Pratica Timao sem Leme
“Na prática do método Reiki, se o Reikiano se julga o responsável pelo resultado das aplicações, pode achar, por consequência, que tem todas as coisas sob o seu controle e que pode fazer o que, na realidade, não está ao seu alcance.”
“Na prática do método Reiki, o Reikiano deve aprender a deixar a energia fluir através dele, desenvolvendo um posicionamento passivo em relação aos resultados, evitando a tentação de querer comandar a Energia ou forçá-la a se manifestar.”
“Na prática do método Reiki, quanto mais saúde tivermos, mais estaremos habilitados a ajudar os outros. Priorize a auto aplicação diária de Reiki.”
“Na prática do método Reiki, o Reikiano atrai as situações com as quais precisa trabalhar. A lei da atração começa a vigorar à medida que o campo energético do Reikiano se desenvolve. As pessoas passam a ser encaminhadas de diversas maneiras para o Reikiano, em busca de ajuda.”
“Na prática do método Reiki, não é preciso ir atrás das pessoas, elas surgem para quem está apto. Mesmo que você nunca tenha trabalhado com o problema específico que as aflige, você foi o escolhido, sendo a pessoa certa para o trabalho.”
“Na prática do método Reiki, se você estiver tenso, não tenha medo de errar. Reiki mal aplicado é somente aquele que não foi aplicado. Não há como errar no Reiki, tudo funciona.”
“Na prática do método Reiki, fale pouco, seu comportamento revelará melhor quem você é do que suas palavras.”
“Na prática do método Reiki, deixe claro que você não é um curador, mas sim, um facilitador. Você conduz os trabalhos e simplesmente canaliza a energia terapêutica de amor do Reiki, que vem de Deus.”
“Na prática do método Reiki, é muito importante que os Reikianos possam aceitar tudo o que lhes é contado, aceitar as pessoas como elas são. Se você for arbitrário ou crítico, o receptor poderá perceber e não relaxar o necessário. Apoie-o incondicionalmente.”
Necessitamos de grandes pensadores nãosó voltados a teoria, mas sim na prática ea constante luta pelo Brasil melhor e maisjusto, independentemente de Ideologia, Partido Político,Classe Social, Cor / Raça, Religião e Credo.
Cadaum fazendo a sua parte.
Dividir os escravos para dominá-los é uma prática antiga dos "donos do mundo".
O sistema neoliberal aperfeiçoou essa estratégia, separando os trabalhadores em guetos, criando assim, cada vez mais, novos nichos no mercado consumista.
O ideal é que os pais instruam os filhos na prática tanto da ética quanto da etiqueta.
A ética, entendida como a busca pelo bem, pela empatia e pela generosidade, orienta a conduta moral e social.
Por sua vez, a etiqueta transcende a mera formalidade, exigindo o respeito e a adaptação às normas e costumes de cada ambiente.
Tal abordagem inclui não apenas evitar comportamentos grosseiros, mas também reconhecer e obedecer às especificidades culturais e sociais de cada localidade.
O descumprimento dessas normas revela uma lacuna na formação ética e social do indivíduo.
Para mim, o capitalismo não é uma teoria; é a prática da natureza humana individualista, egoísta, interesseira, ambiciosa...
O capitalismo é a imagem e semelhança da natureza humana. Por isso, há tanta dificuldade em ajustá-lo. Estamos lutando contra nós mesmos.
Se a maioria das pessoas fosse boa de verdade, a teoria socialista seria predominante.
O capitalismo venceu por atender às nossas necessidades individuais.
O capitalismo se alimenta da alma do ser humano, e o grande desafio realmente é reduzir os efeitos colaterais.
Fico pensando como melhorar um mundo onde parecer bom vale mais do que ser bom.
Indubitavelmente, a prática de iluminar uma vela em vez de proferir maldições à escuridão é, sem dúvida, uma metáfora rica em significado simbólico e moral.
Tal adágio sugere uma postura proativa e construtiva diante dos desafios e adversidades da existência humana.
Contudo, é imperativo salientar que a atitude de acender uma vela não implica em negação ou minimização da existência da própria escuridão.
Pelo contrário, ela denota um reconhecimento da dualidade inerente à condição humana, onde a luz e a escuridão coexistem, cada uma com seu papel e significado na tessitura do tecido da vida.
É natural ao ser humano buscar o sucesso, mas na prática, muitos acabam aceitando oportunidades de trabalho disponíveis e viáveis, mesmo que estas não correspondam exatamente às suas aspirações.
Entretanto, a circunstância de buscar e aceitar ocupações por conveniência pragmática não implica, necessariamente, um estado de desafortunamento.