Poesia Gótica
As dores da alma são profundas,
Sem sentido, Apenas vagam,
Porque terror é tão frio,
Amargo... teor porque sou assim,
Meus sonhos por mais e mais,
Sentimentos num imenso vazio.
Trágico ainda te amo,
reflito em passado distante
trágico te amo
sou um vampiro sem sentimentos
um demônio sem alma,
vago sem um coração,
me alimento da suas emoções,
pode chorar pois ainda te amo.
Florzinha do coração...
Felicidades sobre minha alma...
Devoto teu coração...
Simplicidade tua vida...
Benevolente na minha vida...
Plenamente no meu coração...
Amizade longa de amigo...
Para toda vida...
Indagativa sobre estradas
A beleza do coração...
Semeados tantos momentos
Nas linhas longas da estradas...
Companheiras como as estrelas...
Que se encontra aos passos da eternidade...
Tantos problemas passamos...
Distância em atribulações...
Repentes de viola a calma...
Sobriedade da saudades...
Clama coração...
Desafino pneus da estrada...
Canção bonita...
Passando pelo trecho...
Deixado o tempo...
Ser um tesouro...
Suave cheiro da solidão....
O vento vai levando consigo
Tão bem quanto as asas do coração.
o inferno do meu coração se expressa com a dor,
nos excrementos da sociedade meu ódio floresce,
nas trevas da minha alma perdida pelo pecado de te amar.
Pelos sussurros do vento, pelo meu corpo sobe um calafrio, a criatura de olhos brancos e aparência sombrinha parada ao lado, cochicha-me ao ouvido, "irei fazer que seus piores pesadelos, se tornem os melhores".
E assim consigo descansar em paz!
toda ironia te um pequeno laço de um psicopata...
pois a escuridão de cada um ilumina as profundezas do mundo.
Estava pensando, relembrando daquele tempinho só nosso, aquele tempinho em que você me olhava nos olhos e dizia que me amava, dizia que nunca me deixaria e nem magoaria, me chamava de "Minha Princesa"... Me pergunto: por que você entrou em minha vida assim? Foi tão bem recebido pra depois mentir pra mim? Hoje sofro, choro, sinto medo de me entregar novamente e passar pelo mesmo sufoco, pela mesma dor outra vez. Você me traumatizou, não posso negar que mesmo depois de tudo isso ainda amo você, pois mesmo você tendo praticamente arrancado parte do meu coração quando eu dizia que te amava não era da boca pra fora, muito obrigado por todos os sorrisos, os beijos e os abraços... Você foi, sim, muito especial pra mim espero que você nunca sofra metade do que eu estou sofrendo hoje por você, seja feliz, meu príncipe...
nos tributos da alma gótica
refiro me a essência nos
por nos mesmo temos
simples um destino
cujo ter ta musica que toca
intimo de cada um
transformando cada um;
em um passageiro do tempo,
nossos sentimentos e nossa vestimentas,
são cordiais uma uma época
ou a uma expressão denotada
de nossos corações numa poesia,
tão pura que nosso sombrios
são apenas algo que passamos dia a dia,
todos nos julgam pelo que vem
e não pelo conteúdo de cada um.
apenas somos que somos
do alem que devemos ser,
se julgas ou apenas despreza,
com dizeres e olhares, das sombras
desatamos, mergulhamos nas profundezas
da solidão, nos venenamos e bebemos,
nos cemitérios contemplamos
a beleza e tranquilidade da paz da morte,
ao mesmo somos referencia para
outros que não compreende,
a extensão de nossas vidas.,.
para muito somos um aberração,
no entanto somo uma subcultura baseada
num estilo musical...
literal do qual respondemos a profunda
expressão de nossas vidas.
poema de uma gota da solidão,
marcada por meu coração.
Solidão gótica.
Sois apenas uma pequena palavra perdida para o vazio do tempo.
Por mais que tudo seja uma sombra dentro de tais sentimentos.
O profundo esquecimento sempre será uma grande paixão.
Sendo vendido por causa do incêndio ainda queima dentro do peito.
Lagrimas perdidas pelo ador reluzente desta vida perdida.
A ótica que separa Deus do homem é de uma beleza gótica, uma significância exótica, porém torna-se caótica.
O elo de ligação Deus-homem permaneçerá pra sempre sob a ilusão de ótica daqueles que tentam provar em verdade absoluta, essa relação de criador e criatura, quântica-biótica.
"A aventura da Alma Gótica – Parte V de um dueto com o Músico Petrificado":
Claro! Não sabias que Alma pode voar?
Através dos pássaros da imaginação
Colheu a flor da boca do penhasco
Mas não plantou com as margaridas...
Para flor tão especial, uma missão especial:
Homenagear o músico petrificado...
E para devolver-lhe a vida
Plantou a flor no violino.
Agora pétalas de notas musicais
E ecos de notas florais
Exalam do magnífico instrumento.
Não fiques triste pelo nobre sacrifício da flor!
Segredo: a música faz brotar jardins em almas.
E a nobre rosa vive num jardim musical...
"A aventura da Alma Gótica – Parte III de um dueto com o Músico Petrificado":
E após reconfortar-se nas águas geladas
Alma continua seu passeio pelo jardim sereno.
No antigo tronco oco, de uma árvore ressequida,
Oculta suas antigas angústias.
