Presa Alma
Quanto eu devia ter vivido presa para sentir-me agora mais livre somente por não recear mais a falta de estética...
Assim o teu corpo permeia os meus versos e na doçura dos teus lábios está presa a minha alma. Então num paraíso minha imaginação encontrou o seu coração...
Quero me encontrar...
despedir-me de tudo que me afugenta a alma.
Me encontro presa em um casulo.
Observo meus dias passando...
o relógio é meu pior inimigo.
Sinto fome de amor, paz e brilho nos olhos...
Minha alma tem gritado por socorro
Se existe inferno, eu me encontro nele.
Renunciei-me...
abri mão, de tudo que um dia sonhei.
A menina imatura cresceu, eis aqui uma mulher...
ainda menina, só que mais madura.
Quero encontrar um caminho um lugar em busca de mim mesma.
Quero sentir-me viva, pronta, no ponto, desejo me possuir com toda exatidão.
O ímpeto do meu ser anseia liberdade...
vento no rosto...
gargalhadas sinceras...
espontaneidade...
Olhares sedentos sempre em busca de si mesmo, do outro, da vida...
Ao amanhecer, quero sol no meu jardim...
e que a as flores voltem a sair.
E a vida que anseio venha fluir em mim...
"Durante toda a minha vida, tenho sido testado. Minha vontade foi testada, minha coragem foi testada, a minha força foi testada. Agora minha paciência e resistência estão sendo testadas. "
Um adeus talvez.
Enterrei meu amor,
No mais triste túmulo,
No mais triste sentimento,
Agora terei que me conformar,
Com este tormento.
Mas teria que ser assim,
Não aguentava mais esperar;
Quando pensava que consegui,
Era apenas ilusão,
Antes, dela partir,
De fugir,
De cuidar de coisas mais importantes,
Antes de ir.
Agora, é me curar,
Tentar viver,
De tudo me esquecer...
Tentar me recuperar.
Quer auto ajudar alguém, então, não promova a discórdia... Tolice é chamar um semelhante de tolo e se julgar um sábio.
Navegar.
Navegando, eu sempre estou,
Seja na Internet ou na vida,
Minha mente,
Sempre navegou.
Navego nos momentos tristes,
Alegres,
Estranhos,
Incompreendidos;
Navego nos momentos célebres.
Nesta vida, estou sempre a navegar,
A buscar o entendimento,
Compreender o mundo...
Talvez fugir do sofrimento.
Quero me sentir o maximo na vida deixar as coisas como estao nao quero sentir dor outra vez como senti no passado a vida me ensinou a ser valente nos momentos mais duros mesmo quando as coisas vao pela pior tenho que ficar forte como um valente a sério e nao como um medroso com medo de encarrar a luta.deixei as coisas do passado para trás e decidi seguir em frente minha vitória ta por vir e agora posso sentir.loucura ja ta no passado porque agora tou no futuro.
Uma vez me disseram que a maturidade vem com o tempo, eu acredito que isso seja verdade, mas antes da maturidade tem o medo;
Medo de não saber quem você pode se tornar, medo de não poder mais ser quem você é.
O medo é algo que pode nos ajudar mas também pode nos derrubar, o medo é uma coisa que se não soubermos enfrentar não chegaremos a lugar nenhum.
mas de qualquer forma quem seríamos sem o medo?
“Hoje ao acordar, senti a cabeça pulsar e pesar. Fechei os olhos para encontrar um ponto de equilíbrio, não tive sucesso.
A cabeça é sempre um pretexto para dizer de algo que venha incomodar....
A cabeça dói porque o peso do meu ego abrupto quer invadir o minha alma livre e impor limites. Sempre acontece...
E quando a cabeça dói o ego ganha a batalha e eu fico ali paralisada...
aí penso, porque não tomar um produto do ego para aliviar o peso do ego... funciona as vezes tomando um analgésico.
Mas se a dor persistir aprofundo mais no que ela quer me dizer... sempre dá certo!
Esse cuidado é diário. Corpo e alma se completam numa fusão que transcende os limites da consciência”.
"Não há o que dizer. Hoje faltou palavras.
Palavras mesmo só para dizer da falta do que dizer.
O silêncio é meu amigo, as vezes me leva a um outro mundo... o mundo em que consigo ouvir minha própria voz.
Não há o que dizer. O silêncio as vezes é vazio, triste e sem esperança.
Não há o que dizer... mas acabei de dizer. Parece que as palavras conduzem sempre ao inesperado.
