Poesia sobre Rios
Uma vez imaginei várias cachoeiras saindo dos pontilhões, dos Rios da nossa cidade, iluminadas, coloridas pelas luzes, lubrificando os passageiros no entorno e limpando a própria água, também visualizei umas praças de pequenas p florestas frutíferas que poderiam conectar as pontes para pedestres e passarinhos, devolvendo a natureza arrancada e sufocada pelos prédios que poderiam ter passarelas entre suas lajes para pedestres e ciclistas. Eu tenho sangue alemão, acredito no impossível, aquariana demais e fico coocriando mundos mais saudáveis e férteis para o futuro.
Cuidar do meio ambiente também é cuidar das pessoas. Não se pode cuidar dos rios e esquecer os peixes.
Espero que o amor que sinto por você se espalhe pelo mundo a fora através dos rios voadores da Amazônia, se espalhe através das grandiosas tempestades de areia do deserto do Saara, quero que ele se espalhe, se espalhe, se espalhe...
Líderes extraordinários não ditam caminhos, iluminam possibilidades. Compreendem que motivação vai além de metas, nasce do propósito. Eles criam um ambiente onde cada um sente que faz parte de algo maior, despertando o melhor em todos.
O nervosimo não vai ajudar, a calma pacifica os dias, transformando-os em rios de águas cristalinas!
Minhas lágrimas não são apenas águas quentes e amargas. São um mar de saudade e rios de tristeza desaguando um dentro do outro.
Ultrapassei todos os limites do querer: te amei sempre além de mim, te busquei além de rios, mares, oceano, lugares...fui até onde o amor é capaz de ir !
Ser poeta é viver a liberdade, amar sem segredo, viajar no horizonte, galgar pomares, pular rios, dançar no vento. Ser poeta é chegar ao impossível, ultrapassar florestas, cantar seresta...ser poeta é sonhar sonhos coloridos, cair na chuva, correr no mar, deitar nas flores, dormir na lua, voar no vento...Ser poeta é amar o invisível, se apaixonar feito criança, amar feito mulher. Ser poeta é se casar com a saudade, viver com as lembranças, não apagar memórias...ser poeta é não usar máscara, não esconder verdades...é falar de sentimentos. Ser poeta é tocar teu corpo, abraçar tua alma...ser poeta é ser o que sou.
Como flor desabrochando, como mar no encontro com as ondas, como peixe passeando entre rios, como vento soprando na maré...como pássaro viajando sem destino, lua despontando no horizonte...como letras a espera da música...estou eu, esperando e querendo te ter.
Senti as flores dançando ao meu lado, vi os rios desaguando dentro de mim...encontrei teus olhos e cair na dança.
São as flores que te abraça, são os pássaros que te canta, são os rios que te banha, o mato que te veste...e eu, a mulher que te ama.
A saudade me acompanha em qualquer lugar: sigo estradas, dobro mares...escalo, rios, montes e não consigo escapar. Saudade tem tua cara, tem nome e sobrenome, tem músicas no ar...tem a cor da tua boca, tem teu jeito de andar...tem o canto da madrugada, tem desejo no olhar. Saudade, menino dos olhos de mel, vê se larga do meu pé, vê se sai das minhas lembranças, deleta minhas vontades...apaga da minha mente teu ar inocente, tua voz beija flor...me solta menino lindo e me deixa respirar. Sai da minha cabeça, escreve ponto final...já, que não dá para ficar...me larga saudade, quero dos teus olhos me libertar. Quero voar como passarinho, novo amor encontrar...quero te esquecer saudade, custe e que custar.
Há caminhos que nos leva a rios, praias, mar...há outros que te carregam a cores inertes, eclipse, ventania...dois extremos, dois lados: um te trás sorrisos, outro dor.
E minhas mãos procuram...serenamente, docemente...encontram as águas, banham. Risos, rios...se envolvem, misturam-se.
Vou te tirar de mim, vou te apagar da mente. Não importa quantos rios eu tenha que chorar, quantas ruas tenha que andar...vou te arrancar a ferro e fogo.
Entre rios e pássaros viajo mar adentro, sonho a fora. Deságuo em portos, versos...canto amores, dores...Me faço, refaço pedaços de mim. Em caminhos incompletos, me completo. Em amores proibidos me acho. Procuro o que não pode, preciso do que não dar. Silencio, calo...me escondo em verbos amar.
Enquanto nascer o sol, a lua...brilhando, rios de estrelas, de letras...vou te falar em poesias, vou te cantar poemas. É você meu amado, meu amante...luz que brilha nos meus sonhos, voz que me canta. Sou versos na madrugada, sou águas correntes, que corre ao teu encontro, que perde juízos...tudo é louco em mim, tudo é riso...você é festa, brilho ! Reluz, me seduz...sedução que me inspira, que tira a roupa. Sedução que cola em meus olhos, que libera meus desejos, que provoca minha carne; banha meu espírito, enche minha alma...luzes de neon, serpentinas, fogos de artifícios !
Não há rios, não há caminhos...por mais que eu diga, por mais que eu fale...teus olhos não me escutam, tua voz vai em outro canto.
Há mar, há rios...Há teus olhos, tua boca...Há promessas, um dia ! Um dia há de haver, tu nos meus botões...Tuas mãos, nas minhas !
Os rios com suas nascentes em matas verdejantes, viram viajantes insistentes para virar mar, mas só chegam lá com ajuda dos afluentes. Verdades esquecidas por mentes metidas, mal agradecidas e mesquinhas é achar que elas chegaram ao pódio sozinhas.