero ser espelho da lua e estrelas,
e banhar a luz do sol tremulo.
Buscar os sonhos entre as nuvens,
derramar minha alma em lágrimas,
deslizando sereno entre pedras
Até um dia ser engolido
pelo poderoso e forte mar.
As margens do Riacho do cacau que passam as águas,
Que lavam as pedras,
Atravessam os rios,
Se espalham nas garras do meu
Coração.
Na noite de luar,
Entrei no rio
Para lavar meu coração.
Uma riacho festeja em seu caminho a vitória do fino equilíbrio de reciprocidades entre o Céu e a Terra. Sem chuva, sem reciprocidade, qualquer fonte seca.
Seus olhos
Fazer amor com amor não é pecado
Mas o rio sem pedra não é riacho.
O poeta sem a sua musa é puro fracasso.
Eu tenho você luz bela no meu retrato.
Acho lindo você sorrindo alegria no peito
Meu coração um tapete vermelho perfeito para quando você desejar passar.
Como rio que desce as pedras encontrando com o mar.
E não se preocupe quando meus olhos ficarem azul...
Ele apenas dar sinal que o mar é o destino final.
Você meu pequeno rio que tanto eu amo,
Eu as vezes verde mas para ti sou azul como oceano.
Não despreze o seu medo ele também é amigo.
Se o destino lhe trouxer amante bonito.
Quero que venhas feliz comigo
Para amar o paraíso que nós construímos.
Estrela
Translúcida estrela
Amanhece radiante
India, Iara, mutante
Negra, riacho, útero
Apaixonante.
Tainá
Te desejo, beijo
Arebatador sabor
Iara, me encantou Não fuja do amor.
Amante!
Pulsar alma
Eu amo o ar que sai da sua boca
Eu amo o rio a nascente de sua pele
O riacho mais brando da sua alma o suor
O brilho do seu sorriso um gira sol....
Eu conto as estrelas da minha bandeira
Vinte e oito com você minha pátria amada
Meu planeta preferido meu estado de alma.
Eu sonho com você e você constrói meus pensamentos...
Eu proponho só acordar se você também sonhar...
Caminhar no mar na mesma direção...
Sentir o coração pulsar e viver cada estação.
A flor do amor me concedendo a mão.
Para que a nossa paixão seja a razão mais bonita.
Tem anjos preparando o momento mágico
De tão belo o bonito se torna sagrado
Eu posso gritar o nome da minha amada
Bruna a vida é mágica porque Deus me deu uma bela namorada...
Lucius assentou-se em frente a um riacho, cercado por muita vegetação, sentiu a fantástica energia da Natureza e começou a discursar da seguinte maneira: - não há representação maior da Paz e da Santidade de Deus, que possa ser encontrada noutro lugar, senão na existência da Natureza! Pois ela, a Natureza, é calma, pura, sem malícia, verdadeira, bela. Porém também, quando e porque provocada, implacável, furiosa, JUSTA!!!
Ninguém resiste ao seu encanto! Bem como também ninguém resiste, ao poder de suas manifestações, quando "brava"!!!
A Natureza é doce, mas pode ser amarga como o absinto. Boa, mas também pode agir como sendo má! A energia depositada nela não é outra coisa, senão a marca impressa do DNA de Deus.
Um coral de anjos cantando. Como som de fundo, a música de corrente da água cristalina num riacho raso... Ladeado por imenso gramado, com seu verde salpicado de lírios... Uma revoada de borboletas multicores bailando ao fundo, tudo isso debaixo de um imenso céu azul, cortado pela revoada de pássaros de muitas matizes... Esse é meu conceito físico da abstrata felicidade quando estou com você...
- Tradução hino nacional - por: Marcos
Se pôde ouvir por volta do riacho Ipiranga e suas margens tranquilas
Um grito muito forte de um povo heróico: INDEPENDÊNCIA OU MORTE
E a luz da justiça imediatamente resplandeceu de canto a canto nessa pátria
E os direitos iguais a todos brasileiros
Garantimos ter através de muitas e muitas lutas
Abraçados com a liberdade que é a nossa vida
Por ela enfrentamos sem medo a morte
Óh meu país
Amado e adorado
Viva! Viva!
