Arte é lapidar velhos sonhos vivos, em descobertas de renovação, algo corrente de amor, contínuo de gratidão, traçado pelos dons, convergendo talentos, que sê compartilhados, se multiplicam em graças, a favor do todo.
A leveza têm o dom de desatar nós e, seu tom, não desce a ignorância de invenções e, inversões, talvez a poesia seja a medicina das lidas, creditando alguns compostos, pra avelar a beleza dos tecidos humanos.
Logos e depois das rupturas supostas esquizofrênicas, só, ou não, guardamos por tempos sua essência evolutiva, que um dia impedida, abalou-se, por ter se perdido, em teus olhos, sem esquecer os segundos compostos, com sua grandiosa presença.