Parece que há sempre o que dizer, mesmo que falte as palavras".
"Hoje só quero me apagar feito uma estrela que já cumpriu sua hora. Hoje só quero sair correndo de tudo que foi.
Hoje tive sono, senti frio, medo, saudade...
Meus olhos resistem em ficarem abertos, minha mão está gelada. Estou sozinha e ainda não sei o que fazer.
Tive vontade de me embriagar de opioides e não mais acordar, mas a coragem de foi com um profundo suspiro.
Hoje a vida se mostrou rancorosa, escura e triste.
Na garganta sinto o nó que ata sem pudor.
Sinto a cabeça bombear e a cada bombeada um fragmento de minha vida se transformam num caos sem fim".
"O olhar vago, inseguro, triste, procura abrigo...
Abrigo nas palavras alheias, abrigo no silêncio impostor.
Na claridade imposta pela brancura das paredes e dos lençóis os olhos vagueiam a procura de um sentido para tanta dor.
O pensamento é atormentado pelas incertezas e deixa escapar dos olhos a tristeza represada.
O tempo guia e ensina que a leveza da vida está no olhar... olhar aprofundado, livre de lentes que cegam.
A brancura do lugar mesmo que venha de um ambiente que guarda a dor e o medo entre seu lençóis, pode trazer a oportunidade de ressignificar e perceber que um único momento é permeado por inúmeras facetas e todas transitórias, cíclicas e cabe a nós encontrar um ponto de fusão.
As paredes, os lençóis e a luz branca que adentram a janela são estopins de um tempo finito....
Quando a luz que adentra a janela se esvai, com ela a esperança também, e dá lugar a incerteza de noites intermináveis.... mas logo surgem branca e finda as luz outra vez....
Entre esperanças e incertezas lá se vai a vida no seu tempo".
"Mas entre tantas gentilezas e amor, seremos sempre açoitados pela brutalidade de quem não aceita o amor real compartilhado.
Que possamos falar do amor revolucionário e real sem que sejamos questionados ou acuados por dividi-lo com alguém que tem a alma livre e faz com liberdade as palavras sobrevoarem sobre cabeças tão duramente pensantes".
"Um novo horizonte se abriu... a minha frente vejo campos verdejantes e quaresmeiras colorindo de roxo o marasmo destas horas.
Os pássaros, grilos e cigarras anunciam uma pacata manhã e eu ali sentada com minhas intensas dores, descobria um novo tempo sem você.
Senti medo ao fitar o tempo, fechei os olhos e te vi. Senti o perfume que guardarei para sempre em minhas lembranças...
terei de recomeçar...
Recomeços são quase sempre muito intensos, esse não é diferente.
Você se foi, eu fiquei nesse mundo triste e sem graça.
De repente um nó na garganta... lembranças se formam em nuvens e o pensamento surge como pedras que perfuram os pés descalço.
Você não estará mais lá a minha espera...
E eu? Eu espero o tempo passar...
Passa tempo para eu me lembrar somente do amor que dentro do meu peito ficou".
Enquanto houver livros nas prateleiras, você nunca estará presa. Cada livro é uma chance de escapar.
Consequências da neutralidade:
… se dois vizinhos poderosos teus (do príncipe) se puserem a brigar, ou são de qualidade que, vencendo um deles tenhas que temer o vencedor, ou não. Em qualquer caso ser-te-á sempre mais útil descobrir-te e fazer guerra de fato, porque no primeiro caso, se não te descobrires, serás sempre presa de quem vencer, com grande prazer daquele que foi vencido, e não tens razão nem coisa alguma em tua defesa, nem quem te acolha.
(O Príncipe - cap.XXI)
Impossível olhar e não se encantar na hora, como se possuísse algo que hipnotizava. Pois era assim que eu me sentia. Completamente presa no seu magnetismo.
De qualquer modo, escrevi sobre uma rã que encontrei no jardim, com uma das pernas presa numa cerca de arame. Não podia se soltar. Eu tirei a perna dela da cerca, mas mesmo assim ela não podia se mover. Por isso eu peguei ela no colo e conversei com ela. Disse que eu também estava preso, que minha vida tinha ficado presa em alguma coisa. Conversei com ela durante um longo tempo. Finalmente, a rã saltou do meu colo e saiu saltando pela grama afora, e desapareceu num matagal. E eu disse a mim mesmo que ela era a primeira coisa de que eu já sentira saudade em minha vida.