Brasil, uma vontade poderosa, uma ardência implacável
Feito de amor e esperança tudo acontece
E o teu céu puro e alegre se enche das mais lindas e brilhantes estrelas do universo
Grandioso desde o princípio
Sempre deslumbrante, guerreiro forte e corajoso, destemido em seu caminho
E o amanhã vai continuar o que você é
Lugar honroso
Em meio a tantos, exaltado permanece o Brasil admirado
Desejada terra mãe de todos que vivem e morrem por ela
Se fez amada
Brasil!
Para sempre repousando em seu leito de vitória
Sob o vasto céu azul, assistido pelo sol aquecedor das manhãs e tardes pacíficas, ouvindo a canção das águas
Ilumina a vida ó preciosa liberdade
Acompanhada pelos grandes sonhos de uma nova era
A sua terra é cada vez mais linda
Tua felicidade, maravilhosa alegria com muitos motivos para agradecer
Nossos sonhos têm fortes cores vibrantes
A liberdade atrelada a esses sonhos produz o nosso amor pela vida
Lugar honroso
Em meio a tantos, exaltado permanece o Brasil admirado
Desejada terra mãe de todos que vivem e morrem por ela
Se fez amada
Brasil!
Brasil, que a chama inextinguível do amor imortal seja a sua motivação ardente a cada avanço
E o seus troféus repletos de vitórias, representam a sua persistência em meio a dor
E proclama em alta voz: CONQUISTAMOS A PAZ COM O NOSSO SANGUE, FAZEMOS NOSSOS SONHOS REALIDADE
E quando a fronte que afronta a nossa vida se impor a nossa existência, haverá guerra
O universo será testemunha que nenhum filho da liberdade fugirá da batalha
Não tememos a morte, porquê sem independência a vida não é vida
Viveremos, lutaremos e morreremos pela gloriosa dignidade da existência
Lugar honroso
Em meio a tantos, exaltado permanece o Brasil admirado
Desejada terra mãe de todos que vivem e morrem por ela
Se fez amada
Brasil!
A inspiração da alma é como um riacho tranquilo que flui do nosso interior, nutrindo nossa essência com vitalidade e significado. Ela nos conecta com a vastidão do universo, acendendo a chama do propósito em nós. A jornada da alma é repleta de maravilhas, e encontrar a inspiração é o caminho que nos guia para a felicidade duradoura.
Natureza
Dentro de mim, a natureza floresce e canta, perfumes florais, o riacho deslizando entre as pedras, melodias de pássaros em harmonia encantadora.
Quando você se encontra na natureza, nada mais importa, não há limites, ela pulsa dentro de você e transborda.
Pode encantar, intrigar e cativar, consumir ou acalmar, nascer ou morrer, renascer, a escolha é sua, em seu abraço, um transe, um devaneio para viver.
E ao sair dela, sente-se um vazio, de volta à vida mundana, liberdade ou sofrimento, talvez saudade, onde todos lutam por um pouco de ilusão.
Mas na natureza tudo é seu e só seu, mate sua sede nas águas cristalinas do riacho, reflita os raios do sol em esplendor no céu.
Sonhando alto, contemplando picos majestosos, e na solidão, abraçando a árvore generosa, a natureza, uma riqueza maior que todos os tesouros preciosos.
Pessoas são como riacho: umas profundas, outras nem tanto, algumas rasas e há ainda aquelas poças formadas por chuva de verão que a água mal chega até a canela. Por isso, não se surpreenda se você foi trocada por alguma pocinha qualquer. Mulheres profundas não são para qualquer homem. O raso atrai, não por ser mais interessante, mas porque é mais fácil.
Título: A Onça e o Coiote
Numa vasta floresta, onde as árvores se erguiam majestosas e os riachos murmuravam segredos antigos, viviam uma onça chamada Olívia e um coiote chamado Carlos. Olívia era conhecida por sua astúcia e força, enquanto Carlos era admirado por sua velocidade e agilidade.
Certo dia, durante uma seca implacável, a comida tornou-se escassa na floresta. As criaturas da floresta começaram a competir ferozmente por cada pedaço de alimento que encontravam. Olívia, com sua destreza e instinto predatório, caçava com sucesso, enquanto Carlos, com sua rapidez e agilidade, corria atrás das presas mais ágeis.
Um dia, Olívia e Carlos se encontraram à beira de um riacho quase seco. Ambos estavam exaustos e famintos após dias de busca por comida. Olívia olhou para Carlos com um olhar desconfiado, vendo-o como um competidor em potencial por qualquer presa que encontrassem.