Ora bem sabes: muito tempo guardadas viram veneno.
Tão triste e solitário jardim sereno!
Mas por sorte ou por desejo forte
Vem intenso e impassível: o vento!
Sopra sem piedade e varre num lampejo
O pouco que lhe resta da melancolia.
Não murcham mais as margaridas de seu pensamento!
É sempre belo e pleno, suave jardim sereno.
Não, neste lugar a noite nunca dormia...
Sob o véu do luar a Alma protegida
Vislumbra brilhos de estrelas escondidas.
Tão claro e precioso jardim sereno!
A aventura da Alma Gótica – Parte III de um dueto com o Músico Petrificado
"A aventura da Alma Gótica – Parte IV de um dueto com o Músico Petrificado":
Em seu contínuo e incerto caminhar
Não encontra nem o fim, nem o início.
Quando se depara então, com um precipício.
Lança sobre tamanha imensidão seu olhar
Vasto lugar para a música voar!
Preencher cada espaço vazio e inerte
Fazer ressoar sobre si cada eco em notas
Iluminar com canções este caminhar
Imaginação liberta encontra diversas rotas.
Oh, doce Alma delicie-se em seu belo jardim sereno!
"A aventura da Alma Gótica – Parte IX de um dueto com o Músico Petrificado":
Passaram-se dias, semanas, meses
Nada que valesse mais contar as horas
Apenas esperar o nascer das estrelas,
Apenas sentir o ecoar da luz de cada dia
Sobre as densas camadas de névoas...
No tempo do regresso nada precisou anunciar:
O doce perfume das novas flores
Exalavam amor aos sentimentos de Alma,
Despertando-a de seus devaneios.
Levantou-se e correu em direção à luz da clareira
Sentindo o som se intensificar
Ao compasso de seu coração.
Alma, enfim, encontrou Músico!
Não mais petrificado,
E sim um coração a fluir encantado
Pela singular beleza de Alma.
Notas de saudade, vida, paixão...
Selaram com um beijo,
Fogo purificador de toda emoção.
Alma Gótica,
resume se em desejo o querer,
devido ao belo sentimento
o braço do esquecimento.
real num mundo desigual,
sublime na alma de singularidades.
Sagaz o espírito do corvo.
Alma gotica
Sentimento livre...
Confie nas trevas...
De repente repouso...
O assassino descansa em paz,
As aparências tornasse realidade.
Nas sombras ermas o sossego...
Até partir para o caminho dos céus...
Cada versão transmite seu algoz...
Doce vidência no astral...
Desejo perpétua vida...
Júlia possui uma beleza exótica
Mas seu projeto apenas começou
Será Succubus em fantasia gótica
Quem saberá quantas almas ja devorou
Reunindo seus discípulos de sete vidas
Sonolentos e ferozes membros do culto
Miau Ozzy é ceifador de almas perdidas
Vulto, treva noturna, o oculto
O miau quer a cabeça do Batman Morcegão
Busca merecer o legado de seu nome
Caça morceguinhos atrás de informação
Quem suspeita da ceita da Júlia logo some
Seria tudo isso fruto da minha imaginação?
Ou mais um grupo secreto de renome
Ser ou não ser gotica suave ou vitoriana.
Ser por ser escravo do meu ser
não compreendo,
meu eu sobre as escuridão
Sou apenas mais uma sombra...
Em tantas desculpas
Sou noite paira pela madrugada
Nós laços profundos da alma sombria
Me faço e me recrio em tuas mortalhas...
Seus lábios mórbidos
Me digas ser gotica lhe devorou pouco mais
Nós vãos do teus lábios frios aprecio
A morte lhe sede primeira dança...
No fulgor desta época que renasce sobre as trevas.
Estúpida luz que vem cegar momento único
Celestial sob devassa abstinência do luar...
Ainda tem dúvidas disso ser o que é...
Apenas palavras no deslumbre da noite...
Tens última vez em nossas vidas ceifadas.
Alegações de mortos que se atreveram se apaixonar.
"Há mais matizes no ato moral meritório do que detalhes na arquitetura duma catedral gótica. O motivo é simples: a beleza imaterial é incomensuravelmente mais rica que a da matéria.
Não por outro motivo, a beleza moral imprime na alma de quem a contempla uma marca muitíssimo mais duradoura do que a deixada pela beleza física.
A verdade do Evangelho, cujo valor moral é infinito, tem mais beleza do que todas as representações artísticas esplendorosas que dele se fizeram".
Oh, solidão gótica, meu fantasma familiar,
Noites de veludo, onde a lua é um crânio pálido,
E as sombras dançam, um balé de agonia,
Em catedrais escuras, onde o silêncio é um grito.
Solidão, minha amante espectral,
Com teu véu de névoa e olhos de âmbar,
Tu me guias pelas ruas de paralelepípedos,
Onde os ecos sussurram segredos antigos.
Exatidão, meu bisturi afiado,
Dissecando a alma, revelando a carne nua,
Onde a verdade sangra, um rubi escarlate,
E a beleza é um cadáver em decomposição.
Oh, solidão gótica, meu doce veneno,
Em teus braços frios, encontro meu lar,
Onde a escuridão é a luz, e a morte, a vida,
E a solidão, minha eterna companheira.