Religião
"Entendo que é melhor ter espiritualidade que religião. A primeira liberta, enquanto a segunda lhe prende, estabelece limites. A espiritualidade lhe leva à verdade, e para isso precisaríamos de várias religiões ao mesmo tempo. Ou como se explica a existência de tantas?"
(Refletindo reflexões)
A religião pode
ser uma prisão que o indivíduo
aceita voluntariamente, acreditando
estar sendo livre.
A religião ou igreja terrena ideal é qualquer religião ou igreja onde a pregação da Palavra de Deus e todo conselho de Deus, esteja plenamente de acordo com as Escrituras sagradas, sem tradições, sem filosofias, sem lendas, mitos ou fábulas, sem crendices ou invencionices (que não fazem parte da Bíblia) etc..., e possa nos confrontar com o pecado, a incredulidade e toda mediocridade e miséria espiritual, ajudando-nos a crescer, amadurecer e nos fortalecer como um cristão fiel, sincero, verdadeiro, autêntico, legítimo e genuíno.
Reflita bem sobre isto!
waldirprx2009@gmail.com
A cosmovisão está em alta na teologia quando se trata de ver o mundo apartir da religião a fé Deus etc
Mas a cosmovisão vem da filosofia
Alemã do século XVIII
todos nós temos nossa forma particular de ver ou perceber o mundo
Ou seja cada um tem sua própria cosmovisão
Agora a ideia é ver o mundo e compreender a vida e as coisas que a constitui
Pra entender o mundo e a nós mesmos
E aí mora um problema
Ver o mundo e entendê-lo apartir de nós mesmos
Isso pode ser complicado e até se tornar um problema
Ao associarmos o mundo a nossa forma de "ser" já que não aceitamos nada além do que nos agrada ou nos satisfaz
E o que nos completa
E é aí que mora todo o problema
Afinal, cada um tem sua própria visão de mundo da vida que permeia seus próprios interesses (entendeu)
É preciso entender o mundo e as coisas pra entender o que somos neste mundo e nossa importância considerando as demais coisas e pessoas seres que complementam este mundo
É a totalidade de tudo em todos
Está deve e sempre foi o princípio desta disciplina filosófica
A cosmovisão
O que define um cristão não é a congregação que ele frequenta aos domingos, muito menos a religião que ele grita aos quatro cantos. O que define um cristão são as suas atitudes.
Ser justo não está condicionado a fazer parte de uma determinada religião ou ideologia, mas em fazer o certo em cada momento, não importando as circunstâncias.
"A tentativa de naturalizar a sexualidade, seja na religião ou no discurso sadiano, falha ao ignorar a complexidade do desejo, que vai além do biológico."
Se a religião ainda é ensinada, não é porque suas ideias ainda nos convencem, mas simplesmente porque alguns de nós querem manter as classes inferiores quietas. Pessoas quietas são muito mais fáceis de governar do que aquelas ruidosas e insatisfeitas. Elas também são muito mais fáceis de explorar.
Muitos criticam, despreza a crença, a fé e a religião alheias, sem ter noção que elas surgiram no momento certo, quando muitos estavam perdidos, em situações desesperadoras, sem nada, nem mais razões para continuar vivendo.
O cristianismo, que nasceu como uma religião marginalizada e perseguida, transformou-se ao longo dos séculos em uma força hegemônica, utilizando o mesmo tipo de exclusão e opressão que outrora enfrentara. O termo "ateísmo", que no passado simbolizava uma recusa a certos panteões religiosos, foi ressignificado pelo cristianismo para estigmatizar aqueles que rejeitavam ou questionavam sua visão teológica.
Não foi a religião que morreu na cruz pra nos salvar, muito menos placa de denominação!
Quem morreu na Cruz Foi Jesus, para justificar todos aquele que nele crê, mediante a fé, na Sua Justiça feita, o Sacrifício perfeito do Cordeiro Santo de Deus.
"Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. Porque Deus enviou o seu Filho ao mundo não para que condenasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele. Quem crê nele não é condenado; mas quem não crê já está condenado, porquanto não crê no nome do unigênito Filho de Deus".
(João 3:16-18)
(DVS)
Por que a Religião Deve Ser Discutida de Forma Justa e Consciente
A religião é algo que deve ser discutido, sim, mas não de forma superficial. Para que realmente possamos entender suas complexidades e nuances, a conversa precisa ser feita de maneira correta e justa. Muitas vezes, as religiões são tratadas como simples dogmas ou tradições que devem ser seguidas sem questionamento. No entanto, não devemos esquecer que todas as religiões carregam ensinamentos que merecem uma análise profunda.
O problema surge quando as pessoas se identificam como religiosas, mas não conhecem nem o básico sobre sua fé. Um verdadeiro seguidor de uma religião, especialmente do cristianismo, precisa praticar os ensinamentos, entender o significado de suas crenças e, acima de tudo, viver de acordo com esses princípios. Caso contrário, o que temos são pessoas que se dizem religiosas, mas não praticam o que pregam.
A religião não deve ser um mero rótulo. Se alguém se considera cristão, por exemplo, mas não vive conforme os ensinamentos de Cristo, será que essa pessoa pode, de fato, se considerar parte dessa fé? Ou seria mais honesto questionar se está vivendo de forma autêntica e coerente com o que prega? Religião verdadeira é aquela que nos transforma, que nos ensina a sermos melhores, mais humanos e compassivos.
Não criei o Centelismo Universal com o propósito de ser uma religião, mas para organizar o sistema de crenças e práticas que visam inspirar um entendimento mais profundo sobre a existência humana e seu propósito no cosmos. Sua razão de criação está fundamentada em princípios de evolução, autodescoberta e unidade, transcendendo dogmas e estruturas religiosas tradicionais.
Religião você escolhe uma, no Cristianismo você é escolhido.
Ministério Resgate
Sociedade Missionária
Unção e Legado
Já é hora de submetermos a religião, como um fenômeno global, à pesquisa multidisciplinar mais intensa que conseguimos reunir, convocando as melhores mentes do planeta. Por quê? Porque a religião é importante demais para permanecermos ignorantes a seu respeito. Ela afeta não apenas nossos conflitos sociais, políticos e econômicos, mas também os próprios significados que encontramos em nossas vidas. Para muitas pessoas, provavelmente a maioria das pessoas na Terra, nada importa mais do que a religião.