Preste Atenção em Si Mesmo
Preste muito bem atenção, Como Deus nos mostra como exemplo, dando à nós a lógica da semente, que serve principalmente prá gente:
"Se faz necessário que morramos para brotarmos e assim viveremos eternamente."
preste atenção no falam
_os poderosos_
te enrolam ainda pedem
_para aplaudir_
tantas enrolações
e armações
num paraíso tudo dito...
sem explicações tudo esta dito...
pessoas morreram ainda escondem suas mentiras
ate que um dia ninguém mais acreditará...
tolos são feitos de contos...
mais realidade tem seu preço,
mentiras sempre são descobertas
algumas horas na frente de câmeras sorrisos falsos...
Pense bem! Existem muitas pessoas querendo acabar com o seu sonho.
Preste atenção! O que Deus reservou para você está além do seus sonhos e de qualquer perspectiva. Ninguém tem o poder de atrapalhar os planos de Deus para a sua vida.
Preste atenção em mim, por favor.
Não vou te cobrar nada, mas não é possível que não note o que estou falando em silêncio.
Olhe nos meus olhos!
Afinal, voce sempre fez isso!
Ou será que até isso mudou?
Preste atenção ao som dos ouvidos, Deus habita na música, quanto mais sagrada a palavra melhor a qualidade das criações.
Eu ainda gosto daquele jeito simples de andar pelas ruas sem pensar em nada e prestando atenção em tudo.
Daquele instante em que o tempo para e fotografa a cena na memória sem resistir.
Das pessoas simples que fazem o dia de alguem muito melhor apenas com um sorriso.
Do gesto de gentileza de se doar simplesmente para ouvir.
Do canto dos pássaros anunciando um novo e belo dia.
Do espanto dos olhos de uma criança que ainda tem o mundo inteiro a descobrir.
Eu ainda gosto das almas leves, dos corações alegres, de tudo que resiste a incapacidade do ser humano de parar, observar e sentir...
Não presto muita atenção às coisas que estão à minha volta, estou muito ocupado esculpindo a melhor versão de mim mesmo.
Quando não estávamos prestando atenção, todos se juntaram e votaram que as tradições do passado são feias.
Sempre me presenteava generosamente, mas prestando mais atenção no amor. Já fiz meus pais passarem por poucas e boas. Já pedi perdão pelas birras e falta de consideração, a minha sorte é que eles têm a mente aberta.
Qualquer que seja a opção da vida do filho ela precisa ser respeitada, mas isso não significa que os pais não devem ter controle. Como dizia a minha mãe: Criança não tem que querer.
Tem pais que passam tempo demais concentrados em si mesmos, preferem que o celular cuide de seus filhos, outros não pensam em educação alimentar e uma vida mais ativa, com prática regular de atividade física.
Perdoa se isso soa arrogante, não tenho filhos, mas a geração de hoje está cada dia mais intolerante e frágil. Faltam fidelidade e compromisso no cuidado com os filhos. Eles merecem.
Tem um provérbio que diz: Quando dais vós próprios é quando realmente dais. Acho que poderia ser lição para tudo, além das gentilezas mútuas e a distância entre as coisas e nós como pessoas.
Pensando no “e se” não leva ninguém para frente, nem pais, nem filhos, recomeçar é o caminho, desenterrar a autoestima, amar sempre. Um drinque ao nosso futuro feliz!
O poder da relação ficou o tempo todo na mão dos pais, com imposições e sem diálogos por isso as gerações possuem feridas mal cicatrizadas, rebeldias para fazer o que quiser na fase adulta e o preço da falsa liberdade.
Presencio força oculta e juventude parada, o ser humano não continua o mesmo, vejo sorriso doido dos que sofrem a tempo, o tempo correndo a conta- gotas, alunos bons, inteligentes, espertos, bonitos e egoístas.
Decidi comprar um diário porque tem coisas que a gente não pode dizer em voz alta, escrevi sobre dias de chuva, tédio eufórico, falsas ilusões e refleti: Que diabos estou fazendo com a minha vida.