"Por que não nos ajudamos?", sugeriu Carlos com um sorriso astuto. "Juntos, podemos caçar mais eficientemente e garantir que ambos tenhamos comida suficiente para sobreviver."
Olívia considerou a proposta de Carlos por um momento, surpresa com sua sugestão. Ela sabia que, sozinha, poderia ser mais eficaz, mas também reconhecia a verdade nas palavras de Carlos. Juntos, poderiam aumentar suas chances de sucesso e sobrevivência.
Assim, Olívia e Carlos uniram forças, usando suas habilidades únicas em harmonia. Enquanto Olívia emboscava as presas maiores, Carlos as perseguia em alta velocidade, garantindo que nenhuma escapasse. Juntos, eles caçaram o suficiente para satisfazer suas necessidades e compartilharam a comida igualmente.
Com o tempo, a seca terminou e a floresta floresceu novamente. Olívia e Carlos continuaram sua parceria, não apenas durante tempos difíceis, mas também nos momentos de abundância. Eles aprenderam que, ao invés de competir um contra o outro, poderiam alcançar mais juntos do que jamais poderiam sozinhos.
Moral da história: A colaboração e o trabalho em equipe são essenciais não apenas para superar desafios, mas também para alcançar o sucesso e a prosperidade em conjunto.
Árvore e riacho
Era uma árvore que florescia durante todo o ano
E durante o ano todo caia flores amarelas que eram levadas
Por um riacho que tinha cheias durante todo o ano
E durante o ano todo levava as flores amarelas até o lago, até as famílias
Era uma dupla de iguais, que embelezavam a vida
Em constante sintonia, despertando toda a alegria
Juntos fizeram o ano deixar de ser apenas um amontoado de semanas
Escolheu um péssimo dia para não florir
e as flores amarelas, não cair
Oque levarei para as famílias?
Elas esperavam toda a beleza que sabem que tem a dar
Já não faz mal, amanhã elas já não esperam mais flores
Afoguei minha alma
Na profundeza
Do riacho
E ele me disse
O quanto o meu
Ser sofreria
Pelo amor
E pela dor de não
Se ter a paz interior
Tentou ter
A alegria
Dizendo que não existia
Tristeza dentro do peito
E sofreu com a ausência do amor
Que procurava no outro ser
Bem prá lá da amoreira, depois do riacho dourado
Mora um gnomo bondoso
Que cuida de um jardim encantado
Quem dera eu pudesse habitar
Na casinha ao lado dele
Cantar suas canções delicadas
Ouvir os sinos a soar...
Assoviar ao nascer da aurora
Dançar ao cair do dia...
De vizinhos , a Fada Rosa
Duende verde e Bruxa da Colina
Todos felizes e animados
Com cada semente que ali germina...
Visito ali de quando em quando
Sempre que o sono me domina
Volto porque os amo
Aqui encontro amigos
Que sabem levar a vida!
Só conhece o rio quem se banhou no riacho
Das águas que as lavadeiras lavam como a Inocência dos meninos beira rio
De onde o pescador pesca com sonhos
A alegria das cantigas a beira do rio de longe se escuta com saudade do tempo
Que o rio corria livremente levando pro mar as histórias e cantigas
Da gente
Só conhece o rio que se banhou em suas águas
E lavou sua alma que ouviu as cantigas antigas que hoje são poemas e histórias
Quem conhece o rio.
O rio
04/2009
O Ciclo das águas
Nascendo como simples riacho na neve
Este Rio desce silenciosamente
Em suas águas há um encanto
De uma beleza natural harmônica e única
Estar diante dele é sublime
Os pensamentos entram em conexão com a natureza
Através de um magnetismo que inspira esperança e fé
Em sua trajetória percorre vasta planície
Até chegar ao encontro das águas
Onde duas forças naturais lado a lado
Se transformam no maior Rio do planeta
Seguindo em frente de forma esplendorosa
Até derramar-se no Mar
Quando o Sol aquece os oceanos
Suas águas se evaporam
As correntes de ventos espalham este vapor que se transforma em nuvens
Que se condensa em gotas de água que cai em forma de chuva, gelo ou neve.
A água de um riacho ou de um rio não cria obstáculos, simplesmente os contorna, até chegar ao encontro das águas se tornando um poderoso Rio, indo ao grande encontro com o oceano.