Poesias sobre Ciências
Por que é amor? Eu não sei, não investigo cientificamente e nem procuro nos meus quase 400 livros. Não é porque me faz bem, me entende, é saudável, me elogia, tem carinho, protege, parece comigo e muito menos porque me ama, pois assim eu daria ênfase a um outro tipo de amor presente na minha existência: o próprio. Todavia, por enquanto, é amor porque é. E quando eu vos der outra explicação, deixou de ser. Se esse dia chegar, peço que me ensinem a desaprender os porquês do amor, para que eu possa voltar a amar uma vez mais.
Sei que vocês, cientistas, só acreditam no que conseguem medir com seus equipamentos chiques, mas tem alguma coisa acontecendo que infelizmente a ciência não pode explicar.
Como os cientistas realizam seu trabalho: é um processo, uma questão de fazer perguntas, respeitar a observação eos experimentos, ter explicações provisórias e depois testá-las.
Em terra de senso comum, o conhecimento científico é mesquinho... Mas a inversão do cenário traz consigo lamento e apatia.
Não temos - como repetimos várias vezes - verdades científicas, mas melhores verdades, que ajudam mais ou menos a compreensão e a nossa relação com determinados fenômenos.
Quanto mais uma melhor verdade científica ajuda as pessoas a entender e lidar com determinado fenômeno, mais ela tem chance, no longo prazo, de atrair mais clientes e vice-versa.
Jesus não respondeu seus interlocutores com saber científico, mas com saber infalível. A ciência cuida do temporário - O Senhor cuida da alma eterna.
Na ciência, tudo pode mudar. Ainda estamos pouco evoluídos cientificamente para poder entender Deus.
Somos a favor da IA e tecnologia,mas acima de toda evolução científica, somos humanos e humanos cuidam de humanos.
Organizamos nossas narrativas, inventamos nossas religiões, definimos nossas teorias científicas e chagamos até mesmo a afirmar que conhecemos as leis que regem o universo. Tudo isto se dá à luz do que sabemos e apesar do que desconhecemos.
Creio que em algum distinto planeta, quiçá outra dimensão, os filmes de terror e ficção científica sejam a nossa vida na Terra.
Por que deveríamos levar sempre a sério o que se diz científico? Parece-me que a ciência cessa no momento em que se transforma em regra, em que se torna lei.
O significado da palavra AMOR na linguagem científica, é como se fosse uma frequência do resultados das leis da Matemática, Química e Física que tem a obrigação de esclarecer respostas, nada mais é do curiosidade pelo desconhecido coberto de enigmas para ser desvendado esse significado tão pleno
Há uma preocupação que me inquieta profundamente, especialmente quando se trata de cientistas em si: a falta de dúvida em suas certezas.
O papel do cientista é igual ao de um programador, que passa o tempo todo desenvolvendo novos códigos e corrigindo os já existentes.
Nenhum saber esta livre da corrupção. O poder politico faz ciência ser selvagem, como cientistas e mestres se transformarem em bestas feras.
"Consenso científico" é a morte da ciência. O método científico exige a crítica constante. Portanto, negar um consenso é afirmar a ciência, jamais negá-la.
Não existe uma verdade científica, mas um conjunto de abordagens, uma mais fortes do que outras, pois, ao usarmos as explicações e sugestões de ação, nos permitem tomar decisões melhores.
Não há necessidade de estudos científicos para confirmar os efeitos danosos causados por essa doença devastadora, corrosiva. Os estudos farmacológicos são desesperançosos. A luz foi embora; a escuridão atrapalha enxergar uma direção segura. Na claridade, entrementes, os sintomas são conhecidos, as consequências nefastas todo mundo conhece, a história se repete com muita frequência. Coração arrebentado, milhões de neurônios destruídos, portanto, a saúde delimitada, não existe vacina, a ciência não consegue estancar a sua hemorragia; na educação um flagelo, não existe fórmula milagrosa para equacionar o problema; na segurança pública e no sistema de justiça, uma guerra declarada; mas os atores do movimento beligerante estão desarmados, combatendo os malfeitores com flores nas mãos, todos perdidos sem armas e sem munições. Uma luta sem fim, ferida que não cicatriza; algo imundo, nojento, que avilta, causa dor, sofrimento, provoca fome, destruição em massa. Compromete o desenvolvimento sustentável, enfraquece as instituições e os valores da democracia, da ética e da justiça. Uma expressão muita conhecida desde os tempos remotos; são nove letras que destroem a esperança de um país, fuzilam covardemente o povo brasileiro. Provoca um massacre imperdoável, um processo de deterioração sistêmica do país, fruto de uma anarquia clara evidenciada por meio de uma anomia social. O nome dessa enfermidade gravíssima e incruenta é corrupção.