Portas que se Abrem
O destino é incerto.
As portas se abrem, mas se fecham.
O futuro prepara o golpe.
As lembranças dão um toque final.
Na escadaria da dúvida não existe um terminal.
No esconderijo da segunrança, o mundo é dos espertos.
Na procura pela certeza, o mundo é dos loucos.
Na busca da vida, da saída, da morte.
O destino procura o seu destino.
A esperança, a inteligencia, a vida.
A vida procura sentido.
A mente encontra-se perdida.
Infinitas são nossas oportunidades
Esteja sempre atento as portas que se abrem
E sempre disposto a galgar o próximo degrau...
versos soltos...
as portas do mundo se abrem sempre quando desejamos vê-las abertas... mas quando será que nos dará vontade de sair do mundo?
seria quando bate aquele frio na barriga? talvez...
ou será que quando estamos indignados? outra possibilidade válida...
poderia ficar aqui gerando respostas, mas o pior, respostas que nunca nos levaram a lugar nenhum...
mas pensando justamente nesta hipótese me volto a um pensamento, se as portas abrem com o nosso simples desejo, porque não desejamos fugir sempre? por comodismo?
Ou receio de criar novos caminhos?
por que é sempre muito difícil visualizar coisas positivas no desconhecido? fato cultural ou simples vergonha de assumir que está na hora de mudar e seguir com novos ares!!!
Pois será mais prazeroso sentir a dor das chibatadas da vida quando buscamos as realizações do sonhos, que ficar sempre preso somente ao mundo doce da imaginação!!!
As oportunidades estão sempre aparecendo conforme portas se abrem com sua capacidade e conhecimento.
As chaves que abrem as portas das prisões são a educação e a cultura, a arte do saber. A má qualidade da educação vem gerando hordas de aculturados de péssima procedência.
Minha vida está uma bagunça. A começar pelo o meu quarto. Portas de um armário se abrem. Uma avalanche de roupas. Nada dobrado, completamente amassadas. Cabides despencando. Desvio o olhar pro lado. Uma cadeira, se fazendo torre de tanta coisa amontoada. Livros para um lado, sacolas pra outro. Ah! sem contar os sapatos espalhados por todos os cantos. O computador? Ah, esse nem se fala. Como se já não bastassem os seus problemas de memória, uma zona. Fotos, mais fotos, mais fotos. Infinitas pastas. músicas que não ouço mais, e outras que nem sabia que existiam. Não consigo mais tempo nem pra mim. Depilação, unhas, cabelo, pele. Corpo. Tudo pra escanteio. Acompanhando seu ritmo devido à necessidade e feito às pressas. Nada com seu tempo dedicado. Nossa, quanta bagunça! Talvez pense que sou desorganizada. Não! Eu não sou. Odeio bagunça. Antes material, mas tem sido também sentimental. Minha cabeça gira sem direção. Confusa. Não sei pra onde vou, com quem. O que quero e o que não quero. Uma ciranda ágil e insana. O relógio num tic-tac frenético. Sonhos, enfraquecidos. Sofrendo de pouca esperança. Futuro? Só penso naquele daqui a meia hora. O prolongado, é um sonho que já está mais pra pesadelo. E se alguém me perguntar como estou? Bem. É mentira! Estou levando essa bagunça adiante. Tentando desfazê-la.
O diálogo e a mansidão abrem inúmeras portas, a prepotência e o autoritarismo, as trancam a sete chaves
Nos atropelos da vida,
Entre idas e vindas,
Portas se abrem,
Janelas se fecham...
Circunstâncias dificultam o percurso,
Mas a esperança alimenta minh'alma
Sedenta em direçao a sua.
Me sinto um espermatozóide quando estou no dentro do metro e quando as portas se abrem todos correm atrás do se ovulo. Todos perdidos tentando sobreviver.
Me sinto um espermatozoide quando estou no dentro do metrô!!!! ...quando as portas se abrem todos correm atrás do ovulo. Metrô... Todos perdidos tentando sobreviver.