Religião

Cerca de 7346 frases e pensamentos: Religião

Quanto mais me aproximo de Deus, mais me afasto da religião

Inserida por Mariofloro

Não existe religião certa, apenas um Deus único e Justo

Inserida por Mariofloro

O problema nunca foi, não é e jamais será a Religião, muito pelo contrário, sempre foi, é e continuará sendo o Homem que a interpreta, que usufrui dela para seus próprios desejos materiais, transformando sem pudor os outros seguidores em seres controlados e cegos, sem caráter de questionamento. Religião é amor, é a busca pela paz, sabedoria, é a busca de conforto por nossas dores, sofrimentos, lutas perdidas, é o levante de nossa alma destruída. Ela não é ódio, não é guerra, não é sofrimento, não é loucura, tudo isso é coisa do Ser Humano!

Inserida por Litterarum

"Religião pode significar ir à igreja, desejar ir para o céu, deixar para Deus resolver. Mas também pode querer dizer: ensinar o que é básico, pensar positivamente, ser melhor a cada instante."

Inserida por BSN

Utilize a religião como meio de ascender sua existência, com o simples e fictício proposito de evoluir, mesmo sabendo que somos as criaturas menos evoluídas da terra. Acredite em algo pois a vida sem crença não e nada.

Agora me pergunto como e tão fácil pensar sobre como a religião e deturpada e tão difícil ver que a mesma e fruto da sociedade que todos participamos.

Inserida por arcanjozer0

Religião é como política "só trás ódio, terror e guerra ao mundo."

Inserida por mciafrino

Amem a Deus, não uma religião que distorce as lições de Jesus e usam seu nome.

Inserida por HugoCarvalho

Quem se estriba apenas na religião é um cego farisaico,dono da sua pequena e ignóbil verdade!

Inserida por SamuelRanner

A intenção é a melhor religião.”

Inserida por kncs

"A verdadeira religião está no sentir as sensações sem precisar usar os sentidos"

Inserida por gemariasampaio

LIVRO DE JÓ

VERDADEIRA RELIGIÃO

Introdução

O tema central do livro de Jó não é o problema do mal, nem o sofrimento do justo e inocente, e muito menos o da "paciência de Jó". O autor desse drama apaixonante discute a questão mais profunda da religião: a natureza da relação entre o homem e Deus. O povo de Israel concebia a relação com Deus através do dogma da retribuição: Deus retribui o bem com o bem e o mal com o mal. Ao justo, Deus concede saúde, prosperidade e felicidade; ao injusto, ele castiga com desgraças e sofrimentos. Tal concepção arrisca produzir uma religião de comércio, onde o homem pensa poder assegurar a própria vida e até ditar normas para o próprio Deus. Contra isso, o autor mostra que a religião verdadeira é mistério de fé e graça: o homem se entrega livre e gratuitamente a Deus; e Deus, mistério insondável, volta-se para o homem gratuitamente, a fim de estabelecer com ele uma comunhão que o leva para a vida.

O livro provavelmente foi redigido, em sua maior parte, durante o exílio, no século VI a.C. Como Jó, o povo de Judá tinha perdido tudo: família, propriedades, instituições e a própria liberdade. Ora, tudo isso era garantido por uma concepção teológica vigente até esse tempo. E aqui entra a pergunta crucial feita por Satã: É possível ter uma relação gratuita com Deus, despojada de qualquer interesse? (cf. 1,9). Podemos dizer que todo o livro é uma busca para responder a essa questão. A resposta implica superar toda a teologia da retribuição, incapaz de responder à nova situação do povo, sem cair em absurdos. O povo estava vivendo uma nova experiência, e isso exigia uma nova forma de conceber Deus, o homem e as relações entre ambos.