A verdade é neutra e não tendenciosa, fico obcecada pelos meus questionamentos, de vez em quando me belisco, outras vezes me acordo, acredito que para os pais a alegria é a recompensa do dar e ver suas criar felizes.
Cada pétala de uma Rosa cair no chão, preste muito atenção é meu coração se partindo aos poucos...
Raiane Oliveira!
Ponderando...
O Espírito Santo, nos diz que devemos prestar atenção no modo e, principalmente, no material (matéria-prima) que iremos usar na edificação espiritual em nossa vida cristã. Podemos edificar com ouro, prata e pedras preciosas, ou podemos proceder a edificação com madeira, feno e palha.
Edificar com ouro, prata e pedras preciosas significa edificar diligentemente, com o fruto do Espírito, mas, edificar com madeira, feno e palha; significa edificar levianamente, com as obras da carne.
As primeiras matérias-primas nos falam de materiais nobres e resistentes; e, as segundas nos falam de materiais comuns e vis. O alerta divino nos revelam que os materiais com os quais edificamos nossas vidas espirituais; serão provados pelo fogo. As primeiras matérias-primas resistirão ao fogo e serão aprovadas. Mas, as segundas não resistirão ao fogo e serão reprovadas.
Portanto, o conselho divino é que edifiquemos nossas vidas espirituais com as melhores matérias-primas, como ouro, prata e pedras preciosas (fruto do Espírito), para que nossa edificação seja aprovada diante do Senhor amém?
Pense nisso...
Pr. Valdemar Fontoura
Você não conhece bem alguém só no fim de uma relação.
Presta atenção!
Você não conheceu foi nada, você inventou uma pessoa e ela simplesmente não existia!
– Você me acha atraente?
– Na verdade não prestei atenção – respondi para a mulher mais linda do mundo.
Os filhos nem sempre prestam atenção naquilo que você fala, mas são mestres em imitar aquilo que você faz.
A minha história
Quereis ouvir a minha história? Pois bem, prestai atenção, sentai-vos neste duro cepo junto ao fogão, não há poltronas macias nem canapés na roça ou sertão. A porta está bem fechada, temos quentura de mais, a lenha que estala, fala de calma, sossego e paz; que importa que os ventos lutem lá fora nos matagais? Que importa que a chuva caia, que no céu ruja o trovão, que as enxurradas engrossem as águas do ribeirão? Se abrigados conversamos à luz do amigo fogão?
Quereis ouvir a minha história? Não precisas pedir mais... É triste, e de histórias tristes quem sabe se não gostais? Vou contar-vos; e nenhum outro de mim a ouvirá jamais.
Não, não foi somente o tempo com suas frias geadas que desnudou-me a cabeça, fez-me a face encovadas. Foram da vida as borrascas, foram noites de agonia, foram fardos de mentiras dos homens com suas traições. Nasci pobre; este delito seguiu-me por toda a existência... Sobre o teto de uma choça de que serve a inteligência? De que vale uma compleição robusta, um peito enérgico e forte ante o egoísmo das turbas e os anátemas da sorte? Nasci pobre, e, alçando os olhos da pobreza em que vivia, me atrevi, como os condores, a fitar o rei do dia!
Foram-se os anos, agora sou velho, perdi tudo quanto amei; deixai que eu chore por um momento, foram tantos sonhos que sonhei! Deixai que escorram minhas lagrimas saudosas, tristes pérolas de amor; gotas de orvalho da vida no seio da murcha flor! Escorrei lagrimas! Ao menos sois doces, trazei-me consolo ao menos... Quantos infelizes vos derrama amargo como veneno! Na meia idade, o que era impossível aconteceu, encontrei o que sempre buscava; o amor verdadeiro, o amor somente meu; amei-a! Amei-a demais! Um amor com muitas lutas em circunstâncias fatais, com revezes e torturas; transpus leis e cadeias que o homem produz, quebrei, como o corcel quebra as peias.
