Relacoes Interpessoais
Os relacionamentos atuais se assemelham as relações de consumo. Consumimos e somos consumidos por pessoas, assim como consumimos algum objeto de desejo em oferta, que em pouco tempo, descartamos em busca de outro.
Construir caminhos sólidos exigi que no pavimentar de nossas relações sejamos cuidados com cada material que neles colocarmos, pois qualquer atitude de má qualidade por nós usada, pode por a perder um grande empreendimento que à muito estamos a edificar..
Casamento? Felicidade mundana? Eu joguei fora relações assim há muito tempo junto com a minha identidade no dia que virei espião.
“Relações são feitas de amores e dissabores, muito mais, envolvimento da intimidade das emoções, porém que se prevaleça a gratidão por cada minuto doado e o lamento por ter fracassado não crie rancores, o caminho do amanhã é livre de possibilidades e cada palavra possa ser aquele jardim regado de flores.
Giovane Silva Santos
Repense o consumo. Repense as relações. Ame as pessoas, não as tente possuir. Tenha as coisas, mas não deixe que as coisas de possuam.
O perdão vai além de uma questão moral, não menos importante para nossas relações sociais, mas também pela repercussão significativa em nossa saúde mental e emocional.
Fazer que o próximo sinta-se único na sociedade contemporânea onde se quantifica relações, é enaltecedor.
“O poder de Deus é mais que mágico, mas as relações no convívio social é trágico.”
Giovane Silva Santos
As relações se resumem a forma como nos sentimos em relação ao outro, e a forma como fazemos os outros se sentir em relação a nós.
O egoísmo nato que possuímos dentro de nós, impossibilita que as relações humanas sejam movidas por algo além de benefício próprio, visto que até o amor se tornou um interesse pessoal.
Toda a nossa fraseologia – relações raciais, abismo inter-racial, justiça racial, perfilação racial, privilégios dos brancos, até mesmo supremacia dos brancos – serve para obscurecer o fato de que o racismo é uma experiência visceral, que desaloja cérebros, bloqueia linhas aéreas, esgarça músculos, extrai órgãos, fratura ossos, quebra dentes. Você não pode deixar de olhar para isso, jamais.
Não prefira descartar as pessoas num primeiro momento. Recicle as relações. Esse movimento costuma ser muito mais revelador do que trocar o certo pelo duvidoso. Mas se depois de tentar exaustivamente você já tiver a certeza de que o ‘certo’ já não o é, siga em frente, mas sempre com a gentileza de evitar a lesão afetiva.
Pensar que nosso parceiro(a) deve nos completar e não nos unir é a miséria das relações afetivas.Não devemos nos relacionar tão somente por vias genitais porém como companheiros.
Você está falando como se uma família só pudesse ser formada por relações de sangue. Não acho que esse seja o caso. Um coração compassivo é o que faz das pessoas uma família. O sangue não ajuda muito nesse sentido.