Para conseguir sua intenção, o autor usa uma antiga lenda sobre a retribuição (1,1-2,13; 42,7-17), omitindo o final (42,7-17) e substituindo-o por uma série de debates que mostram o absurdo da teologia em voga, incapaz de atender à nova situação (3,1-42,6). Além de pretender condenar o homem para salvaguardar a justiça de Deus, essa teologia pode ser usada para condenar a Deus, a fim de salvaguardar a justiça do homem. Como sair desse impasse? A esta altura, percebemos que o livro de Jó é uma crítica de toda teologia que se pretenda definitiva e universal. Essa teologia pode se tornar um verdadeiro obstáculo para a própria experiência de Deus. E aqui o autor dá o seu recado: É preciso pensar a religião a partir da experiência de Deus e não de uma teoria a respeito dele.

Aspecto importante do livro é que Jó faz a sua experiência de Deus na pobreza e marginalização. Experiência que ultrapassa todas as explicações, tornando-se ponto de partida para uma nova história das relações entre os homens e deles com Deus. A confissão final de Jó - "Eu te conhecia só de ouvir. Agora, porém, meus olhos te vêem" (42,5) - é o ponto de chegada de todo o livro, transformando a vida do pobre em lugar da manifestação e experiência de Deus. A partir disso, podemos dizer que o livro de Jó é a proclamação de que somente o pobre é apto para fazer tal experiência e, por isso, é capaz de anunciar a presença e ação de Deus dentro da história.

O livro é um convite para nos libertar da prisão das idéias feitas e continuamente repetidas, a fim de entrar na trama da vida e da história, onde Deus se manifesta ao pobre e se dispõe a caminhar com ele para construir um mundo novo. Tal solidariedade de Deus se transforma em desafio: Estamos dispostos a abandonar nossas tradições teológicas para nos solidarizar com o pobre e fazer com ele a experiência de Deus?

Inserida por EmOutrasPalavras

Quando a prática da religião é muito visível, pode desconfiar! É pior ainda quando a santidade se organiza. Uma vez estabelecido um sistema oficial de valores e criada uma estrutura política/social para promovê-los, abrem-se as portas para a hipocrisia e incoerência. Foi dentro deste contexto que Jesus agia nos seus confrontos com as autoridades religiosas. Jesus apoiou os ensinamentos dos fariseus. Criticou-lhes pela falta de prática. Ensinavam uma coisa, mas agiam ao contrário, transformando fé em fardo e farsa. O ser humano é o mesmo desde o início e esta disparidade entre a profissão e a prática está muito presente no Judaísmo, Cristianismo e Islamismo atual. Apesar da beleza do conceito do amor e da humildade, a igreja é “palco perfeito” para hipocrisia e incoerência, tanto individual como coletiva.

Inserida por EmOutrasPalavras

Religião salva? Se por acaso a resposta está dentro de você, então procure o interior dos sentimentos mais nobres e extensos do seu próprio coração. Depende mais de você do que dos outros. Tente. E não se desvirtue. Compenetre e sirva com atenção e compaixão o próximo.

Inserida por AndersonCDO

Se no mundo houvesse menos religião e mais de Deus,poderíamos até chegar perto de vivermos em paz.

Inserida por PaulaCartman1

Não sigo religião, sigo a palavra de Deus, de onde baseio a minha vida. Jesus Cristo é o mesmo, ontem, hoje e sempre.

Inserida por carlos13adriano

"Para mim, uma aproximação a qualquer religião, é um sintoma de prepotência!"

Inserida por ze20

Liberdade pra escolher a religião que você quer seguir não significa que você tem que impor a sua religião sobre os outros, cada um segue o que quer. Se a pessoa é católica, espírita, evangélica ou de qualquer outro seguimento deixa ela, cada um tem direito de seguir aquilo que lhe faça bem. Se você quer mudar as pessoas comece mudando a você mesmo, faça da sua vida um exemplo. Ninguém tem o direito de julgar ninguém.

Inserida por AlexsandraZulpo

Eu sinto e vejo todo dia o amor de Deus! Não vejo como a religião vê... mas sinto como uma criança que desperta para brincar.

Inserida por MeusPensadores

A importância da religião que se professa fica em segundo plano quando se torna evidente a capacidade de amor ao próximo

Inserida por Poetadossonhos

É foda viver em mundo onde a religião é considerada a palavra final

Inserida por pedroosousa