Raízes

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⁠Eu acredito que somos uma espécie com amnésia, acho que esquecemos nossas raízes e origens. Acho que estamos bastante perdidos em muitos aspectos. E vivemos em uma sociedade que investe enormes quantias de dinheiro e energia para garantir que todos nós continuemos perdidos. Uma sociedade que investe na criação de inconsciência, que investe em manter as pessoas adormecidas, para que sejamos apenas consumidores passivos ou produtos, sem realmente questionar nada, e não façamos nenhuma das perguntas.

Inserida por Expansaodaconscienci

⁠A lógica está em tudo você aprende que os detalhes são iguais raízes o controle não está em tuas mãos.

Inserida por Raimundo1973

⁠... verdadeira
desolação é não criar raízes,
afetos e memórias...
Essas nervuras próprias
do espírito, sempre necessárias;
propiciandocor e sentido
ao nosso estimado
viver!

Inserida por maurotoledo

⁠A chuva miúda silenciosa acalanta as raízes sedentas por gostas de vida que acalma a terra sedenta, cada gota água é uma vida salva pela chuva miúda.

Inserida por Raimundo1973

⁠Cortar uma árvore que acabou de nascer é fácil; difícil é cortar as que já criaram raízes.

Inserida por glauciazamella

Tal qual uma árvore somos definidos muitas vezes pelo que se vê. Belos galhos, saborosas frutas e encantadoras flores. Enquanto que, tudo isso, são alimentados e sustentados por fortes e vigorosas raízes, sendo a base de tudo.

O Anatômico

E foi dito que ele se mudou
Para os grânulos de fordyce dela
Lá nos risquinhos daqueles lábios
No abismo e nas raízes daquelas íris
Agarrado aos poros de sua pele
Um encosto regozijado e assustador.

Foi aqui onde nasci
E pude dar meus primeiros passos
Escutava o cantar dos pássaros
Que traziam tranquilidade
Não sei definir felicidade
Só sei que não se compra e nem se fabrica
Só havia paz, não havia intriga
Sem falar das grandes amizades
Hoje moro na cidade
Mas não nego a minha ORIGEM.

Para a maioria dos imigrantes, mudar para um país novo é um ato de fé. Mesmo que você tenha ouvido histórias sobre segurança, oportunidade e prosperidade, ainda assim é um grande salto se afastar de sua língua, de seu povo e de seu país. De suas raízes.

Meu Brasil...
País de muitas etnias... País de Glórias... País de muitas emoções...
Aqui corre nas veias... Vida...Esperança... Fé...e Amor...
País de sentimento... de Raça e de Cor...
Um País que tremula pele... Um País que recomeça todos os dias...
Mas a raça aqui é forte e não se entrega jamais...
Levantamos todos os dias... em busca da conquista... dos sonhos...
Esse Brasil tem coração que bate forte... pulsa com alma e vigor...
Esse é o Meu Brasilll...
Tenho orgulho de ser Brasileira... Orgulho da união de Povos e gerações...
Aqui somos todos um Só... Aqui somos Brasil....
Não importa o que digam... Sabemos que nossa força se propaga pelo Mundo...
Aqui temos raízes...Aqui temos valores...Aqui construímos... Aqui temos nosso chão....
Te amoooo meu Brasil....

"O que possuímos nos domina, e não o contrário. Agora que eu pensava melhor a respeito, pude ver que aquilo que possuímos não só nos domina como também nos faz criar raízes..."

⁠Se conhecer ou ter consciência das origens também serve para curar, libertar e tomar o controle da própria vida.

⁠Sempre que vejo as sementes do dente-de-leão, quero deixá-las voar. É como se uma alma ferida estivesse voando livre em algum lugar. Se eles podem criar raízes em um novo ambiente, eles podem esquecer as más lembranças do passado.

⁠Quando sento quieta para costurar uma roupa velha ou levanto a enxada para devolvê-la de novo ao chão, abrindo covas, arrancando as raízes das plantas, é que esse fio, que tem sido meu pensamento, vai se fazendo trama.

Itamar Vieira Júnior
Torto arado. São Paulo: Todavia, 2019.

⁠O TEMPO DAS PALAVRAS

O tempo me entregou palavras.
Ora cruas, abertas em veias,
escorridas em derivados.

Quando as toquei, já estavam apegadas.
já haviam se aprontado de raízes,
impregnadas de sais e pés amanhecidos.

Poderia garimpar aparamentos,
entre as horas tremulas e as certezas movediças.
Poderia reparar atrelamento, deixar que ficassem sem face.

Em vão tateei o criador de palavras.
Elas já haviam se cingido em mim.
Meu rosto passou a ser as palavras que colhi.

Carlos Daniel Dojja

⁠Um povo sem raiz, qualquer vento derruba.
Precisamos conhecer nossa ancestralidade

⁠Nos jardins da vida, vejo os filhos crescerem como árvores. Cada um, uma promessa de cor e sonhos. Suas raízes fincam-se profundas na terra dos valores e da cultura, onde a memória é húmus e o amor, seiva. Os troncos erguem-se firmes, numa força que desafia ventos e tormentas, sustentando o céu com a dignidade dos que sabem de onde vêm.

Nas copas, que despontam com a graça das auroras, florescem frutos de humildade e bondade. Cada ramo, uma extensão do coração, abriga pássaros de esperança e folhas que sussurram segredos ao vento. A sombra dessas árvores oferece refúgio, um abrigo para os que buscam a paz e a quietude dos dias simples.

Assim, no compasso das estações, essas árvores crescem e se tornam majestosas, não pela imponência dos seus galhos, mas pela grandeza da sua essência. No jardim dos nossos sonhos, onde os filhos se transformam em árvores, ergue-se uma floresta de amor, onde cada vida é uma celebração da beleza e da eternidade.

⁠Não somos todos feitos de pedra
ou de aço que o sol endurece.
Há os que nascem de água,
de uma flor que desponta no silêncio,
e não sabem o peso do ferro,
nem medem a força no punho cerrado.

Mas dizem-me que são fracos,
os que não carregam montanhas,
os que não rompem o vento com o corpo.
E eu pergunto:
o que vale a muralha se a raiz cresce em silêncio,
se o vento a toca e ela cai?

Há uma força que não se vê,
uma coragem que não precisa de gritos.
No invisível dos dias,
nas pequenas lutas que ninguém repara,
ali também se ergue o mundo
e o seu peso é suportado
por mãos que não seguram espadas.

O desprezo não lhes cabe,
nem o desdém dos que se crêem gigantes.
Pois no fim,
não são os músculos que seguram o tempo,
mas o coração que, em silêncio,
faz nascer o dia.

O assunto genealogia vem se difundindo em grande escala nos últimos anos, o interesse em conhecer um pouco mais da própria História não é algo incomum.

Inserida por CintiaRosa

Parolando com Lola.
...
Eu continuo a esperar pela chuva.
Fico triste na demora.
Vem um calorão besta,
de arder, de suar as tampas.
Na planície é assim.
Dia desses vou morar na montanha.
Respirar mais alegrias..
Faz um friozinho ruço..
Não.
Jeito não tem não.
Só vontade.
A vida não é a gente que governa.
Andei muito por aí.
Quis fazer morada noutros cantos..
As minhas raízes me firmaram
e eu voltei pras minhas vacas.
Agora calço botinas de chumbo.
Qualquer distância ficou muita.
A vontade é um quase poder tudo.
Só que por dentro,
no imaginável.

Inserida por ranish