Em poemas me deliciei, de infindos planos compus, em poucos anos este sentimento me conduziu a plena luz, inspirou-me ao etéreo; mas o destino cruento de minha audácia se riu.. Inda eu folgava confiante, quando a minha esperança partiu. Partiu para longas terras, foi ver estranhos lugares, como o pássaro que emigra foi pousar noutros palmares.
Nuvens de amarguras cercou-me a existência então, o céu tornou-se a meus olhos como um teto de uma prisão. Noites, muitas longas noites, em vez de dormir eu somente gemia. Mas no fim destas noites ergui-me... Também parti! O que intentava? – Ignoro. O que esperava? – Não sei. Surdo a razão, as leis humanas, lancei-me ao acaso, desprezando tudo.
Desta viagem não quero as penas lembrar, dias de sofrimento, angústia, vigílias a delirar. Não quero lembrar as horas de desânimo cruel em que traguei a taça do negro fel. Dois anos que valeu vinte, sem repouso, sem sossego, passei vagando entre os homens, doido, febrento e cego. Dois anos a mesma imagem a torturar-me, dois anos as mesmas idéias... Dois anos andando por toda parte ébrio de amor, procurei-a pelas ruas, pelas praças, pelos campos e desertos, levei meus passos incertos, buscando essa esquiva sombra.
Quantos lábios me sorriram! Quantas belezas encontrei! Quantos amores puros e castos rejeitei, virei meu rosto e passei... E no entanto poderia sem frenesi, sem loucura, colher a flor perfumada de modesta formosura; parar de vez a minha febril carreira, dizer: – basta, a vida é esta; quem foge dos seres comuns seguem uma estrela funesta.
A ventura é ver a prole, ver a paz sentada ao lar, ver do teto o trabalho e a miséria afugentar; mas a imagem da esperança nunca me deixou sequer por um momento, era um console celeste junto a um martírio cruento. Eu sempre via-lhe as formas, em qualquer lugar; no céu, nas matas, nos campos, no clarão das estrelas, mesmo nas pequenas luzes dos pirilampos; se eu dormia ou madornava, sentia a sua face encostada à minha, sentia-lhe os longos cabelos, ouvia-lhe a voz, tão doce, tão doce que eu despertava... E minh’alma estremecia, daquelas visões escrava; se eu caminhava, nos prados ou junto as fontes sentava, via-lhe o vulto sublime, via-lhe o corpo de fada, e me lembrava dos contos que contava para as crianças; passava as mãos pelos olhos e murmurava: minhas esperanças era do norte ou do sul! A esperança é o meu porvir, a esperança de uma maga estrela, que há de meu céu luzir.
De tanto errar fatigado, fatigado de sofrer, busquei nos ermos profundos um lugar onde morrer; embrenhei-me no mais denso, no mais negro das florestas, onde a natureza virgem se ostenta em continuas festas, onde eu este simples verme que pensa, farto, inflado de vaidade, sente as fibras se crisparem ao sopro da liberdade... Sinto-me vil, pequenino, cinza, lama, podridão, e curvar-se aniquilado perante Deus e a criação. No seio de escuras selvas, no cimo das serranias, dos grandes rios à margem, deixei passarem meus dias, mas nesses ermos sem nome na tormenta ou bonança, entre místicos rumores, ouvia a voz da esperança.
As sombras da morte por sobre minha cabeça passaram e as vozes de outro mundo por meus ouvidos soaram, senti o frio das campas, cai sem força no chão, e ao voltar de novo a vida, como que uma nova oportunidade perdi a luz daquela visão, espero voltar à razão.
Eliezer Lemos
A MATEMÁTICA não pode ser considerada como inimiga,mas se não prestar a devida atenção que ela necessita,ela te castiga.
Anjos existem!
Preste atenção na doçura das crianças,
Nas pessoas que queiram ajudar sem receber nada em troca,
Nos seus amigos sinceros...
Em alguém que chegou em sua vida, e lhe trouxe algum tipo de felicidade,
São anjos, porque eles estão em toda parte...