Racional
Se as pessoas usassem mais o lado racional do quê o espiritual,e analisassem fatos invés de teologias e crenças mitológicas,haveriam mais ateus.
Será que existe algo mais emocional do que optar por ser racional, por medo de parecer ridículo ou patético?
Eu passei os primeiros dezoito anos da minha vida achando que as pessoas racionais se dão melhor na vida. Eu passei os primeiros dezoito anos da minha vida achando que deveria me trancar dentro de mim mesma, passei achando que amor é coisa de gente boba, achando que as pessoas sempre iriam me machucar. Eu passei os primeiros dezoito anos da minha vida segurando as lágrimas que insistem em cair ao ver uma cena emocionante de um filme, passei vislumbrando as estrelas escondido, passei escrevendo uma frase aqui outra ali, sempre separadas para que não formassem a poesia que me encantaria. Eu passei os primeiros dezoito anos da minha vida querendo mudar o mundo sem antes mudar minha própria cabeça, organizar as ideias, o caos que existe aqui dentro, passei como passam apressados os carros na rua.
Depois dos dezoito percebi que o que eu fiz foi eliminar a minha própria essência. Tal que eu não posso e nem quero mais controlar. E agora dezoito vezes desejo que dezoito anos venham, para que eu não apenas passe, mas viva verdadeiramente a essência de ser eu, como só eu posso ser.
A presença fantasmagórica de partículas virtuais desafia o senso comum racional e não é intuitivo para aqueles não familiarizados com a física. A crença religiosa em Deus e crença cristã ... pode parecer estranho para o bom senso pensando. Mas quando as coisas físicas mais elementares se comportam desta forma, devemos estar preparados para aceitar que os aspectos mais profundos de nossa existência ir além do nosso entendimento de senso comum
"" O ser humano não é um animal racional, como aprendemos na escola. Ele é emocional e racional, e nessa ordem. Não se culpe se suas emoções prevalecerem sobre sua razão em momentos especiais da vida; sem sonhos, devaneios e fantasias a vida seria um tédio, e o tédio é o pai da angústia.""
O ser humano se diz muito racional, mas as vez com suas atitudes agocentricas age muito pior que um animal irracional.
Para ser racional faz-se necessário ter uma visão analítica, criteriosa e estudada de tudo. Para ser emotivo a única coisa necessária é não ser racional
Se o mundo racional é onde os sãos são os que apunhalam, caluniam e depois vão pedir para um ser mágico paz, eu prefiro continuar na irracionalidade adorando o deus da irresponsabilidade, Dionísio; e o deus da arte, Apolo; onde tudo se transforma em comédia e tragédia grega, porque choramos a morte de Romeu e rimos das imbecialidades dos polichinelos.
Aquele que foi formado para ser um ser racional nunca viveu sua racionalidade o que de fato deve ser “Ser Pensantes”, analisadores de seus próprios conceitos, pois os atos que o mesmo pratica explica em certos pontos sua irracionalidade e incapacidade. A natureza explica que às vezes o que o homem até hoje nunca explicou, a sabedoria dos animais. Cada um interage de maneira diferente, o amor, a amizade entre se e enfim. Tudo isso explica que o vive preso em si mesmo, pois a intelectualidade que lhe foi dada é soberana, e inexplicável.
Contudo tem suas habilidades, mas o medo e abrange todas sementes de fé, sufocando e matando-as, isso é uma das causas que se torna o homem um galinha. Pois a mesma olha para cima percebe que a tela não está alta, mas tem medo de tentar voar para fora. Por isso, é sublime dizer que, “Quem nunca errou nunca nasceu” (Ralfe Maciel). Por tanto, é compreensível o lado e os sentidos da águia onde desperta em cada um de nós a curiosidade e a persistência da pergunta. Será que existe esse lado galinha e águia no ser humano? É importante considerarmos que o conceito de estado de natureza é também uma construção social e que varia de acordo com a cultura, a época, as vivências. Não há um único estado natural para o ser humano, mas vários princípios construídos ao longo da vida. Por tanto observamos que, galinhas e águias são de diferentes espécies, mas nada impediu a águia de construir sua vida e seus hábitos a partir daquele contexto social, tornando-se galinha.
Quando o naturalista pegou a águia e colocou em posição de vôo vimos que ela tremia , essa é a razão de muitos homens águias não conseguirem conquistar a liberdade, pois tem medo das “alturas” e esse medo impede que o mesmo experimente nova vida. Então, o naturalista segurou-a firmemente, bem na direção do sol, de sorte que seus olhos pudessem se encher de claridade e ganhar as dimensões do vasto horizonte nessa hora a águia pode criar coragem, pois esqueceu da imensa altura e dos riscos, tomando essa atitude pode voar alcançando as seus alvos e desejos. Às vezes o homem tem medo de voar, de ser feliz, de tentar e não consegui, tornando um homem galinha com coisas tão que complexas de ser entendida, mas apesar de tudo é preciso de ajuda como a águia, é preciso que alguém mostre o sol, ou seja, ensina-lhe a direção que deva tomar.
Cada ser humano tem uma estrutura básica que se manifesta mais como águia em alguns, mais como a galinha em outros. Cada um precisa escutar essa natureza interior, captar a águia que se anuncia ou a galinha que emerge. Após escutá-las, importa usar a razão para ver claro e o coração para decidir com inteireza. Somente assim se conquistará a promessa de um equilíbrio dinâmico
A história da águia e da galinha nos evoca o processo de personalização pelo
qual todo ser humano passa. Não recebemos a existência pronta. Devemos
construí-la progressivamente. Há uma larga tradição transcultural que
representa a caminhada do ser humano, homem e mulher, como uma viagem e uma aventura na direção da própria identidade.
Viver não é uma provação, mas uma maneira passível de permitir um maior grau de perfeição racional diante das diversas emoções que o homem pode experimentar.
Sempre vale a pena você ter em primeiro lugar seus sentimentos a que o seu racional, o que se faz com sentimento fica marcado na alma, já o que se faz atraves da razão fica marcada no tempo, e com o tempo esquecido...